Textos do mês Julho 2006 ↓

publicado em
6 de Julho de 2006

por João Paulo Meneses


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abra o debate

Estranheza

«(…) viu os penálties defendidos por Ricardo na antecâmara do seu gabinete, com o seu stafe, enquanto (…)» (na Sábado de hoje, pág. 60).

E o que é mais estranho é que a palavra existe!

publicado em
5 de Julho de 2006

por João Paulo Meneses


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abra o debate

Ainda a proposta de Estatuto do Jornalista

Não subscrevo a posição do Sindicato dos Jornalistas, por não me rever, globalmente, nas preocupações ali desenvolvidas.
Sobre a proposta, acho isto.

publicado em
4 de Julho de 2006

por João Paulo Meneses


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60 opiniões

Um curso de jornalismo…

… dirigido por Joaquim Vieira, em cinco sessões (nos cinco sábados de Setembro):
Liberdade (e o verdadeiro poder dos media)
Responsabilidade (e a regulação/auto-regulação)
Credibilidade (e a citação das fontes)
Integridade (e as pressões sobre o jornalismo)
Modernidade (e as novas formas de participação dos cidadãos)
(destaques meus)

Inscrições para chris1@mail.telepac.pt

publicado em
3 de Julho de 2006

por João Paulo Meneses


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30 opiniões

ACT Tropelias (de Freitas do Amaral)

«‘Freitas cansado no MNE’ era a manchete do Expresso em 6 de Maio, justificada por uma longa entrevista (…). A polémica que se seguiu levou Freitas a desmentir ‘categoricamente’ o nosso título e a afirmar que ‘eu é que estou cansado das constantes tropelias do Expresso’. 54 dias depois, Freitas demite-se e confirma tudo o que escrevemos» (in Nota Editorial da primeira página do Expresso de sábado).

Resta acrescentar que Freitas deu, depois da notícia da demissão, uma única entrevista. Ao Expresso!

ACT a 4/7/06: No novo blogue da direcção do Expresso: «Felizmente, tudo foi confirmado. Esperamos que personalidades como Vital Moreira, que acusou a nossa manchete de «canalhice», tenham agora a humildade de nos pedir desculpa. Não lhes fica mal, uma vez por outra, reconhecer que erraram. Por nós, estamos sempre dispostos a reconhecer os nossos erros, mas não a esconder dos nossos leitores aquilo que sabemos que é verdade só porque isso convém politicamente a estes ou aqueles.»

publicado em
2 de Julho de 2006

por João Paulo Meneses


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54 opiniões

Uma das coisas mais hipócritas do jornalismo

português é a duração dos noticiários televisivos!

Está provado que à custa daquilo que Francisco Rui Cádima chama genericamente de «ensanduichado de notícias e fait-divers», os telediários conseguem ter boas audiências. Por isso nenhum dos directores está interessado em reduzir. Nem vão reduzir.

A situação é mais grave na RTP - que não deveria estar sujeita a esta ditadura das audiências (caro dr. Santos Silva, quando é que se muda de uma vez por todas a mentalidade vigente?). E é ver o incómodo de Luís Marinho prometendo reduções, sempre adiadas.

Que fique claro: o tempo de um noticiário é sempre uma decisão administrativa. Tanto pode ter meia hora (como o Jornal Nacional da Globo) como hora e meia -mas neste caso isso só é possível enchendo alguns chouriços…

Custa assim tanto?