Estranheza
«(…) viu os penálties defendidos por Ricardo na antecâmara do seu gabinete, com o seu stafe, enquanto (…)» (na Sábado de hoje, pág. 60).
«(…) viu os penálties defendidos por Ricardo na antecâmara do seu gabinete, com o seu stafe, enquanto (…)» (na Sábado de hoje, pág. 60).
Não subscrevo a posição do Sindicato dos Jornalistas, por não me rever, globalmente, nas preocupações ali desenvolvidas.
Sobre a proposta, acho isto.
… dirigido por Joaquim Vieira, em cinco sessões (nos cinco sábados de Setembro):
Liberdade (e o verdadeiro poder dos media)
Responsabilidade (e a regulação/auto-regulação)
Credibilidade (e a citação das fontes)
Integridade (e as pressões sobre o jornalismo)
Modernidade (e as novas formas de participação dos cidadãos)
(destaques meus)
Inscrições para chris1@mail.telepac.pt
«‘Freitas cansado no MNE’ era a manchete do Expresso em 6 de Maio, justificada por uma longa entrevista (…). A polémica que se seguiu levou Freitas a desmentir ‘categoricamente’ o nosso título e a afirmar que ‘eu é que estou cansado das constantes tropelias do Expresso’. 54 dias depois, Freitas demite-se e confirma tudo o que escrevemos» (in Nota Editorial da primeira página do Expresso de sábado).
Resta acrescentar que Freitas deu, depois da notícia da demissão, uma única entrevista. Ao Expresso!
ACT a 4/7/06: No novo blogue da direcção do Expresso: «Felizmente, tudo foi confirmado. Esperamos que personalidades como Vital Moreira, que acusou a nossa manchete de «canalhice», tenham agora a humildade de nos pedir desculpa. Não lhes fica mal, uma vez por outra, reconhecer que erraram. Por nós, estamos sempre dispostos a reconhecer os nossos erros, mas não a esconder dos nossos leitores aquilo que sabemos que é verdade só porque isso convém politicamente a estes ou aqueles.»
português é a duração dos noticiários televisivos!
Está provado que à custa daquilo que Francisco Rui Cádima chama genericamente de «ensanduichado de notícias e fait-divers», os telediários conseguem ter boas audiências. Por isso nenhum dos directores está interessado em reduzir. Nem vão reduzir.
A situação é mais grave na RTP - que não deveria estar sujeita a esta ditadura das audiências (caro dr. Santos Silva, quando é que se muda de uma vez por todas a mentalidade vigente?). E é ver o incómodo de Luís Marinho prometendo reduções, sempre adiadas.
Que fique claro: o tempo de um noticiário é sempre uma decisão administrativa. Tanto pode ter meia hora (como o Jornal Nacional da Globo) como hora e meia -mas neste caso isso só é possível enchendo alguns chouriços…
Custa assim tanto?