Textos do mês Novembro 2006 ↓
Não concordo com a política de secretismo (afastamento) da actual direcção em relação aos sócios (o que diz e o que pensa o nosso presidente? O site na net serve também para isso) e discordo de várias das suas opções relativamente ao plantel principal - a começar pela contratação de António Sousa, sua tardia saída, sua pobre substituição, contratações para esta época e…
Mas sábado lá estarei a votar. É importante que o clube não caia num vazio e que haja quem esteja disponível para o continuar a liderar.
PS - Fernando Pedro Ramos Soares é vogal da Direcção (um dos três vogais) do Departamento de Coordenação e Projectos
O que é que diz a página do Clube sobre as eleições?
Nada (a não ser esta pequena notícia)
Qual é a lista de Paulo de Carvalho?
Não está disponível.
Qual a motivação do recandidato?
Não a conheço.
Envolver os sócios e motivá-los?
Para quê?
PS - Pedro Soares, o ex-putativo candidato, faz parte da lista num lugar discreto (projectos especiais?). É melhor assim, não há riscos de desistências…
Não é ser desmancha-prazeres, mas ganhar um jogo fora em 11 jornadas é alguma coisa de especial?
Sabem quantas equipas até esta jornada não tinham ganho um jogo fora? Cinco? Duas? Uma! O Rio Ave!
Ganhámos e ganhámos bem. Podemos, até, e pela primeira vez, conseguir duas vitórias seguidas. Isso já é alguma coisa. Sobretudo porque o adversário de domingo se chama Vitória de Guimarães.
Mesmo continuando a achar que Eusébio não é o treinador certo para o Rio Ave, ninguém mais do que eu está satisfeito por ver que ganhámos em Portimão!
Eusébio estava debaixo de fogo, Keita também estava mas ambos responderam à altura, o primeiro porque hoje é um treinador vitorioso, o segundo porque marcou dois golos.
Não me importo de engolir tudo o que já disse (e mantenho sobre o treinador) desde que isso signifique vitórias em todos os jogos (ou quase todos).
Força Rio Ave! Venha o Vitória!
Em póquer é a sequência de 10, valete, dama, rei e ás do mesmo naipe. Nenhuma outra combinação bate estas 5 cartas. Em futebol, seriam 5 vitórias consecutivas.
Se dividirmos as 10 jornadas já disputadas em duas sequências de 5, encontramos no início de cada uma delas o mesmo resultado, empate: 1ª jornada 0-0 com Varzim em casa, 6ª jornada 3-3 com Santa Clara nos Açores.
Mantendo-se a tendência, empatamos amanhã em Portimão.
Só por curiosidade, as sequências são:
1ª à 5ª jornada:
E D V E V
6ª à 10ª jornada:
E D D V E
É denominador comum nas primeiras 10 jornadas do campeonato: Agostinho nunca jogou, nem sequer se sentou no banco.
O jogador que já pertenceu a clubes como Real Madrid ou Paris Saint Germain não conseguiu encontrar um lugar no onze do Rio Ave em uma época e um terço.
Na época passada jogou em 11 encontros, totalizou 318 minutos, foi titular duas vezes, mas nunca completou os 90 minutos e foi suplente utilizado 9 vezes. 1 golo marcado, 2 amarelos.
Este ano Agostinho não parece entrar nas contas de João Eusébio. Fábio Coentrão tem-se destacado na mesma posição (leva já 5 nomeações de Melhor em Campo deste blogue) e não parece ter no mais experiente esquerdino concorrência à altura.
Com a chegada de abertura de mercado em Dezembro, talvez não fosse má ideia deixar Agostinho procurar novo clube. Como parece carta fora do baralho, as finanças do Rio Ave agradeciam.
e repete a actual equipa directiva.
Chamo a atenção para as diversas actualizações do texto sobre a extinção da Caixa de Previdência e Abono de Família dos Jornalistas.
«O Estado não pode financiar a saúde privada a todos os portugueses, não há razão possível para manter apenas uns pequenos grupos com tratamento positivamente discriminado», Sérgio Figueiredo, no JdN 24/11/06, pág 54
ACT a 28/11/06: chamo a atenção para este texto de Manuel Pinto no Jornalismo e Comunicação e as reacções/comentários que gerou. Esclarecedoras a vários níveis. Acrescento apenas que várias vezes a página do Clube referenciou postais que aqui escrevi. Sem que obviamente tivessem sido enviados.
ACT a 6/12/06: Concordo com isto: «5. Considero improcedentes os argumentos sobre o desgaste rápido da profissão de jornalista, que justificariam alguma compensação ao nível dos serviços de saúde. Há profissões de desgaste mais rápido, sem essa benesse.6. Há finalmente, outra questão, que a política portuguesa banalizou, mas que merece reparo: a grosseria com que o Governo trata entidades e cidadãos respeitáveis, recusando-se a dialogar até depois dos factos consumados, rompendo unilateralmente negociações sem a sensatez de uma discussão e sem a delicadeza de uma explicação. Uso o privilégio de escrever esta coluna para defender o direito à cortesia» (texto de José Vítor Malheiros no Público de terça-feira, 5/12, em que defende a continuidade da Caixa)
Pág. 12: citado o Independent
Pág. 13: citado o Washington Post
Pág. 14: citado a New Yorker e o Der Tagesspiegel
Pág. 15: citada a BBC
Pág. 16: citado o Diário Nacional de Timor-Leste e o Southeast Asian Times
(edição de terça-feira, 21/11/06; páginas Mundo do Público)
quatro empates
tres vitórias
tres derrotas
casa: um empate, três vitórias e uma derrota; fora: duas derrotas e três empates
É muito pouco para uma equipa que quer - e deve - estar nos lugares de cima.
Caro Gil.
A propósito de uma pergunta que aqui fiz («Será verdade que, por causa das dívidas,
estamos proibidos de inscrever não só novos jogadores mas também novo treinador?»), fica um esclarecimento: «Não serão registados novos contratos ou renovados os existentes dos jogadores, treinadores, médicos, massagistas e demais agentes desportivos que tenham dívidas para com a Liga, resultantes de sanções de natureza disciplinar» (regulamento das competições profissionais 2006/2007).
Ou seja, só nestas circunstâncias é que isto pode acontecer. Nas esmagadora maioria dos outros casos, só a inscrição de novos jogadores é que está impedida.