Textos do mês Agosto 2006 ↓

publicado em
30 de Agosto de 2006

por João Paulo Meneses


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60 opiniões

Mais (e mais…) do texto de ECT

Uma vez que o texto já vai muito longe (e longo…), com três actualizações, permito-me chamar a atenção, entre outros, para o texto de Pedro Rolo Duarte no DN de hoje sobre a crónica de ECT.

publicado em
29 de Agosto de 2006

por admin


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abra o debate

Demasiados avançados e escassos defesas

Já não é primeira vez que o digo e - temo - não será a última: o plantel está muito desequilibrado, entre defesa e ataque. Temos 10 homens que jogam na frente, mas pelos vistos não há defesa-direito de raíz (ou alguém que possa libertar Niquinha para onde ele faz mais falta - e se Laércio vai ser titular, Delson sairá).
O que fazer com Chidi e Keita, Ronaldo e Costé, Samson e Pires, Evandro e Fábio Coentrão, Gama e Agostinho (se parece pouco provável que Gama venha a ter hipoteses, já o mesmo não se pode dizer de Agostinho; caso contrário…)?
Jogam três, com mais três no banco, quatro nem convocados serão (ou então vamos ter avançados a jogar à defesa…).
Já não vou discutir a questão da quantidade não ser sinónimo de qualidade, mas preocupa-me, com o avançar do campeonato, as lesões e os castigos na defesa.
Como é que vai ser?
Como ainda há alguns dias até ao fecho das inscrições e, pelos vistos, há dinheiro fresco vindo da Luz…

publicado em
29 de Agosto de 2006

por João Paulo Meneses


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60 opiniões

ACT De grátis e de borla!

Henrique Monteiro bem se esforça por dizer que as próximas alterações nada têm a ver com a chegada do Sol, mas com o último número ficámos a saber que o Expresso vai dar* um DVD em cada sábado, de 9 de Setembro («Lost in Translation») até 28 de Outubro («Rapariga com brinco de pérola)!
Ou seja, nesta altura, Expresso, 1 - Sol, 0 (ficamos à espera da resposta, caro arquitecto…).

* Por outras palavras, oferecer!

ACT a 31/08/06: O Expresso não está para brincadeiras. 200 mil de tiragem no dia 9 de Setembro (e outros tantos DVD) e mais de 5000 muppis ocupados com a campanha de publicidade… para não deixar o Sol respirar. Enquanto não começa a campanha de publicidade na televisão, o Sol vai dando bonés nas praias aos «leitores do futuro», como diz Saraiva (aqui).

publicado em
28 de Agosto de 2006

por João Paulo Meneses


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Quando uma cena gira pode ser jornalismo feio

«Será que a SIC não compreende que os seus jornalistas não podem tomar o partido de uma das partes num conflito? Nos incidentes da Azinhaga dos Besouros, alguns moradores e uma organização ligada ao BE, “Solidariedade Imigrante”, têm resistido às demolições sentando-se nos telhados. Por que razão a jornalista da SIC entrevista alguns moradores em cima do telhado, podendo certamente fazê-la no chão, visto que nada se estava a passar ? Qualquer manual deontológico sobre procedimentos televisivos em conflitos e manifestações é claro em afirmar que os jornalistas não devem tomar posição, o que, neste caso, significa falar de um determinado lugar - o lugar do protesto, o telhado» (Pacheco Pereira no Abrupto)

publicado em
28 de Agosto de 2006

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1ºj - Varzim - Notas

Melhor em Campo: Fábio Coentrão. Não é pelo potencial ou talento. É pelo facto de ter sido quem mais desequilibrou.

Outros destaques: Laercio. Parece um brasileiro atípico, do género Niquinha, tem técnica mas não prende a bola, é objectivo. Promete!

Treinador: 1 . Porque não gostei do onze inicial, porque não gostei das substituições, porque não gostei da segunda parte.

publicado em
28 de Agosto de 2006

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1ªj - Varzim… de coentrão

(aqui vai, de rajada):
- Para o Varzim empatar em Vila do Conde é uma vitória; para o Rio Ave empatar com o Varzim é uma derrota; saí dos Arcos derrotado;
- único consolo: o Varzim não jogou nada e ao menos, na primeira parte, quisemos ganhar o jogo; só o Rio Ave mereceu ganhar, ao contrário do que diz HG;
- A segunda parte foi lamentável, demonstrando que Chidi & Keita, juntos, não dão um jeitoso…
- Dos reforços só gostei de Laércio. Pode vir a ser um bom jogador; Ronaldo e Costé? Costé pode regressar ao Varzim…
- Evandro outra vez terceira opção no banco? Onde é que já vimos este filme? É assim que se vai dar confiança ao jogador?
- Eusébio continua a desiludir: primeiro teve de recorrer a Niquinha para a defesa; com tantas contratações , não há um defesa-direito? depois, nas substituições, demonstrou falta de ambição (avançado por avançado);
- notas positivas: André Vilas Boas (está muito mais confiante e «ameaça» fazer uma grande
epoca), Laércio, Danielson e Fábio Coentrão (e Niquinha). Mora não teve trabalho, mas irrita aquele estilo pseudo-artístico, sempre demorado, a repor a bola (mesmo quando empatado…).
NOTAS «Reis do Ave»
- Melhor em campo: Fábio Coentrão - é evidente que é muito inexperiente (este terá sido o jogo de mais responsabilidade da sua carreira de profissional…), que comete erros um pouco infantis, mas o prémio de melhor em campo não é dado pelo seu potencial, mas pelo que jogou. Foi, apesar de tudo, o melhor em campo. Aliás, JEusébio só não tem zero porque meteu Coentrão a titular…
- Outros destaques (quase-os-melhores-em-campo): André Vilas Boas e Laércio
- Treinador (notas de 0 a 3): 1 (pela falta de soluções, de ousadia, de ânimo e pela segunda parte)

publicado em
28 de Agosto de 2006

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O que pode ser pior do que empatar com o Varzim?

1 - passar a noite a ouvir a música do Azurara Beach Party e ter de acordar às 7 da manhã para vir trabalhar (son of a… beach!!!)?

2 - trabalhar rodeado de varzinistas e não poder entrar ao serviço com ar de superioridade e ser sacana ao ponto de nem sequer gozar com eles?

3 - perder com o Varzim em casa?

publicado em
27 de Agosto de 2006

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Pontos Perdidos

Só houve futebol na primeira parte do jogo, quando jogámos a favor do vento. E, nesse período, tívemos excelentes oportunidades para marcar e deixar o jogo inequivocamente resolvido a nosso favor. Com o vento contra na segunda parte fomos perfeitamente inócuos, mas o nosso adversário também não foi capaz de capitalizar essa importante ajuda.

Fomos superiores enquanto houve futebol e daí termos perdido pontos. A equipa parece ter embalagem para uma boa época, mas ainda tem algumas falhas. Niquinha, por exemplo, não pode jogar a lateral direito mas sim no meio-campo onde Delson e André Vilas Boas produziram pouco e não foram capazes de ajudar o interessante Laercio. Mora: perder tanto tempo com o jogo empatado, porquê?

No ataque, Fábio Coentrão merece destaque. (Onde andou tanto perdido na época passada?) O franzino extremo-esquerdo ainda comete erros próprios da juventude, mas tem futebol que promete uma época em grande. Os desequilíbrios passaram quase sempre pelos seu pés.

Nota final: o vento hoje só permitiu meio jogo. No próximo jogo em casa, espero que não esteja presente. Não faz falta nenhuma assim tão forte.

publicado em
25 de Agosto de 2006

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Marquinhos de partida

O Jogo diz hoje que Marquinhos volta ao Brasil, emprestado pelo Rio Ave (a notícia está aqui).

A partida do irmão mais novo de Niquinha tem, do meu ponto de vista, algum simbolismo - e depois do que se viu no jogo de apresentação nem surpreende de todo.

O simbolismo resulta do facto de, para mim, Marquinho representar a temporada de António Sousa no Rio Ave da época passada - Marquinhos (como Chidi) foi uma insistência, uma aposta, uma teimosia do ex-treinador (e talvez esteja a pagar a factura dessa irresponsabilidade).

Marquinhos não demonstrou qualidade para ser titular do Rio Ave, ainda por cima num lugar de extrema visibilidade como a médio de ataque.

Sendo um jogador novo, acredito que volte mais maduro e capaz de responder. Mas - sinceramente - não lamento a sua partida. E acredito que quem fica fará com mais qualidade esse lugar

PS - e vamos lá ganhar ao Varzim!

publicado em
25 de Agosto de 2006

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Vamos ter Liga?

Acabo de ler isto no Mais Futebol:

“O Leixões quer o lugar no Gil Vicente na Liga devido ao «Caso Mateus».
O clube de Matosinhos vai expor a sua posição esta sexta-feira na sede da Liga de Clubes, defendendo que deve subir ao primeiro escalão e não ser o Belenenses, que desceu desportivamente, a ocupar essa vaga.
O presidente do clube de Matosinhos, Carlos Oliveira, afirmou esta sexta-feira de manhã que o clube «está a ser prejudicado».
O Leixões ficou em terceiro lugar na última edição da Liga de Honra.
A FIFA enviou hoje um faxe à Federação Portuguesa de Futebol a exigir a resolução do caso e esta já pediu à Liga de Clubes para intervir. Ontem, o Tribunal Administrativo de Lisboa mandou suspender a descida do Gil Vicente, mas agora, de acordo com a FIFA, arrisca suspensão imediata.”

A Liga inicia-se hoje, a Honra durante o fim de semana. A 1ª jornada faz-se (toda? E os jogos de Gil e do Belenenses?…), mas o campeonato pára por causa da selecção por este andar fica suspensa por tempo indefinido! Ninguém se entende!

publicado em
25 de Agosto de 2006

por João Paulo Meneses


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ACT As notícias, a voz e a rádio

Esta notícia (e também esta) parece indicar um novo caminho na forma (futura) de apresentar os noticiários na Antena 1. De acordo com esta frase de José Mário Costa, a ideia é que “só poderá voltar a dar notícias (…) um bom comunicador a ir ao microfone e não um editor”.
Como o título deixa perceber, a ideia é um pouco regressar ao passado, quando quem lia as notícias eram «apresentadores» e não jornalistas (por outras palavras, os jornalistas escreviam e os «apresentadores» liam).

Esta ideia suscita-me muitas reservas (por isso se fala em «vencer as resistências»…) : concordo que a democratização no acesso ao microfone por parte dos jornalistas de rádio baixou muito o paradigma de qualidade (e que as funções de um editor vão muito além de ler as notícias), mas entre isso e ter alguém que não é jornalista a ler um noticiário, prefiro claramente a primeira opção:

- um «apresentador» pode ler as notícias que alguém escreveu (ou até as pode escrever), mas quem faz as perguntas num directo?
- o «apresentador» também as escreve? Com que autonomia?
- perante uma notícia de última hora, que exige improviso, contexto, sangue-frio, domínio mínimo do assunto, adia-se para o próximo noticiário?
- o «apresentador» é um jornalista (à luz da lei, ler os noticiários é uma actividade jornalística)? E qual o seu grau de autonomia? Pode sair do alinhamento do noticiário para referir um golo de um jogo que está a ser transmitido na televisão, por exemplo?
- será que estamos a falar do «locutor absolutamente neutro, despessoalizado, mero «instrumento de estúdio»?

Para concluir, e entre extremos: entre uma excelente voz, que jornalisticamente pouco produz, e uma voz normal, mas que tem garra e intuição jornalística, prefiro sem dúvida a segunda hipótese.

Qual é a solução? Do meu ponto de vista, melhorar a formação dos editores no desempenho vocal (quando necessário) e criar equipas em que sobressaia a figura do produtor: tendo a confiança profissional do editor, e em sintonia, o produtor deve ser o prolongamento do editor não só quando este está a ler as notícias (ou melhor, em sentido mais vasto e ambicioso, a editar) mas também quando está a escrever ou ocupado a ouvir uma peça.

PS - a ideia de formar jornalistas é altamente meritória e a RDP esteve bem em concretizar a aposta.

ACT a 30/08/06: recebi hoje um (longo) comentário/resposta de José Mário Costa a este texto. Está aqui na íntegra. E aqui fica um excerto: «o que digo, e defendo há longos anos, é que a rádio portuguesa só se libertará da sua miserável subordinação às agendas organizadas e à colagem às notícias dos jornais (escritas na véspera!), ainda por cima repetidas “ipsis verbis” até ao enjoo absoluto – ou, não raro, até ao seu próprio desmentido – quando adoptar o mesmo modelo de organização de qualquer televisão… em Portugal»

publicado em
24 de Agosto de 2006

por João Paulo Meneses


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Por isso é que se chama junta de freguesia…

«Junta de S. Dinis atende fregueses no corredor»

publicado em
23 de Agosto de 2006

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Miguelito no Benfica

Acabo de ler n’A Bola que Miguelito concordou em transferir-se para o Benfica.

Quanto nos toca em dinheiro deste negócio?

Ou será mais um daqueles em que vamos ficar a ver navios? Já nos basta o símbolo do clube…

publicado em
23 de Agosto de 2006

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O regresso do infeliz Paraty

Depois de, na época passada, nos ter desgraçado no jogo com o Benfica (que marcou, não por acaso, o princípio do fim), Paulo Paraty regressa a Vila do Conde.

Como a memória está muito fresca, e aquela arbitragem foi mesmo muito sabuja*, não é - do meu ponto de vista - bem vindo, mas resta esperar que o Rio Ave não volte a ser prejudicado quando Paraty apitar…

* Melhor exemplo: o golo de Mantorras foi obtido de forma absolutamente irregular (pé em riste)

publicado em
23 de Agosto de 2006

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A ameaça de Horácio Gonçalves

Eis o que diz aquele treinador que passou por Vila do Conde e teve de ser mandado embora e agora é treinador do Varzim:
«Nós vamos invadir Vila do Conde» (no Record de hoje)

PS - Também diz que «é um momento único ser jogador do Varzim numa partida com o Rio Ave». Vá lá, reconhece…