Textos do mês Fevereiro 2005 ↓

publicado em
9 de Fevereiro de 2005

por João Paulo Meneses


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Textos


uma opinião

A proximidade como critério de notícia

… assim explicada pelo brasileiro Mário Quintana:

«A nós bastem nossos próprios ais,

Que a ninguém sua cruz é pequenina.

Por pior que seja a situação da China,

Os nossos calos doem muito mais…
»

(obrigado Hugo)

publicado em
8 de Fevereiro de 2005

por João Paulo Meneses


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abra o debate

É óbvio que são incompatíveis!

Jornalismo e política não casam - apesar de haver quem ache que sim (como se viu quando Vicente Jorge Silva tentou impor esta versão na Comissão de Ética do Parlamento).

Para os que acham que, à luz da lei, não há problema, mude-se a lei - afinal, é o mesmo que acontece com o vai e vem entre assessores e jornalismo!

Vem isto a propósito de quê?

Do programa de amanhã do Clube de Jornalistas.

publicado em
7 de Fevereiro de 2005

por João Paulo Meneses


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uma opinião

Fundamental, em tempo de campanha

Em plena campanha parece-me fazer todo o sentido recomendar este clássico: “20 perguntas que um jornalista deve fazer sobre sondagens“.

Estão aqui, as 20.

E ficam algumas delas:

1) Quem fez a sondagem?

2) Quem a pagou e porque é que a pagou?

3) Quantos foram entrevistados?

4) E como foram escolhidos?

publicado em
6 de Fevereiro de 2005

por João Paulo Meneses


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abra o debate

Apito dourado?

ACTUALIZAÇÃO a 14/2/05:A comissão de inquérito chegou às primeiras conclusões (preliminares…)!
Factos apurados:
- dois seguranças acompanharam o líder do PSD durante a entrevista e estiveram no estúdio antes da dita começar;
- durante a entrevista apenas estiveram dentro do estúdio os dois jornalistas, o animador e o candidato a primeiro ministro;
- durante essa manhã dois ou três (não foi possível apurar o número ao certo)jornalistas da TSF comentaram, informalmente, mas com algum espanto, a presença de um segurança dentro do estúdio;
- o bloguista, responsável por este espaço, entendeu confiar nestas fontes, para fazer um texto alegadamente provocatório;
- alertado, retirou-o e procedeu-se à investigação;
Conclusão:
- o indivíduo em causa meteu água!
Recomendações:
- 24 chicotadas virtuais (em hebraico)…
- participação ao ministério público para averiguação criminal;
- escrever 33 vezes “um blogue não é jornalismo!”

Desapareceu deste local um texto!
Pode ser identificado como envolvendo o presidente do PSD, um alegado segurança e um estúdio de rádio, e usava, naquele momento, três linhas de texto.

(Agora a violação do segredo de justiça) Apurámos que versões contraditórias sobre quem seria o tal homem dentro do estúdio levaram a que os investigadores da Guarda Nacional dos Blogues o detivessem para melhor análise.
(Agora o clássico “rodapé” opinativo/conclusivo) Esperemos que as dúvidas se esclareçam em breve para o podermos ter de novo entre nós!

publicado em
4 de Fevereiro de 2005

por João Paulo Meneses


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4 opiniões

Estou sem dinheiro, neste momento

e não posso concorrer.

Mas gostava!

publicado em
3 de Fevereiro de 2005

por João Paulo Meneses


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abra o debate

O jornalismo é um bom negócio…

Não é caso único, mas, infelizmente, cada vez mais raro: hoje há uma rádio local, de Oliveira do Hospital, que é notícia. Em todo o lado. Seria notícia (notoriedade, visibilidade, impacto, audiência, prestígio) por passar música ou retransmitir os noticiários das rádios nacionais?

publicado em
2 de Fevereiro de 2005

por João Paulo Meneses


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abra o debate

Opinião onde não devia estar

Mais um exemplo de algo que provavelmente já é aceite com normalidade mas que ainda me choca: a mistura, sem fronteiras, de factos com opinião (no Público de hoje).

Em nome da transparência e da igualdade entre os investidores, a PTM deveria informar o mercado sobre quais são as condições de recepção das propostas e os critérios de escolha dos potenciais compradores, o que não fez até agora.”

publicado em
1 de Fevereiro de 2005

por João Paulo Meneses


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55 opiniões

Os perigos da opinião…

O [FC]Porto, quando mudou de treinador nunca foi campeão. Também dificilmente o será este ano“.

A frase foi dita esta manhã, por volta das 9.15, pelo jornalista da RDP que faz a rubrica desportiva na Antena 3. Ou seja, trata-se de um espaço informativo, feito por um jornalista.

Como é possível dizer uma coisa destas?

Já não analiso a questão do “ruído” (houve, certamente, quem tivesse deixado de ouvir a seguir a uma frase destas), mas pelo lado da legitimidade! Como é que se pode admitir que um jornalista diga uma coisa destas? Legitimado pelo facto de ser na Antena 3 (mais leve, mais descontraído)? Nem pensar…

Relacionado com isto:

Relatador [durante o FC Porto, 1 - Braga, 3] - “Isto é uma vergonha!

Comentador - “Eu não diria tanto

(está tudo ao contrário ou é o desporto que é mesmo um caso à parte?)