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25 de Junho de 2007


por João Paulo Meneses


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ACT A Ordem vai ter de esperar…

Não é a primeira vez, e hoje voltei a receber outro e-mail, que me falam na questão da Ordem dos Jornalistas, desafiando-me, até, a dar alguns passos nesse sentido.

Tenho respondido, e voltei a dizê-lo à Sónia, que não há - ainda - condições para se pensar na criação de uma Ordem dos Jornalistas em Portugal (com este ou com outro nome), que, no entanto, considero irreversível. E não há condições porque há pelo menos uma geração de jornalistas portugueses - alguns deles grandes referências para todos nós - que se opõe visceralmente (ideologicamente?) à Ordem. Qualquer discussão, a lançar agora, será suicida e fratricida. Sem necessidade.

Mas, ao mesmo tempo, acredito que a Ordem será uma realidade: porque é preciso um instituto que faça a auto-regulação de todos os jornalistas e não apenas dos que, voluntariamente, se inscrevem no Sindicato (ou seja, não é uma crítica directa ao Sindicato, mas de funcionamento legal e institucional). Sindicato e Ordem são compatíveis.

ACT a 30/06/07: «Nós não defendemos a impunidade dos jornalistas perante violações deontológicas, mas entendemos que devem ser sancionados num quadro de auto-regulação e estamos dispostos a dar os primeiros passos nesse sentido”. Também no documento os subscritores afirmam que “deverão ser os jornalistas a auto-regular-se em matérias de ética e deontologia e no controlo do acesso e do exercício da profissão (competência que passa agora para a Comissão Profissional da Carteira de Jornalistas).Questionado sobre se esta auto- regulação pressupõe a criação de uma Ordem, Mário Bettencourt Resendes não quis comentar, mas um dos jornalistas fundadores do grupo admitiu ao DN que essa pode vir a ser uma das medidas propostas. Este movimento poderá mesmo significar o embrião de uma eventual futura Ordem dos Jornalistas (ideia que foi no passado rejeitada pela classe)»

27 opiniões ↓

#1 filinto em 06.26.07 às

O que me parece óbvio - e tive algumas conversas recentes em torno das eleições do Sindicato que mo demonstraram - é que o sindicato não é suficiente. E é até contraproducente (para não ser antipático) que o sindicato se ocupe das matérias que deveriam estar associadas a uma ordem, porque mete a foice em demasiadas cearas, alheias ou não.

Há de facto demasiados muitos de ordem não laboral que um sindicato com a autoridade com que o nosso ficou já não consegue responder - e digo-o desejando que estas eleições o fortaleçam.

Eu compreendo o que dizes que “há pelo menos uma geração de jornalistas portugueses que é contra a ordem”, mas se as coisas se acumulam ela poderá a última geração. Uma geração, aliás, presa apenas por um slogan curioso!

#2 filinto em 06.26.07 às

O que me parece óbvio - e tive algumas conversas recentes em torno das eleições do Sindicato que mo demonstraram - é que o sindicato não é suficiente. E é até contraproducente (para não ser antipático) que o sindicato se ocupe das matérias que deveriam estar associadas a uma ordem, porque mete a foice em demasiadas cearas, alheias ou não.

Há de facto demasiados muitos de ordem não laboral que um sindicato com a autoridade com que o nosso ficou já não consegue responder - e digo-o desejando que estas eleições o fortaleçam.

Eu compreendo o que dizes que “há pelo menos uma geração de jornalistas portugueses que é contra a ordem”, mas se as coisas se acumulam ela poderá a última geração. Uma geração, aliás, presa apenas por um slogan curioso!

#3 filinto em 06.26.07 às

O que me parece óbvio - e tive algumas conversas recentes em torno das eleições do Sindicato que mo demonstraram - é que o sindicato não é suficiente. E é até contraproducente (para não ser antipático) que o sindicato se ocupe das matérias que deveriam estar associadas a uma ordem, porque mete a foice em demasiadas cearas, alheias ou não.

Há de facto demasiados muitos de ordem não laboral que um sindicato com a autoridade com que o nosso ficou já não consegue responder - e digo-o desejando que estas eleições o fortaleçam.

Eu compreendo o que dizes que “há pelo menos uma geração de jornalistas portugueses que é contra a ordem”, mas se as coisas se acumulam ela poderá a última geração. Uma geração, aliás, presa apenas por um slogan curioso!

#4 filinto em 06.26.07 às

O que me parece óbvio - e tive algumas conversas recentes em torno das eleições do Sindicato que mo demonstraram - é que o sindicato não é suficiente. E é até contraproducente (para não ser antipático) que o sindicato se ocupe das matérias que deveriam estar associadas a uma ordem, porque mete a foice em demasiadas cearas, alheias ou não.

Há de facto demasiados muitos de ordem não laboral que um sindicato com a autoridade com que o nosso ficou já não consegue responder - e digo-o desejando que estas eleições o fortaleçam.

Eu compreendo o que dizes que “há pelo menos uma geração de jornalistas portugueses que é contra a ordem”, mas se as coisas se acumulam ela poderá a última geração. Uma geração, aliás, presa apenas por um slogan curioso!

#5 filinto em 06.26.07 às

O que me parece óbvio - e tive algumas conversas recentes em torno das eleições do Sindicato que mo demonstraram - é que o sindicato não é suficiente. E é até contraproducente (para não ser antipático) que o sindicato se ocupe das matérias que deveriam estar associadas a uma ordem, porque mete a foice em demasiadas cearas, alheias ou não.

Há de facto demasiados muitos de ordem não laboral que um sindicato com a autoridade com que o nosso ficou já não consegue responder - e digo-o desejando que estas eleições o fortaleçam.

Eu compreendo o que dizes que “há pelo menos uma geração de jornalistas portugueses que é contra a ordem”, mas se as coisas se acumulam ela poderá a última geração. Uma geração, aliás, presa apenas por um slogan curioso!

#6 filinto em 06.26.07 às

O que me parece óbvio - e tive algumas conversas recentes em torno das eleições do Sindicato que mo demonstraram - é que o sindicato não é suficiente. E é até contraproducente (para não ser antipático) que o sindicato se ocupe das matérias que deveriam estar associadas a uma ordem, porque mete a foice em demasiadas cearas, alheias ou não.

Há de facto demasiados muitos de ordem não laboral que um sindicato com a autoridade com que o nosso ficou já não consegue responder - e digo-o desejando que estas eleições o fortaleçam.

Eu compreendo o que dizes que “há pelo menos uma geração de jornalistas portugueses que é contra a ordem”, mas se as coisas se acumulam ela poderá a última geração. Uma geração, aliás, presa apenas por um slogan curioso!

#7 filinto em 06.26.07 às

O que me parece óbvio - e tive algumas conversas recentes em torno das eleições do Sindicato que mo demonstraram - é que o sindicato não é suficiente. E é até contraproducente (para não ser antipático) que o sindicato se ocupe das matérias que deveriam estar associadas a uma ordem, porque mete a foice em demasiadas cearas, alheias ou não.

Há de facto demasiados muitos de ordem não laboral que um sindicato com a autoridade com que o nosso ficou já não consegue responder - e digo-o desejando que estas eleições o fortaleçam.

Eu compreendo o que dizes que “há pelo menos uma geração de jornalistas portugueses que é contra a ordem”, mas se as coisas se acumulam ela poderá a última geração. Uma geração, aliás, presa apenas por um slogan curioso!

#8 filinto em 06.26.07 às

O que me parece óbvio - e tive algumas conversas recentes em torno das eleições do Sindicato que mo demonstraram - é que o sindicato não é suficiente. E é até contraproducente (para não ser antipático) que o sindicato se ocupe das matérias que deveriam estar associadas a uma ordem, porque mete a foice em demasiadas cearas, alheias ou não.

Há de facto demasiados muitos de ordem não laboral que um sindicato com a autoridade com que o nosso ficou já não consegue responder - e digo-o desejando que estas eleições o fortaleçam.

Eu compreendo o que dizes que “há pelo menos uma geração de jornalistas portugueses que é contra a ordem”, mas se as coisas se acumulam ela poderá a última geração. Uma geração, aliás, presa apenas por um slogan curioso!

#9 filinto em 06.26.07 às

O que me parece óbvio - e tive algumas conversas recentes em torno das eleições do Sindicato que mo demonstraram - é que o sindicato não é suficiente. E é até contraproducente (para não ser antipático) que o sindicato se ocupe das matérias que deveriam estar associadas a uma ordem, porque mete a foice em demasiadas cearas, alheias ou não.

Há de facto demasiados muitos de ordem não laboral que um sindicato com a autoridade com que o nosso ficou já não consegue responder - e digo-o desejando que estas eleições o fortaleçam.

Eu compreendo o que dizes que “há pelo menos uma geração de jornalistas portugueses que é contra a ordem”, mas se as coisas se acumulam ela poderá a última geração. Uma geração, aliás, presa apenas por um slogan curioso!

#10 filinto em 06.26.07 às

O que me parece óbvio - e tive algumas conversas recentes em torno das eleições do Sindicato que mo demonstraram - é que o sindicato não é suficiente. E é até contraproducente (para não ser antipático) que o sindicato se ocupe das matérias que deveriam estar associadas a uma ordem, porque mete a foice em demasiadas cearas, alheias ou não.

Há de facto demasiados muitos de ordem não laboral que um sindicato com a autoridade com que o nosso ficou já não consegue responder - e digo-o desejando que estas eleições o fortaleçam.

Eu compreendo o que dizes que “há pelo menos uma geração de jornalistas portugueses que é contra a ordem”, mas se as coisas se acumulam ela poderá a última geração. Uma geração, aliás, presa apenas por um slogan curioso!

#11 filinto em 06.26.07 às

O que me parece óbvio - e tive algumas conversas recentes em torno das eleições do Sindicato que mo demonstraram - é que o sindicato não é suficiente. E é até contraproducente (para não ser antipático) que o sindicato se ocupe das matérias que deveriam estar associadas a uma ordem, porque mete a foice em demasiadas cearas, alheias ou não.

Há de facto demasiados muitos de ordem não laboral que um sindicato com a autoridade com que o nosso ficou já não consegue responder - e digo-o desejando que estas eleições o fortaleçam.

Eu compreendo o que dizes que “há pelo menos uma geração de jornalistas portugueses que é contra a ordem”, mas se as coisas se acumulam ela poderá a última geração. Uma geração, aliás, presa apenas por um slogan curioso!

#12 filinto em 06.26.07 às

O que me parece óbvio - e tive algumas conversas recentes em torno das eleições do Sindicato que mo demonstraram - é que o sindicato não é suficiente. E é até contraproducente (para não ser antipático) que o sindicato se ocupe das matérias que deveriam estar associadas a uma ordem, porque mete a foice em demasiadas cearas, alheias ou não.

Há de facto demasiados muitos de ordem não laboral que um sindicato com a autoridade com que o nosso ficou já não consegue responder - e digo-o desejando que estas eleições o fortaleçam.

Eu compreendo o que dizes que “há pelo menos uma geração de jornalistas portugueses que é contra a ordem”, mas se as coisas se acumulam ela poderá a última geração. Uma geração, aliás, presa apenas por um slogan curioso!

#13 filinto em 06.26.07 às

O que me parece óbvio - e tive algumas conversas recentes em torno das eleições do Sindicato que mo demonstraram - é que o sindicato não é suficiente. E é até contraproducente (para não ser antipático) que o sindicato se ocupe das matérias que deveriam estar associadas a uma ordem, porque mete a foice em demasiadas cearas, alheias ou não.

Há de facto demasiados muitos de ordem não laboral que um sindicato com a autoridade com que o nosso ficou já não consegue responder - e digo-o desejando que estas eleições o fortaleçam.

Eu compreendo o que dizes que “há pelo menos uma geração de jornalistas portugueses que é contra a ordem”, mas se as coisas se acumulam ela poderá a última geração. Uma geração, aliás, presa apenas por um slogan curioso!

#14 filinto em 06.26.07 às

O que me parece óbvio - e tive algumas conversas recentes em torno das eleições do Sindicato que mo demonstraram - é que o sindicato não é suficiente. E é até contraproducente (para não ser antipático) que o sindicato se ocupe das matérias que deveriam estar associadas a uma ordem, porque mete a foice em demasiadas cearas, alheias ou não.

Há de facto demasiados muitos de ordem não laboral que um sindicato com a autoridade com que o nosso ficou já não consegue responder - e digo-o desejando que estas eleições o fortaleçam.

Eu compreendo o que dizes que “há pelo menos uma geração de jornalistas portugueses que é contra a ordem”, mas se as coisas se acumulam ela poderá a última geração. Uma geração, aliás, presa apenas por um slogan curioso!

#15 filinto em 06.26.07 às

O que me parece óbvio - e tive algumas conversas recentes em torno das eleições do Sindicato que mo demonstraram - é que o sindicato não é suficiente. E é até contraproducente (para não ser antipático) que o sindicato se ocupe das matérias que deveriam estar associadas a uma ordem, porque mete a foice em demasiadas cearas, alheias ou não.

Há de facto demasiados muitos de ordem não laboral que um sindicato com a autoridade com que o nosso ficou já não consegue responder - e digo-o desejando que estas eleições o fortaleçam.

Eu compreendo o que dizes que “há pelo menos uma geração de jornalistas portugueses que é contra a ordem”, mas se as coisas se acumulam ela poderá a última geração. Uma geração, aliás, presa apenas por um slogan curioso!

#16 filinto em 06.26.07 às

O que me parece óbvio - e tive algumas conversas recentes em torno das eleições do Sindicato que mo demonstraram - é que o sindicato não é suficiente. E é até contraproducente (para não ser antipático) que o sindicato se ocupe das matérias que deveriam estar associadas a uma ordem, porque mete a foice em demasiadas cearas, alheias ou não.

Há de facto demasiados muitos de ordem não laboral que um sindicato com a autoridade com que o nosso ficou já não consegue responder - e digo-o desejando que estas eleições o fortaleçam.

Eu compreendo o que dizes que “há pelo menos uma geração de jornalistas portugueses que é contra a ordem”, mas se as coisas se acumulam ela poderá a última geração. Uma geração, aliás, presa apenas por um slogan curioso!

#17 filinto em 06.26.07 às

O que me parece óbvio - e tive algumas conversas recentes em torno das eleições do Sindicato que mo demonstraram - é que o sindicato não é suficiente. E é até contraproducente (para não ser antipático) que o sindicato se ocupe das matérias que deveriam estar associadas a uma ordem, porque mete a foice em demasiadas cearas, alheias ou não.

Há de facto demasiados muitos de ordem não laboral que um sindicato com a autoridade com que o nosso ficou já não consegue responder - e digo-o desejando que estas eleições o fortaleçam.

Eu compreendo o que dizes que “há pelo menos uma geração de jornalistas portugueses que é contra a ordem”, mas se as coisas se acumulam ela poderá a última geração. Uma geração, aliás, presa apenas por um slogan curioso!

#18 filinto em 06.26.07 às

O que me parece óbvio - e tive algumas conversas recentes em torno das eleições do Sindicato que mo demonstraram - é que o sindicato não é suficiente. E é até contraproducente (para não ser antipático) que o sindicato se ocupe das matérias que deveriam estar associadas a uma ordem, porque mete a foice em demasiadas cearas, alheias ou não.

Há de facto demasiados muitos de ordem não laboral que um sindicato com a autoridade com que o nosso ficou já não consegue responder - e digo-o desejando que estas eleições o fortaleçam.

Eu compreendo o que dizes que “há pelo menos uma geração de jornalistas portugueses que é contra a ordem”, mas se as coisas se acumulam ela poderá a última geração. Uma geração, aliás, presa apenas por um slogan curioso!

#19 filinto em 06.26.07 às

O que me parece óbvio - e tive algumas conversas recentes em torno das eleições do Sindicato que mo demonstraram - é que o sindicato não é suficiente. E é até contraproducente (para não ser antipático) que o sindicato se ocupe das matérias que deveriam estar associadas a uma ordem, porque mete a foice em demasiadas cearas, alheias ou não.

Há de facto demasiados muitos de ordem não laboral que um sindicato com a autoridade com que o nosso ficou já não consegue responder - e digo-o desejando que estas eleições o fortaleçam.

Eu compreendo o que dizes que “há pelo menos uma geração de jornalistas portugueses que é contra a ordem”, mas se as coisas se acumulam ela poderá a última geração. Uma geração, aliás, presa apenas por um slogan curioso!

#20 filinto em 06.26.07 às

O que me parece óbvio - e tive algumas conversas recentes em torno das eleições do Sindicato que mo demonstraram - é que o sindicato não é suficiente. E é até contraproducente (para não ser antipático) que o sindicato se ocupe das matérias que deveriam estar associadas a uma ordem, porque mete a foice em demasiadas cearas, alheias ou não.

Há de facto demasiados muitos de ordem não laboral que um sindicato com a autoridade com que o nosso ficou já não consegue responder - e digo-o desejando que estas eleições o fortaleçam.

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#21 filinto em 06.26.07 às

O que me parece óbvio - e tive algumas conversas recentes em torno das eleições do Sindicato que mo demonstraram - é que o sindicato não é suficiente. E é até contraproducente (para não ser antipático) que o sindicato se ocupe das matérias que deveriam estar associadas a uma ordem, porque mete a foice em demasiadas cearas, alheias ou não.

Há de facto demasiados muitos de ordem não laboral que um sindicato com a autoridade com que o nosso ficou já não consegue responder - e digo-o desejando que estas eleições o fortaleçam.

Eu compreendo o que dizes que “há pelo menos uma geração de jornalistas portugueses que é contra a ordem”, mas se as coisas se acumulam ela poderá a última geração. Uma geração, aliás, presa apenas por um slogan curioso!

#22 filinto em 06.26.07 às

O que me parece óbvio - e tive algumas conversas recentes em torno das eleições do Sindicato que mo demonstraram - é que o sindicato não é suficiente. E é até contraproducente (para não ser antipático) que o sindicato se ocupe das matérias que deveriam estar associadas a uma ordem, porque mete a foice em demasiadas cearas, alheias ou não.

Há de facto demasiados muitos de ordem não laboral que um sindicato com a autoridade com que o nosso ficou já não consegue responder - e digo-o desejando que estas eleições o fortaleçam.

Eu compreendo o que dizes que “há pelo menos uma geração de jornalistas portugueses que é contra a ordem”, mas se as coisas se acumulam ela poderá a última geração. Uma geração, aliás, presa apenas por um slogan curioso!

#23 filinto em 06.26.07 às

O que me parece óbvio - e tive algumas conversas recentes em torno das eleições do Sindicato que mo demonstraram - é que o sindicato não é suficiente. E é até contraproducente (para não ser antipático) que o sindicato se ocupe das matérias que deveriam estar associadas a uma ordem, porque mete a foice em demasiadas cearas, alheias ou não.

Há de facto demasiados muitos de ordem não laboral que um sindicato com a autoridade com que o nosso ficou já não consegue responder - e digo-o desejando que estas eleições o fortaleçam.

Eu compreendo o que dizes que “há pelo menos uma geração de jornalistas portugueses que é contra a ordem”, mas se as coisas se acumulam ela poderá a última geração. Uma geração, aliás, presa apenas por um slogan curioso!

#24 filinto em 06.26.07 às

O que me parece óbvio - e tive algumas conversas recentes em torno das eleições do Sindicato que mo demonstraram - é que o sindicato não é suficiente. E é até contraproducente (para não ser antipático) que o sindicato se ocupe das matérias que deveriam estar associadas a uma ordem, porque mete a foice em demasiadas cearas, alheias ou não.

Há de facto demasiados muitos de ordem não laboral que um sindicato com a autoridade com que o nosso ficou já não consegue responder - e digo-o desejando que estas eleições o fortaleçam.

Eu compreendo o que dizes que “há pelo menos uma geração de jornalistas portugueses que é contra a ordem”, mas se as coisas se acumulam ela poderá a última geração. Uma geração, aliás, presa apenas por um slogan curioso!

#25 filinto em 06.26.07 às

O que me parece óbvio - e tive algumas conversas recentes em torno das eleições do Sindicato que mo demonstraram - é que o sindicato não é suficiente. E é até contraproducente (para não ser antipático) que o sindicato se ocupe das matérias que deveriam estar associadas a uma ordem, porque mete a foice em demasiadas cearas, alheias ou não.

Há de facto demasiados muitos de ordem não laboral que um sindicato com a autoridade com que o nosso ficou já não consegue responder - e digo-o desejando que estas eleições o fortaleçam.

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#26 filinto em 06.26.07 às

O que me parece óbvio - e tive algumas conversas recentes em torno das eleições do Sindicato que mo demonstraram - é que o sindicato não é suficiente. E é até contraproducente (para não ser antipático) que o sindicato se ocupe das matérias que deveriam estar associadas a uma ordem, porque mete a foice em demasiadas cearas, alheias ou não.

Há de facto demasiados muitos de ordem não laboral que um sindicato com a autoridade com que o nosso ficou já não consegue responder - e digo-o desejando que estas eleições o fortaleçam.

Eu compreendo o que dizes que “há pelo menos uma geração de jornalistas portugueses que é contra a ordem”, mas se as coisas se acumulam ela poderá a última geração. Uma geração, aliás, presa apenas por um slogan curioso!

#27 filinto em 06.26.07 às

O que me parece óbvio - e tive algumas conversas recentes em torno das eleições do Sindicato que mo demonstraram - é que o sindicato não é suficiente. E é até contraproducente (para não ser antipático) que o sindicato se ocupe das matérias que deveriam estar associadas a uma ordem, porque mete a foice em demasiadas cearas, alheias ou não.

Há de facto demasiados muitos de ordem não laboral que um sindicato com a autoridade com que o nosso ficou já não consegue responder - e digo-o desejando que estas eleições o fortaleçam.

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