ACT A Ordem vai ter de esperar…
Não é a primeira vez, e hoje voltei a receber outro e-mail, que me falam na questão da Ordem dos Jornalistas, desafiando-me, até, a dar alguns passos nesse sentido.
Tenho respondido, e voltei a dizê-lo à Sónia, que não há - ainda - condições para se pensar na criação de uma Ordem dos Jornalistas em Portugal (com este ou com outro nome), que, no entanto, considero irreversível. E não há condições porque há pelo menos uma geração de jornalistas portugueses - alguns deles grandes referências para todos nós - que se opõe visceralmente (ideologicamente?) à Ordem. Qualquer discussão, a lançar agora, será suicida e fratricida. Sem necessidade.
Mas, ao mesmo tempo, acredito que a Ordem será uma realidade: porque é preciso um instituto que faça a auto-regulação de todos os jornalistas e não apenas dos que, voluntariamente, se inscrevem no Sindicato (ou seja, não é uma crítica directa ao Sindicato, mas de funcionamento legal e institucional). Sindicato e Ordem são compatíveis.

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O que me parece óbvio - e tive algumas conversas recentes em torno das eleições do Sindicato que mo demonstraram - é que o sindicato não é suficiente. E é até contraproducente (para não ser antipático) que o sindicato se ocupe das matérias que deveriam estar associadas a uma ordem, porque mete a foice em demasiadas cearas, alheias ou não.
Há de facto demasiados muitos de ordem não laboral que um sindicato com a autoridade com que o nosso ficou já não consegue responder - e digo-o desejando que estas eleições o fortaleçam.
Eu compreendo o que dizes que “há pelo menos uma geração de jornalistas portugueses que é contra a ordem”, mas se as coisas se acumulam ela poderá a última geração. Uma geração, aliás, presa apenas por um slogan curioso!
O que me parece óbvio - e tive algumas conversas recentes em torno das eleições do Sindicato que mo demonstraram - é que o sindicato não é suficiente. E é até contraproducente (para não ser antipático) que o sindicato se ocupe das matérias que deveriam estar associadas a uma ordem, porque mete a foice em demasiadas cearas, alheias ou não.
Há de facto demasiados muitos de ordem não laboral que um sindicato com a autoridade com que o nosso ficou já não consegue responder - e digo-o desejando que estas eleições o fortaleçam.
Eu compreendo o que dizes que “há pelo menos uma geração de jornalistas portugueses que é contra a ordem”, mas se as coisas se acumulam ela poderá a última geração. Uma geração, aliás, presa apenas por um slogan curioso!
O que me parece óbvio - e tive algumas conversas recentes em torno das eleições do Sindicato que mo demonstraram - é que o sindicato não é suficiente. E é até contraproducente (para não ser antipático) que o sindicato se ocupe das matérias que deveriam estar associadas a uma ordem, porque mete a foice em demasiadas cearas, alheias ou não.
Há de facto demasiados muitos de ordem não laboral que um sindicato com a autoridade com que o nosso ficou já não consegue responder - e digo-o desejando que estas eleições o fortaleçam.
Eu compreendo o que dizes que “há pelo menos uma geração de jornalistas portugueses que é contra a ordem”, mas se as coisas se acumulam ela poderá a última geração. Uma geração, aliás, presa apenas por um slogan curioso!
O que me parece óbvio - e tive algumas conversas recentes em torno das eleições do Sindicato que mo demonstraram - é que o sindicato não é suficiente. E é até contraproducente (para não ser antipático) que o sindicato se ocupe das matérias que deveriam estar associadas a uma ordem, porque mete a foice em demasiadas cearas, alheias ou não.
Há de facto demasiados muitos de ordem não laboral que um sindicato com a autoridade com que o nosso ficou já não consegue responder - e digo-o desejando que estas eleições o fortaleçam.
Eu compreendo o que dizes que “há pelo menos uma geração de jornalistas portugueses que é contra a ordem”, mas se as coisas se acumulam ela poderá a última geração. Uma geração, aliás, presa apenas por um slogan curioso!
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Há de facto demasiados muitos de ordem não laboral que um sindicato com a autoridade com que o nosso ficou já não consegue responder - e digo-o desejando que estas eleições o fortaleçam.
Eu compreendo o que dizes que “há pelo menos uma geração de jornalistas portugueses que é contra a ordem”, mas se as coisas se acumulam ela poderá a última geração. Uma geração, aliás, presa apenas por um slogan curioso!
O que me parece óbvio - e tive algumas conversas recentes em torno das eleições do Sindicato que mo demonstraram - é que o sindicato não é suficiente. E é até contraproducente (para não ser antipático) que o sindicato se ocupe das matérias que deveriam estar associadas a uma ordem, porque mete a foice em demasiadas cearas, alheias ou não.
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Há de facto demasiados muitos de ordem não laboral que um sindicato com a autoridade com que o nosso ficou já não consegue responder - e digo-o desejando que estas eleições o fortaleçam.
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Há de facto demasiados muitos de ordem não laboral que um sindicato com a autoridade com que o nosso ficou já não consegue responder - e digo-o desejando que estas eleições o fortaleçam.
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Há de facto demasiados muitos de ordem não laboral que um sindicato com a autoridade com que o nosso ficou já não consegue responder - e digo-o desejando que estas eleições o fortaleçam.
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