(ACT) … e algumas notas minhas
Devo dizer que a resposta de José Manuel Fernandes me surpreendeu. Genuinamente. É verdade que há muitos anos que não trabalho na imprensa portuguesa, mas sempre pensei que o poder de editar uma entrevista se traduzia na escolha das frases relevantes, mas não na capacidade de pôr na boca do entrevistado coisas que ele não disse exactamente dessa forma. E invoco em defesa da minha ignorância alguns textos que aqui escrevi, antes, sobre o mesmo assunto, com a mesma tese.
Mais, há muitos anos que escrevo regularmente para um jornal português de Macau e sempre entendi a edição dessa forma: escolher as partes mais interessantes/importantes, mas - do que é citado - traduzir com rigor (sobretudo questões com alguma polémica).
Provavelmente estou desfazado da realidade e tenho de re-aprender a fazer.
PS 1 - apreciei a disponibilidade do director do Público para dar (raros, na profissão) esclarecimentos técnicos aos leitores. O jornalismo não é uma coisa de jornalistas, é de todos os cidadãos que quiserem/puderem interessar-se.
PS 2 - O tema é tão interessante que, apesar dos dois textos aqui postos, sugiro, sobretudo aos estudantes de jornalismo, uma leitura na íntegra CORR(não online) disponível aqui.

del.icio.us
DoMelhor
EuCurti
feed RSS
64 opiniões ↓
Eu vi a entrevista na RTP2 e Augusto Santos Silva tem razão no protesto.
Ao contrario do que JMF afirma a entrevista correu melhor ao ministro do que aos Jornalistas, não conseguindo estes provar nada do que tinham acusado a ERC, o que no fim da entrevista valeu uma observação de ASS, perguntando onde estavam as graves falhas ou perversões de que o acusavam. Nos 2 jornalistas presentes o silêncio e o mau estar foi obvio.
A transcrição defeituosa e manipuladora da entrevista por parte de JMF, não é mais do que uma mesquinha,baixa mas grave forma de vingança.
O mesmo aconteceu com o caso levantado pela revista Visão e o caso das secretas.Resultante da mesquinhez e ressentimento do jornalista pelo facto de não ter sido recebido pelo responsavel.
E é assim um certo jornalismo, que mantem uma guerra pelo poder e influência com o mundo politico.
Eu vi a entrevista na RTP2 e Augusto Santos Silva tem razão no protesto.
Ao contrario do que JMF afirma a entrevista correu melhor ao ministro do que aos Jornalistas, não conseguindo estes provar nada do que tinham acusado a ERC, o que no fim da entrevista valeu uma observação de ASS, perguntando onde estavam as graves falhas ou perversões de que o acusavam. Nos 2 jornalistas presentes o silêncio e o mau estar foi obvio.
A transcrição defeituosa e manipuladora da entrevista por parte de JMF, não é mais do que uma mesquinha,baixa mas grave forma de vingança.
O mesmo aconteceu com o caso levantado pela revista Visão e o caso das secretas.Resultante da mesquinhez e ressentimento do jornalista pelo facto de não ter sido recebido pelo responsavel.
E é assim um certo jornalismo, que mantem uma guerra pelo poder e influência com o mundo politico.
Eu vi a entrevista na RTP2 e Augusto Santos Silva tem razão no protesto.
Ao contrario do que JMF afirma a entrevista correu melhor ao ministro do que aos Jornalistas, não conseguindo estes provar nada do que tinham acusado a ERC, o que no fim da entrevista valeu uma observação de ASS, perguntando onde estavam as graves falhas ou perversões de que o acusavam. Nos 2 jornalistas presentes o silêncio e o mau estar foi obvio.
A transcrição defeituosa e manipuladora da entrevista por parte de JMF, não é mais do que uma mesquinha,baixa mas grave forma de vingança.
O mesmo aconteceu com o caso levantado pela revista Visão e o caso das secretas.Resultante da mesquinhez e ressentimento do jornalista pelo facto de não ter sido recebido pelo responsavel.
E é assim um certo jornalismo, que mantem uma guerra pelo poder e influência com o mundo politico.
Eu vi a entrevista na RTP2 e Augusto Santos Silva tem razão no protesto.
Ao contrario do que JMF afirma a entrevista correu melhor ao ministro do que aos Jornalistas, não conseguindo estes provar nada do que tinham acusado a ERC, o que no fim da entrevista valeu uma observação de ASS, perguntando onde estavam as graves falhas ou perversões de que o acusavam. Nos 2 jornalistas presentes o silêncio e o mau estar foi obvio.
A transcrição defeituosa e manipuladora da entrevista por parte de JMF, não é mais do que uma mesquinha,baixa mas grave forma de vingança.
O mesmo aconteceu com o caso levantado pela revista Visão e o caso das secretas.Resultante da mesquinhez e ressentimento do jornalista pelo facto de não ter sido recebido pelo responsavel.
E é assim um certo jornalismo, que mantem uma guerra pelo poder e influência com o mundo politico.
Eu vi a entrevista na RTP2 e Augusto Santos Silva tem razão no protesto.
Ao contrario do que JMF afirma a entrevista correu melhor ao ministro do que aos Jornalistas, não conseguindo estes provar nada do que tinham acusado a ERC, o que no fim da entrevista valeu uma observação de ASS, perguntando onde estavam as graves falhas ou perversões de que o acusavam. Nos 2 jornalistas presentes o silêncio e o mau estar foi obvio.
A transcrição defeituosa e manipuladora da entrevista por parte de JMF, não é mais do que uma mesquinha,baixa mas grave forma de vingança.
O mesmo aconteceu com o caso levantado pela revista Visão e o caso das secretas.Resultante da mesquinhez e ressentimento do jornalista pelo facto de não ter sido recebido pelo responsavel.
E é assim um certo jornalismo, que mantem uma guerra pelo poder e influência com o mundo politico.
Eu vi a entrevista na RTP2 e Augusto Santos Silva tem razão no protesto.
Ao contrario do que JMF afirma a entrevista correu melhor ao ministro do que aos Jornalistas, não conseguindo estes provar nada do que tinham acusado a ERC, o que no fim da entrevista valeu uma observação de ASS, perguntando onde estavam as graves falhas ou perversões de que o acusavam. Nos 2 jornalistas presentes o silêncio e o mau estar foi obvio.
A transcrição defeituosa e manipuladora da entrevista por parte de JMF, não é mais do que uma mesquinha,baixa mas grave forma de vingança.
O mesmo aconteceu com o caso levantado pela revista Visão e o caso das secretas.Resultante da mesquinhez e ressentimento do jornalista pelo facto de não ter sido recebido pelo responsavel.
E é assim um certo jornalismo, que mantem uma guerra pelo poder e influência com o mundo politico.
Eu vi a entrevista na RTP2 e Augusto Santos Silva tem razão no protesto.
Ao contrario do que JMF afirma a entrevista correu melhor ao ministro do que aos Jornalistas, não conseguindo estes provar nada do que tinham acusado a ERC, o que no fim da entrevista valeu uma observação de ASS, perguntando onde estavam as graves falhas ou perversões de que o acusavam. Nos 2 jornalistas presentes o silêncio e o mau estar foi obvio.
A transcrição defeituosa e manipuladora da entrevista por parte de JMF, não é mais do que uma mesquinha,baixa mas grave forma de vingança.
O mesmo aconteceu com o caso levantado pela revista Visão e o caso das secretas.Resultante da mesquinhez e ressentimento do jornalista pelo facto de não ter sido recebido pelo responsavel.
E é assim um certo jornalismo, que mantem uma guerra pelo poder e influência com o mundo politico.
Eu vi a entrevista na RTP2 e Augusto Santos Silva tem razão no protesto.
Ao contrario do que JMF afirma a entrevista correu melhor ao ministro do que aos Jornalistas, não conseguindo estes provar nada do que tinham acusado a ERC, o que no fim da entrevista valeu uma observação de ASS, perguntando onde estavam as graves falhas ou perversões de que o acusavam. Nos 2 jornalistas presentes o silêncio e o mau estar foi obvio.
A transcrição defeituosa e manipuladora da entrevista por parte de JMF, não é mais do que uma mesquinha,baixa mas grave forma de vingança.
O mesmo aconteceu com o caso levantado pela revista Visão e o caso das secretas.Resultante da mesquinhez e ressentimento do jornalista pelo facto de não ter sido recebido pelo responsavel.
E é assim um certo jornalismo, que mantem uma guerra pelo poder e influência com o mundo politico.
Eu vi a entrevista na RTP2 e Augusto Santos Silva tem razão no protesto.
Ao contrario do que JMF afirma a entrevista correu melhor ao ministro do que aos Jornalistas, não conseguindo estes provar nada do que tinham acusado a ERC, o que no fim da entrevista valeu uma observação de ASS, perguntando onde estavam as graves falhas ou perversões de que o acusavam. Nos 2 jornalistas presentes o silêncio e o mau estar foi obvio.
A transcrição defeituosa e manipuladora da entrevista por parte de JMF, não é mais do que uma mesquinha,baixa mas grave forma de vingança.
O mesmo aconteceu com o caso levantado pela revista Visão e o caso das secretas.Resultante da mesquinhez e ressentimento do jornalista pelo facto de não ter sido recebido pelo responsavel.
E é assim um certo jornalismo, que mantem uma guerra pelo poder e influência com o mundo politico.
Eu vi a entrevista na RTP2 e Augusto Santos Silva tem razão no protesto.
Ao contrario do que JMF afirma a entrevista correu melhor ao ministro do que aos Jornalistas, não conseguindo estes provar nada do que tinham acusado a ERC, o que no fim da entrevista valeu uma observação de ASS, perguntando onde estavam as graves falhas ou perversões de que o acusavam. Nos 2 jornalistas presentes o silêncio e o mau estar foi obvio.
A transcrição defeituosa e manipuladora da entrevista por parte de JMF, não é mais do que uma mesquinha,baixa mas grave forma de vingança.
O mesmo aconteceu com o caso levantado pela revista Visão e o caso das secretas.Resultante da mesquinhez e ressentimento do jornalista pelo facto de não ter sido recebido pelo responsavel.
E é assim um certo jornalismo, que mantem uma guerra pelo poder e influência com o mundo politico.
Eu vi a entrevista na RTP2 e Augusto Santos Silva tem razão no protesto.
Ao contrario do que JMF afirma a entrevista correu melhor ao ministro do que aos Jornalistas, não conseguindo estes provar nada do que tinham acusado a ERC, o que no fim da entrevista valeu uma observação de ASS, perguntando onde estavam as graves falhas ou perversões de que o acusavam. Nos 2 jornalistas presentes o silêncio e o mau estar foi obvio.
A transcrição defeituosa e manipuladora da entrevista por parte de JMF, não é mais do que uma mesquinha,baixa mas grave forma de vingança.
O mesmo aconteceu com o caso levantado pela revista Visão e o caso das secretas.Resultante da mesquinhez e ressentimento do jornalista pelo facto de não ter sido recebido pelo responsavel.
E é assim um certo jornalismo, que mantem uma guerra pelo poder e influência com o mundo politico.
Eu vi a entrevista na RTP2 e Augusto Santos Silva tem razão no protesto.
Ao contrario do que JMF afirma a entrevista correu melhor ao ministro do que aos Jornalistas, não conseguindo estes provar nada do que tinham acusado a ERC, o que no fim da entrevista valeu uma observação de ASS, perguntando onde estavam as graves falhas ou perversões de que o acusavam. Nos 2 jornalistas presentes o silêncio e o mau estar foi obvio.
A transcrição defeituosa e manipuladora da entrevista por parte de JMF, não é mais do que uma mesquinha,baixa mas grave forma de vingança.
O mesmo aconteceu com o caso levantado pela revista Visão e o caso das secretas.Resultante da mesquinhez e ressentimento do jornalista pelo facto de não ter sido recebido pelo responsavel.
E é assim um certo jornalismo, que mantem uma guerra pelo poder e influência com o mundo politico.
Eu vi a entrevista na RTP2 e Augusto Santos Silva tem razão no protesto.
Ao contrario do que JMF afirma a entrevista correu melhor ao ministro do que aos Jornalistas, não conseguindo estes provar nada do que tinham acusado a ERC, o que no fim da entrevista valeu uma observação de ASS, perguntando onde estavam as graves falhas ou perversões de que o acusavam. Nos 2 jornalistas presentes o silêncio e o mau estar foi obvio.
A transcrição defeituosa e manipuladora da entrevista por parte de JMF, não é mais do que uma mesquinha,baixa mas grave forma de vingança.
O mesmo aconteceu com o caso levantado pela revista Visão e o caso das secretas.Resultante da mesquinhez e ressentimento do jornalista pelo facto de não ter sido recebido pelo responsavel.
E é assim um certo jornalismo, que mantem uma guerra pelo poder e influência com o mundo politico.
Eu vi a entrevista na RTP2 e Augusto Santos Silva tem razão no protesto.
Ao contrario do que JMF afirma a entrevista correu melhor ao ministro do que aos Jornalistas, não conseguindo estes provar nada do que tinham acusado a ERC, o que no fim da entrevista valeu uma observação de ASS, perguntando onde estavam as graves falhas ou perversões de que o acusavam. Nos 2 jornalistas presentes o silêncio e o mau estar foi obvio.
A transcrição defeituosa e manipuladora da entrevista por parte de JMF, não é mais do que uma mesquinha,baixa mas grave forma de vingança.
O mesmo aconteceu com o caso levantado pela revista Visão e o caso das secretas.Resultante da mesquinhez e ressentimento do jornalista pelo facto de não ter sido recebido pelo responsavel.
E é assim um certo jornalismo, que mantem uma guerra pelo poder e influência com o mundo politico.
Eu vi a entrevista na RTP2 e Augusto Santos Silva tem razão no protesto.
Ao contrario do que JMF afirma a entrevista correu melhor ao ministro do que aos Jornalistas, não conseguindo estes provar nada do que tinham acusado a ERC, o que no fim da entrevista valeu uma observação de ASS, perguntando onde estavam as graves falhas ou perversões de que o acusavam. Nos 2 jornalistas presentes o silêncio e o mau estar foi obvio.
A transcrição defeituosa e manipuladora da entrevista por parte de JMF, não é mais do que uma mesquinha,baixa mas grave forma de vingança.
O mesmo aconteceu com o caso levantado pela revista Visão e o caso das secretas.Resultante da mesquinhez e ressentimento do jornalista pelo facto de não ter sido recebido pelo responsavel.
E é assim um certo jornalismo, que mantem uma guerra pelo poder e influência com o mundo politico.
Eu vi a entrevista na RTP2 e Augusto Santos Silva tem razão no protesto.
Ao contrario do que JMF afirma a entrevista correu melhor ao ministro do que aos Jornalistas, não conseguindo estes provar nada do que tinham acusado a ERC, o que no fim da entrevista valeu uma observação de ASS, perguntando onde estavam as graves falhas ou perversões de que o acusavam. Nos 2 jornalistas presentes o silêncio e o mau estar foi obvio.
A transcrição defeituosa e manipuladora da entrevista por parte de JMF, não é mais do que uma mesquinha,baixa mas grave forma de vingança.
O mesmo aconteceu com o caso levantado pela revista Visão e o caso das secretas.Resultante da mesquinhez e ressentimento do jornalista pelo facto de não ter sido recebido pelo responsavel.
E é assim um certo jornalismo, que mantem uma guerra pelo poder e influência com o mundo politico.
Eu vi a entrevista na RTP2 e Augusto Santos Silva tem razão no protesto.
Ao contrario do que JMF afirma a entrevista correu melhor ao ministro do que aos Jornalistas, não conseguindo estes provar nada do que tinham acusado a ERC, o que no fim da entrevista valeu uma observação de ASS, perguntando onde estavam as graves falhas ou perversões de que o acusavam. Nos 2 jornalistas presentes o silêncio e o mau estar foi obvio.
A transcrição defeituosa e manipuladora da entrevista por parte de JMF, não é mais do que uma mesquinha,baixa mas grave forma de vingança.
O mesmo aconteceu com o caso levantado pela revista Visão e o caso das secretas.Resultante da mesquinhez e ressentimento do jornalista pelo facto de não ter sido recebido pelo responsavel.
E é assim um certo jornalismo, que mantem uma guerra pelo poder e influência com o mundo politico.
Eu vi a entrevista na RTP2 e Augusto Santos Silva tem razão no protesto.
Ao contrario do que JMF afirma a entrevista correu melhor ao ministro do que aos Jornalistas, não conseguindo estes provar nada do que tinham acusado a ERC, o que no fim da entrevista valeu uma observação de ASS, perguntando onde estavam as graves falhas ou perversões de que o acusavam. Nos 2 jornalistas presentes o silêncio e o mau estar foi obvio.
A transcrição defeituosa e manipuladora da entrevista por parte de JMF, não é mais do que uma mesquinha,baixa mas grave forma de vingança.
O mesmo aconteceu com o caso levantado pela revista Visão e o caso das secretas.Resultante da mesquinhez e ressentimento do jornalista pelo facto de não ter sido recebido pelo responsavel.
E é assim um certo jornalismo, que mantem uma guerra pelo poder e influência com o mundo politico.
Eu vi a entrevista na RTP2 e Augusto Santos Silva tem razão no protesto.
Ao contrario do que JMF afirma a entrevista correu melhor ao ministro do que aos Jornalistas, não conseguindo estes provar nada do que tinham acusado a ERC, o que no fim da entrevista valeu uma observação de ASS, perguntando onde estavam as graves falhas ou perversões de que o acusavam. Nos 2 jornalistas presentes o silêncio e o mau estar foi obvio.
A transcrição defeituosa e manipuladora da entrevista por parte de JMF, não é mais do que uma mesquinha,baixa mas grave forma de vingança.
O mesmo aconteceu com o caso levantado pela revista Visão e o caso das secretas.Resultante da mesquinhez e ressentimento do jornalista pelo facto de não ter sido recebido pelo responsavel.
E é assim um certo jornalismo, que mantem uma guerra pelo poder e influência com o mundo politico.
Eu vi a entrevista na RTP2 e Augusto Santos Silva tem razão no protesto.
Ao contrario do que JMF afirma a entrevista correu melhor ao ministro do que aos Jornalistas, não conseguindo estes provar nada do que tinham acusado a ERC, o que no fim da entrevista valeu uma observação de ASS, perguntando onde estavam as graves falhas ou perversões de que o acusavam. Nos 2 jornalistas presentes o silêncio e o mau estar foi obvio.
A transcrição defeituosa e manipuladora da entrevista por parte de JMF, não é mais do que uma mesquinha,baixa mas grave forma de vingança.
O mesmo aconteceu com o caso levantado pela revista Visão e o caso das secretas.Resultante da mesquinhez e ressentimento do jornalista pelo facto de não ter sido recebido pelo responsavel.
E é assim um certo jornalismo, que mantem uma guerra pelo poder e influência com o mundo politico.
Eu vi a entrevista na RTP2 e Augusto Santos Silva tem razão no protesto.
Ao contrario do que JMF afirma a entrevista correu melhor ao ministro do que aos Jornalistas, não conseguindo estes provar nada do que tinham acusado a ERC, o que no fim da entrevista valeu uma observação de ASS, perguntando onde estavam as graves falhas ou perversões de que o acusavam. Nos 2 jornalistas presentes o silêncio e o mau estar foi obvio.
A transcrição defeituosa e manipuladora da entrevista por parte de JMF, não é mais do que uma mesquinha,baixa mas grave forma de vingança.
O mesmo aconteceu com o caso levantado pela revista Visão e o caso das secretas.Resultante da mesquinhez e ressentimento do jornalista pelo facto de não ter sido recebido pelo responsavel.
E é assim um certo jornalismo, que mantem uma guerra pelo poder e influência com o mundo politico.
Eu vi a entrevista na RTP2 e Augusto Santos Silva tem razão no protesto.
Ao contrario do que JMF afirma a entrevista correu melhor ao ministro do que aos Jornalistas, não conseguindo estes provar nada do que tinham acusado a ERC, o que no fim da entrevista valeu uma observação de ASS, perguntando onde estavam as graves falhas ou perversões de que o acusavam. Nos 2 jornalistas presentes o silêncio e o mau estar foi obvio.
A transcrição defeituosa e manipuladora da entrevista por parte de JMF, não é mais do que uma mesquinha,baixa mas grave forma de vingança.
O mesmo aconteceu com o caso levantado pela revista Visão e o caso das secretas.Resultante da mesquinhez e ressentimento do jornalista pelo facto de não ter sido recebido pelo responsavel.
E é assim um certo jornalismo, que mantem uma guerra pelo poder e influência com o mundo politico.
Eu vi a entrevista na RTP2 e Augusto Santos Silva tem razão no protesto.
Ao contrario do que JMF afirma a entrevista correu melhor ao ministro do que aos Jornalistas, não conseguindo estes provar nada do que tinham acusado a ERC, o que no fim da entrevista valeu uma observação de ASS, perguntando onde estavam as graves falhas ou perversões de que o acusavam. Nos 2 jornalistas presentes o silêncio e o mau estar foi obvio.
A transcrição defeituosa e manipuladora da entrevista por parte de JMF, não é mais do que uma mesquinha,baixa mas grave forma de vingança.
O mesmo aconteceu com o caso levantado pela revista Visão e o caso das secretas.Resultante da mesquinhez e ressentimento do jornalista pelo facto de não ter sido recebido pelo responsavel.
E é assim um certo jornalismo, que mantem uma guerra pelo poder e influência com o mundo politico.
Eu vi a entrevista na RTP2 e Augusto Santos Silva tem razão no protesto.
Ao contrario do que JMF afirma a entrevista correu melhor ao ministro do que aos Jornalistas, não conseguindo estes provar nada do que tinham acusado a ERC, o que no fim da entrevista valeu uma observação de ASS, perguntando onde estavam as graves falhas ou perversões de que o acusavam. Nos 2 jornalistas presentes o silêncio e o mau estar foi obvio.
A transcrição defeituosa e manipuladora da entrevista por parte de JMF, não é mais do que uma mesquinha,baixa mas grave forma de vingança.
O mesmo aconteceu com o caso levantado pela revista Visão e o caso das secretas.Resultante da mesquinhez e ressentimento do jornalista pelo facto de não ter sido recebido pelo responsavel.
E é assim um certo jornalismo, que mantem uma guerra pelo poder e influência com o mundo politico.
Eu vi a entrevista na RTP2 e Augusto Santos Silva tem razão no protesto.
Ao contrario do que JMF afirma a entrevista correu melhor ao ministro do que aos Jornalistas, não conseguindo estes provar nada do que tinham acusado a ERC, o que no fim da entrevista valeu uma observação de ASS, perguntando onde estavam as graves falhas ou perversões de que o acusavam. Nos 2 jornalistas presentes o silêncio e o mau estar foi obvio.
A transcrição defeituosa e manipuladora da entrevista por parte de JMF, não é mais do que uma mesquinha,baixa mas grave forma de vingança.
O mesmo aconteceu com o caso levantado pela revista Visão e o caso das secretas.Resultante da mesquinhez e ressentimento do jornalista pelo facto de não ter sido recebido pelo responsavel.
E é assim um certo jornalismo, que mantem uma guerra pelo poder e influência com o mundo politico.
Eu vi a entrevista na RTP2 e Augusto Santos Silva tem razão no protesto.
Ao contrario do que JMF afirma a entrevista correu melhor ao ministro do que aos Jornalistas, não conseguindo estes provar nada do que tinham acusado a ERC, o que no fim da entrevista valeu uma observação de ASS, perguntando onde estavam as graves falhas ou perversões de que o acusavam. Nos 2 jornalistas presentes o silêncio e o mau estar foi obvio.
A transcrição defeituosa e manipuladora da entrevista por parte de JMF, não é mais do que uma mesquinha,baixa mas grave forma de vingança.
O mesmo aconteceu com o caso levantado pela revista Visão e o caso das secretas.Resultante da mesquinhez e ressentimento do jornalista pelo facto de não ter sido recebido pelo responsavel.
E é assim um certo jornalismo, que mantem uma guerra pelo poder e influência com o mundo politico.
Eu vi a entrevista na RTP2 e Augusto Santos Silva tem razão no protesto.
Ao contrario do que JMF afirma a entrevista correu melhor ao ministro do que aos Jornalistas, não conseguindo estes provar nada do que tinham acusado a ERC, o que no fim da entrevista valeu uma observação de ASS, perguntando onde estavam as graves falhas ou perversões de que o acusavam. Nos 2 jornalistas presentes o silêncio e o mau estar foi obvio.
A transcrição defeituosa e manipuladora da entrevista por parte de JMF, não é mais do que uma mesquinha,baixa mas grave forma de vingança.
O mesmo aconteceu com o caso levantado pela revista Visão e o caso das secretas.Resultante da mesquinhez e ressentimento do jornalista pelo facto de não ter sido recebido pelo responsavel.
E é assim um certo jornalismo, que mantem uma guerra pelo poder e influência com o mundo politico.
Eu vi a entrevista na RTP2 e Augusto Santos Silva tem razão no protesto.
Ao contrario do que JMF afirma a entrevista correu melhor ao ministro do que aos Jornalistas, não conseguindo estes provar nada do que tinham acusado a ERC, o que no fim da entrevista valeu uma observação de ASS, perguntando onde estavam as graves falhas ou perversões de que o acusavam. Nos 2 jornalistas presentes o silêncio e o mau estar foi obvio.
A transcrição defeituosa e manipuladora da entrevista por parte de JMF, não é mais do que uma mesquinha,baixa mas grave forma de vingança.
O mesmo aconteceu com o caso levantado pela revista Visão e o caso das secretas.Resultante da mesquinhez e ressentimento do jornalista pelo facto de não ter sido recebido pelo responsavel.
E é assim um certo jornalismo, que mantem uma guerra pelo poder e influência com o mundo politico.
Eu vi a entrevista na RTP2 e Augusto Santos Silva tem razão no protesto.
Ao contrario do que JMF afirma a entrevista correu melhor ao ministro do que aos Jornalistas, não conseguindo estes provar nada do que tinham acusado a ERC, o que no fim da entrevista valeu uma observação de ASS, perguntando onde estavam as graves falhas ou perversões de que o acusavam. Nos 2 jornalistas presentes o silêncio e o mau estar foi obvio.
A transcrição defeituosa e manipuladora da entrevista por parte de JMF, não é mais do que uma mesquinha,baixa mas grave forma de vingança.
O mesmo aconteceu com o caso levantado pela revista Visão e o caso das secretas.Resultante da mesquinhez e ressentimento do jornalista pelo facto de não ter sido recebido pelo responsavel.
E é assim um certo jornalismo, que mantem uma guerra pelo poder e influência com o mundo politico.
Eu vi a entrevista na RTP2 e Augusto Santos Silva tem razão no protesto.
Ao contrario do que JMF afirma a entrevista correu melhor ao ministro do que aos Jornalistas, não conseguindo estes provar nada do que tinham acusado a ERC, o que no fim da entrevista valeu uma observação de ASS, perguntando onde estavam as graves falhas ou perversões de que o acusavam. Nos 2 jornalistas presentes o silêncio e o mau estar foi obvio.
A transcrição defeituosa e manipuladora da entrevista por parte de JMF, não é mais do que uma mesquinha,baixa mas grave forma de vingança.
O mesmo aconteceu com o caso levantado pela revista Visão e o caso das secretas.Resultante da mesquinhez e ressentimento do jornalista pelo facto de não ter sido recebido pelo responsavel.
E é assim um certo jornalismo, que mantem uma guerra pelo poder e influência com o mundo politico.
Eu vi a entrevista na RTP2 e Augusto Santos Silva tem razão no protesto.
Ao contrario do que JMF afirma a entrevista correu melhor ao ministro do que aos Jornalistas, não conseguindo estes provar nada do que tinham acusado a ERC, o que no fim da entrevista valeu uma observação de ASS, perguntando onde estavam as graves falhas ou perversões de que o acusavam. Nos 2 jornalistas presentes o silêncio e o mau estar foi obvio.
A transcrição defeituosa e manipuladora da entrevista por parte de JMF, não é mais do que uma mesquinha,baixa mas grave forma de vingança.
O mesmo aconteceu com o caso levantado pela revista Visão e o caso das secretas.Resultante da mesquinhez e ressentimento do jornalista pelo facto de não ter sido recebido pelo responsavel.
E é assim um certo jornalismo, que mantem uma guerra pelo poder e influência com o mundo politico.
Eu vi a entrevista na RTP2 e Augusto Santos Silva tem razão no protesto.
Ao contrario do que JMF afirma a entrevista correu melhor ao ministro do que aos Jornalistas, não conseguindo estes provar nada do que tinham acusado a ERC, o que no fim da entrevista valeu uma observação de ASS, perguntando onde estavam as graves falhas ou perversões de que o acusavam. Nos 2 jornalistas presentes o silêncio e o mau estar foi obvio.
A transcrição defeituosa e manipuladora da entrevista por parte de JMF, não é mais do que uma mesquinha,baixa mas grave forma de vingança.
O mesmo aconteceu com o caso levantado pela revista Visão e o caso das secretas.Resultante da mesquinhez e ressentimento do jornalista pelo facto de não ter sido recebido pelo responsavel.
E é assim um certo jornalismo, que mantem uma guerra pelo poder e influência com o mundo politico.
Grave também me pareceu ouvir uma das intervenientes no programa - Graça Franco - perante o silêncio cúmplice de JMF, a falar dos blogs e da eventual intervenção da ERC no sentido de lhes ´capar` a liberdade de expressão.
Aquela jornalista , cronista do Público, referiu-se por duas vezes a dois blogs. Um deles, um inominável muitomentiroso que teve existência breve mas suficiente para ainda hoje poder ser citado como exemplo negativo. No anonimato de quem o geriu, foram produzidas enormidades que ficaram escritas e deveriam ter a atenção que suscitam tais blogs: zero.
Porém, assim não entendeu a senhora Graça Franco que o associou a outro blog, a que chamou do “Queijo limiano”, numa associação de ideias lamentável, insultuosa e de alto teor aviltante.
A senhora Graça Franco pretendia eventualmente do ministro um esclarecimento acerca da intervenção da ERC em blogs como “o muitomentiroso e o queijo limiano” que supostamente são blogs boateiros e anónimos.
Não sei se a dita senhora lê o blog do “queijo limiano” ou apenas se deixou guiar pelas iluminadas palavras de outro blogger que também decidiu lançar para o arrumo do lixo o blog em causa- como aliás já fizera ao outro, sintomaticamente.
Se o fez, fez mal. Se não o fez por isso, não sabe do que falou.
Venha o diabo e escolha, a escolha da senhora Graça Franco…que poderia muito bem ter ido comentar com nome próprio e no blog em causa, o que lhe ia pelo pensamento- e não o fez, preferindo citar na tv, o caso, sem que alguém lhe pudesse retorquir em directo.
É destes jornalistas que a informação precisa? É deste jornalismo que andamos a consumir?
Grave também me pareceu ouvir uma das intervenientes no programa - Graça Franco - perante o silêncio cúmplice de JMF, a falar dos blogs e da eventual intervenção da ERC no sentido de lhes ´capar` a liberdade de expressão.
Aquela jornalista , cronista do Público, referiu-se por duas vezes a dois blogs. Um deles, um inominável muitomentiroso que teve existência breve mas suficiente para ainda hoje poder ser citado como exemplo negativo. No anonimato de quem o geriu, foram produzidas enormidades que ficaram escritas e deveriam ter a atenção que suscitam tais blogs: zero.
Porém, assim não entendeu a senhora Graça Franco que o associou a outro blog, a que chamou do “Queijo limiano”, numa associação de ideias lamentável, insultuosa e de alto teor aviltante.
A senhora Graça Franco pretendia eventualmente do ministro um esclarecimento acerca da intervenção da ERC em blogs como “o muitomentiroso e o queijo limiano” que supostamente são blogs boateiros e anónimos.
Não sei se a dita senhora lê o blog do “queijo limiano” ou apenas se deixou guiar pelas iluminadas palavras de outro blogger que também decidiu lançar para o arrumo do lixo o blog em causa- como aliás já fizera ao outro, sintomaticamente.
Se o fez, fez mal. Se não o fez por isso, não sabe do que falou.
Venha o diabo e escolha, a escolha da senhora Graça Franco…que poderia muito bem ter ido comentar com nome próprio e no blog em causa, o que lhe ia pelo pensamento- e não o fez, preferindo citar na tv, o caso, sem que alguém lhe pudesse retorquir em directo.
É destes jornalistas que a informação precisa? É deste jornalismo que andamos a consumir?
Grave também me pareceu ouvir uma das intervenientes no programa - Graça Franco - perante o silêncio cúmplice de JMF, a falar dos blogs e da eventual intervenção da ERC no sentido de lhes ´capar` a liberdade de expressão.
Aquela jornalista , cronista do Público, referiu-se por duas vezes a dois blogs. Um deles, um inominável muitomentiroso que teve existência breve mas suficiente para ainda hoje poder ser citado como exemplo negativo. No anonimato de quem o geriu, foram produzidas enormidades que ficaram escritas e deveriam ter a atenção que suscitam tais blogs: zero.
Porém, assim não entendeu a senhora Graça Franco que o associou a outro blog, a que chamou do “Queijo limiano”, numa associação de ideias lamentável, insultuosa e de alto teor aviltante.
A senhora Graça Franco pretendia eventualmente do ministro um esclarecimento acerca da intervenção da ERC em blogs como “o muitomentiroso e o queijo limiano” que supostamente são blogs boateiros e anónimos.
Não sei se a dita senhora lê o blog do “queijo limiano” ou apenas se deixou guiar pelas iluminadas palavras de outro blogger que também decidiu lançar para o arrumo do lixo o blog em causa- como aliás já fizera ao outro, sintomaticamente.
Se o fez, fez mal. Se não o fez por isso, não sabe do que falou.
Venha o diabo e escolha, a escolha da senhora Graça Franco…que poderia muito bem ter ido comentar com nome próprio e no blog em causa, o que lhe ia pelo pensamento- e não o fez, preferindo citar na tv, o caso, sem que alguém lhe pudesse retorquir em directo.
É destes jornalistas que a informação precisa? É deste jornalismo que andamos a consumir?
Grave também me pareceu ouvir uma das intervenientes no programa - Graça Franco - perante o silêncio cúmplice de JMF, a falar dos blogs e da eventual intervenção da ERC no sentido de lhes ´capar` a liberdade de expressão.
Aquela jornalista , cronista do Público, referiu-se por duas vezes a dois blogs. Um deles, um inominável muitomentiroso que teve existência breve mas suficiente para ainda hoje poder ser citado como exemplo negativo. No anonimato de quem o geriu, foram produzidas enormidades que ficaram escritas e deveriam ter a atenção que suscitam tais blogs: zero.
Porém, assim não entendeu a senhora Graça Franco que o associou a outro blog, a que chamou do “Queijo limiano”, numa associação de ideias lamentável, insultuosa e de alto teor aviltante.
A senhora Graça Franco pretendia eventualmente do ministro um esclarecimento acerca da intervenção da ERC em blogs como “o muitomentiroso e o queijo limiano” que supostamente são blogs boateiros e anónimos.
Não sei se a dita senhora lê o blog do “queijo limiano” ou apenas se deixou guiar pelas iluminadas palavras de outro blogger que também decidiu lançar para o arrumo do lixo o blog em causa- como aliás já fizera ao outro, sintomaticamente.
Se o fez, fez mal. Se não o fez por isso, não sabe do que falou.
Venha o diabo e escolha, a escolha da senhora Graça Franco…que poderia muito bem ter ido comentar com nome próprio e no blog em causa, o que lhe ia pelo pensamento- e não o fez, preferindo citar na tv, o caso, sem que alguém lhe pudesse retorquir em directo.
É destes jornalistas que a informação precisa? É deste jornalismo que andamos a consumir?
Grave também me pareceu ouvir uma das intervenientes no programa - Graça Franco - perante o silêncio cúmplice de JMF, a falar dos blogs e da eventual intervenção da ERC no sentido de lhes ´capar` a liberdade de expressão.
Aquela jornalista , cronista do Público, referiu-se por duas vezes a dois blogs. Um deles, um inominável muitomentiroso que teve existência breve mas suficiente para ainda hoje poder ser citado como exemplo negativo. No anonimato de quem o geriu, foram produzidas enormidades que ficaram escritas e deveriam ter a atenção que suscitam tais blogs: zero.
Porém, assim não entendeu a senhora Graça Franco que o associou a outro blog, a que chamou do “Queijo limiano”, numa associação de ideias lamentável, insultuosa e de alto teor aviltante.
A senhora Graça Franco pretendia eventualmente do ministro um esclarecimento acerca da intervenção da ERC em blogs como “o muitomentiroso e o queijo limiano” que supostamente são blogs boateiros e anónimos.
Não sei se a dita senhora lê o blog do “queijo limiano” ou apenas se deixou guiar pelas iluminadas palavras de outro blogger que também decidiu lançar para o arrumo do lixo o blog em causa- como aliás já fizera ao outro, sintomaticamente.
Se o fez, fez mal. Se não o fez por isso, não sabe do que falou.
Venha o diabo e escolha, a escolha da senhora Graça Franco…que poderia muito bem ter ido comentar com nome próprio e no blog em causa, o que lhe ia pelo pensamento- e não o fez, preferindo citar na tv, o caso, sem que alguém lhe pudesse retorquir em directo.
É destes jornalistas que a informação precisa? É deste jornalismo que andamos a consumir?
Grave também me pareceu ouvir uma das intervenientes no programa - Graça Franco - perante o silêncio cúmplice de JMF, a falar dos blogs e da eventual intervenção da ERC no sentido de lhes ´capar` a liberdade de expressão.
Aquela jornalista , cronista do Público, referiu-se por duas vezes a dois blogs. Um deles, um inominável muitomentiroso que teve existência breve mas suficiente para ainda hoje poder ser citado como exemplo negativo. No anonimato de quem o geriu, foram produzidas enormidades que ficaram escritas e deveriam ter a atenção que suscitam tais blogs: zero.
Porém, assim não entendeu a senhora Graça Franco que o associou a outro blog, a que chamou do “Queijo limiano”, numa associação de ideias lamentável, insultuosa e de alto teor aviltante.
A senhora Graça Franco pretendia eventualmente do ministro um esclarecimento acerca da intervenção da ERC em blogs como “o muitomentiroso e o queijo limiano” que supostamente são blogs boateiros e anónimos.
Não sei se a dita senhora lê o blog do “queijo limiano” ou apenas se deixou guiar pelas iluminadas palavras de outro blogger que também decidiu lançar para o arrumo do lixo o blog em causa- como aliás já fizera ao outro, sintomaticamente.
Se o fez, fez mal. Se não o fez por isso, não sabe do que falou.
Venha o diabo e escolha, a escolha da senhora Graça Franco…que poderia muito bem ter ido comentar com nome próprio e no blog em causa, o que lhe ia pelo pensamento- e não o fez, preferindo citar na tv, o caso, sem que alguém lhe pudesse retorquir em directo.
É destes jornalistas que a informação precisa? É deste jornalismo que andamos a consumir?
Grave também me pareceu ouvir uma das intervenientes no programa - Graça Franco - perante o silêncio cúmplice de JMF, a falar dos blogs e da eventual intervenção da ERC no sentido de lhes ´capar` a liberdade de expressão.
Aquela jornalista , cronista do Público, referiu-se por duas vezes a dois blogs. Um deles, um inominável muitomentiroso que teve existência breve mas suficiente para ainda hoje poder ser citado como exemplo negativo. No anonimato de quem o geriu, foram produzidas enormidades que ficaram escritas e deveriam ter a atenção que suscitam tais blogs: zero.
Porém, assim não entendeu a senhora Graça Franco que o associou a outro blog, a que chamou do “Queijo limiano”, numa associação de ideias lamentável, insultuosa e de alto teor aviltante.
A senhora Graça Franco pretendia eventualmente do ministro um esclarecimento acerca da intervenção da ERC em blogs como “o muitomentiroso e o queijo limiano” que supostamente são blogs boateiros e anónimos.
Não sei se a dita senhora lê o blog do “queijo limiano” ou apenas se deixou guiar pelas iluminadas palavras de outro blogger que também decidiu lançar para o arrumo do lixo o blog em causa- como aliás já fizera ao outro, sintomaticamente.
Se o fez, fez mal. Se não o fez por isso, não sabe do que falou.
Venha o diabo e escolha, a escolha da senhora Graça Franco…que poderia muito bem ter ido comentar com nome próprio e no blog em causa, o que lhe ia pelo pensamento- e não o fez, preferindo citar na tv, o caso, sem que alguém lhe pudesse retorquir em directo.
É destes jornalistas que a informação precisa? É deste jornalismo que andamos a consumir?
Grave também me pareceu ouvir uma das intervenientes no programa - Graça Franco - perante o silêncio cúmplice de JMF, a falar dos blogs e da eventual intervenção da ERC no sentido de lhes ´capar` a liberdade de expressão.
Aquela jornalista , cronista do Público, referiu-se por duas vezes a dois blogs. Um deles, um inominável muitomentiroso que teve existência breve mas suficiente para ainda hoje poder ser citado como exemplo negativo. No anonimato de quem o geriu, foram produzidas enormidades que ficaram escritas e deveriam ter a atenção que suscitam tais blogs: zero.
Porém, assim não entendeu a senhora Graça Franco que o associou a outro blog, a que chamou do “Queijo limiano”, numa associação de ideias lamentável, insultuosa e de alto teor aviltante.
A senhora Graça Franco pretendia eventualmente do ministro um esclarecimento acerca da intervenção da ERC em blogs como “o muitomentiroso e o queijo limiano” que supostamente são blogs boateiros e anónimos.
Não sei se a dita senhora lê o blog do “queijo limiano” ou apenas se deixou guiar pelas iluminadas palavras de outro blogger que também decidiu lançar para o arrumo do lixo o blog em causa- como aliás já fizera ao outro, sintomaticamente.
Se o fez, fez mal. Se não o fez por isso, não sabe do que falou.
Venha o diabo e escolha, a escolha da senhora Graça Franco…que poderia muito bem ter ido comentar com nome próprio e no blog em causa, o que lhe ia pelo pensamento- e não o fez, preferindo citar na tv, o caso, sem que alguém lhe pudesse retorquir em directo.
É destes jornalistas que a informação precisa? É deste jornalismo que andamos a consumir?
Grave também me pareceu ouvir uma das intervenientes no programa - Graça Franco - perante o silêncio cúmplice de JMF, a falar dos blogs e da eventual intervenção da ERC no sentido de lhes ´capar` a liberdade de expressão.
Aquela jornalista , cronista do Público, referiu-se por duas vezes a dois blogs. Um deles, um inominável muitomentiroso que teve existência breve mas suficiente para ainda hoje poder ser citado como exemplo negativo. No anonimato de quem o geriu, foram produzidas enormidades que ficaram escritas e deveriam ter a atenção que suscitam tais blogs: zero.
Porém, assim não entendeu a senhora Graça Franco que o associou a outro blog, a que chamou do “Queijo limiano”, numa associação de ideias lamentável, insultuosa e de alto teor aviltante.
A senhora Graça Franco pretendia eventualmente do ministro um esclarecimento acerca da intervenção da ERC em blogs como “o muitomentiroso e o queijo limiano” que supostamente são blogs boateiros e anónimos.
Não sei se a dita senhora lê o blog do “queijo limiano” ou apenas se deixou guiar pelas iluminadas palavras de outro blogger que também decidiu lançar para o arrumo do lixo o blog em causa- como aliás já fizera ao outro, sintomaticamente.
Se o fez, fez mal. Se não o fez por isso, não sabe do que falou.
Venha o diabo e escolha, a escolha da senhora Graça Franco…que poderia muito bem ter ido comentar com nome próprio e no blog em causa, o que lhe ia pelo pensamento- e não o fez, preferindo citar na tv, o caso, sem que alguém lhe pudesse retorquir em directo.
É destes jornalistas que a informação precisa? É deste jornalismo que andamos a consumir?
Grave também me pareceu ouvir uma das intervenientes no programa - Graça Franco - perante o silêncio cúmplice de JMF, a falar dos blogs e da eventual intervenção da ERC no sentido de lhes ´capar` a liberdade de expressão.
Aquela jornalista , cronista do Público, referiu-se por duas vezes a dois blogs. Um deles, um inominável muitomentiroso que teve existência breve mas suficiente para ainda hoje poder ser citado como exemplo negativo. No anonimato de quem o geriu, foram produzidas enormidades que ficaram escritas e deveriam ter a atenção que suscitam tais blogs: zero.
Porém, assim não entendeu a senhora Graça Franco que o associou a outro blog, a que chamou do “Queijo limiano”, numa associação de ideias lamentável, insultuosa e de alto teor aviltante.
A senhora Graça Franco pretendia eventualmente do ministro um esclarecimento acerca da intervenção da ERC em blogs como “o muitomentiroso e o queijo limiano” que supostamente são blogs boateiros e anónimos.
Não sei se a dita senhora lê o blog do “queijo limiano” ou apenas se deixou guiar pelas iluminadas palavras de outro blogger que também decidiu lançar para o arrumo do lixo o blog em causa- como aliás já fizera ao outro, sintomaticamente.
Se o fez, fez mal. Se não o fez por isso, não sabe do que falou.
Venha o diabo e escolha, a escolha da senhora Graça Franco…que poderia muito bem ter ido comentar com nome próprio e no blog em causa, o que lhe ia pelo pensamento- e não o fez, preferindo citar na tv, o caso, sem que alguém lhe pudesse retorquir em directo.
É destes jornalistas que a informação precisa? É deste jornalismo que andamos a consumir?
Grave também me pareceu ouvir uma das intervenientes no programa - Graça Franco - perante o silêncio cúmplice de JMF, a falar dos blogs e da eventual intervenção da ERC no sentido de lhes ´capar` a liberdade de expressão.
Aquela jornalista , cronista do Público, referiu-se por duas vezes a dois blogs. Um deles, um inominável muitomentiroso que teve existência breve mas suficiente para ainda hoje poder ser citado como exemplo negativo. No anonimato de quem o geriu, foram produzidas enormidades que ficaram escritas e deveriam ter a atenção que suscitam tais blogs: zero.
Porém, assim não entendeu a senhora Graça Franco que o associou a outro blog, a que chamou do “Queijo limiano”, numa associação de ideias lamentável, insultuosa e de alto teor aviltante.
A senhora Graça Franco pretendia eventualmente do ministro um esclarecimento acerca da intervenção da ERC em blogs como “o muitomentiroso e o queijo limiano” que supostamente são blogs boateiros e anónimos.
Não sei se a dita senhora lê o blog do “queijo limiano” ou apenas se deixou guiar pelas iluminadas palavras de outro blogger que também decidiu lançar para o arrumo do lixo o blog em causa- como aliás já fizera ao outro, sintomaticamente.
Se o fez, fez mal. Se não o fez por isso, não sabe do que falou.
Venha o diabo e escolha, a escolha da senhora Graça Franco…que poderia muito bem ter ido comentar com nome próprio e no blog em causa, o que lhe ia pelo pensamento- e não o fez, preferindo citar na tv, o caso, sem que alguém lhe pudesse retorquir em directo.
É destes jornalistas que a informação precisa? É deste jornalismo que andamos a consumir?
Grave também me pareceu ouvir uma das intervenientes no programa - Graça Franco - perante o silêncio cúmplice de JMF, a falar dos blogs e da eventual intervenção da ERC no sentido de lhes ´capar` a liberdade de expressão.
Aquela jornalista , cronista do Público, referiu-se por duas vezes a dois blogs. Um deles, um inominável muitomentiroso que teve existência breve mas suficiente para ainda hoje poder ser citado como exemplo negativo. No anonimato de quem o geriu, foram produzidas enormidades que ficaram escritas e deveriam ter a atenção que suscitam tais blogs: zero.
Porém, assim não entendeu a senhora Graça Franco que o associou a outro blog, a que chamou do “Queijo limiano”, numa associação de ideias lamentável, insultuosa e de alto teor aviltante.
A senhora Graça Franco pretendia eventualmente do ministro um esclarecimento acerca da intervenção da ERC em blogs como “o muitomentiroso e o queijo limiano” que supostamente são blogs boateiros e anónimos.
Não sei se a dita senhora lê o blog do “queijo limiano” ou apenas se deixou guiar pelas iluminadas palavras de outro blogger que também decidiu lançar para o arrumo do lixo o blog em causa- como aliás já fizera ao outro, sintomaticamente.
Se o fez, fez mal. Se não o fez por isso, não sabe do que falou.
Venha o diabo e escolha, a escolha da senhora Graça Franco…que poderia muito bem ter ido comentar com nome próprio e no blog em causa, o que lhe ia pelo pensamento- e não o fez, preferindo citar na tv, o caso, sem que alguém lhe pudesse retorquir em directo.
É destes jornalistas que a informação precisa? É deste jornalismo que andamos a consumir?
Grave também me pareceu ouvir uma das intervenientes no programa - Graça Franco - perante o silêncio cúmplice de JMF, a falar dos blogs e da eventual intervenção da ERC no sentido de lhes ´capar` a liberdade de expressão.
Aquela jornalista , cronista do Público, referiu-se por duas vezes a dois blogs. Um deles, um inominável muitomentiroso que teve existência breve mas suficiente para ainda hoje poder ser citado como exemplo negativo. No anonimato de quem o geriu, foram produzidas enormidades que ficaram escritas e deveriam ter a atenção que suscitam tais blogs: zero.
Porém, assim não entendeu a senhora Graça Franco que o associou a outro blog, a que chamou do “Queijo limiano”, numa associação de ideias lamentável, insultuosa e de alto teor aviltante.
A senhora Graça Franco pretendia eventualmente do ministro um esclarecimento acerca da intervenção da ERC em blogs como “o muitomentiroso e o queijo limiano” que supostamente são blogs boateiros e anónimos.
Não sei se a dita senhora lê o blog do “queijo limiano” ou apenas se deixou guiar pelas iluminadas palavras de outro blogger que também decidiu lançar para o arrumo do lixo o blog em causa- como aliás já fizera ao outro, sintomaticamente.
Se o fez, fez mal. Se não o fez por isso, não sabe do que falou.
Venha o diabo e escolha, a escolha da senhora Graça Franco…que poderia muito bem ter ido comentar com nome próprio e no blog em causa, o que lhe ia pelo pensamento- e não o fez, preferindo citar na tv, o caso, sem que alguém lhe pudesse retorquir em directo.
É destes jornalistas que a informação precisa? É deste jornalismo que andamos a consumir?
Grave também me pareceu ouvir uma das intervenientes no programa - Graça Franco - perante o silêncio cúmplice de JMF, a falar dos blogs e da eventual intervenção da ERC no sentido de lhes ´capar` a liberdade de expressão.
Aquela jornalista , cronista do Público, referiu-se por duas vezes a dois blogs. Um deles, um inominável muitomentiroso que teve existência breve mas suficiente para ainda hoje poder ser citado como exemplo negativo. No anonimato de quem o geriu, foram produzidas enormidades que ficaram escritas e deveriam ter a atenção que suscitam tais blogs: zero.
Porém, assim não entendeu a senhora Graça Franco que o associou a outro blog, a que chamou do “Queijo limiano”, numa associação de ideias lamentável, insultuosa e de alto teor aviltante.
A senhora Graça Franco pretendia eventualmente do ministro um esclarecimento acerca da intervenção da ERC em blogs como “o muitomentiroso e o queijo limiano” que supostamente são blogs boateiros e anónimos.
Não sei se a dita senhora lê o blog do “queijo limiano” ou apenas se deixou guiar pelas iluminadas palavras de outro blogger que também decidiu lançar para o arrumo do lixo o blog em causa- como aliás já fizera ao outro, sintomaticamente.
Se o fez, fez mal. Se não o fez por isso, não sabe do que falou.
Venha o diabo e escolha, a escolha da senhora Graça Franco…que poderia muito bem ter ido comentar com nome próprio e no blog em causa, o que lhe ia pelo pensamento- e não o fez, preferindo citar na tv, o caso, sem que alguém lhe pudesse retorquir em directo.
É destes jornalistas que a informação precisa? É deste jornalismo que andamos a consumir?
Grave também me pareceu ouvir uma das intervenientes no programa - Graça Franco - perante o silêncio cúmplice de JMF, a falar dos blogs e da eventual intervenção da ERC no sentido de lhes ´capar` a liberdade de expressão.
Aquela jornalista , cronista do Público, referiu-se por duas vezes a dois blogs. Um deles, um inominável muitomentiroso que teve existência breve mas suficiente para ainda hoje poder ser citado como exemplo negativo. No anonimato de quem o geriu, foram produzidas enormidades que ficaram escritas e deveriam ter a atenção que suscitam tais blogs: zero.
Porém, assim não entendeu a senhora Graça Franco que o associou a outro blog, a que chamou do “Queijo limiano”, numa associação de ideias lamentável, insultuosa e de alto teor aviltante.
A senhora Graça Franco pretendia eventualmente do ministro um esclarecimento acerca da intervenção da ERC em blogs como “o muitomentiroso e o queijo limiano” que supostamente são blogs boateiros e anónimos.
Não sei se a dita senhora lê o blog do “queijo limiano” ou apenas se deixou guiar pelas iluminadas palavras de outro blogger que também decidiu lançar para o arrumo do lixo o blog em causa- como aliás já fizera ao outro, sintomaticamente.
Se o fez, fez mal. Se não o fez por isso, não sabe do que falou.
Venha o diabo e escolha, a escolha da senhora Graça Franco…que poderia muito bem ter ido comentar com nome próprio e no blog em causa, o que lhe ia pelo pensamento- e não o fez, preferindo citar na tv, o caso, sem que alguém lhe pudesse retorquir em directo.
É destes jornalistas que a informação precisa? É deste jornalismo que andamos a consumir?
Grave também me pareceu ouvir uma das intervenientes no programa - Graça Franco - perante o silêncio cúmplice de JMF, a falar dos blogs e da eventual intervenção da ERC no sentido de lhes ´capar` a liberdade de expressão.
Aquela jornalista , cronista do Público, referiu-se por duas vezes a dois blogs. Um deles, um inominável muitomentiroso que teve existência breve mas suficiente para ainda hoje poder ser citado como exemplo negativo. No anonimato de quem o geriu, foram produzidas enormidades que ficaram escritas e deveriam ter a atenção que suscitam tais blogs: zero.
Porém, assim não entendeu a senhora Graça Franco que o associou a outro blog, a que chamou do “Queijo limiano”, numa associação de ideias lamentável, insultuosa e de alto teor aviltante.
A senhora Graça Franco pretendia eventualmente do ministro um esclarecimento acerca da intervenção da ERC em blogs como “o muitomentiroso e o queijo limiano” que supostamente são blogs boateiros e anónimos.
Não sei se a dita senhora lê o blog do “queijo limiano” ou apenas se deixou guiar pelas iluminadas palavras de outro blogger que também decidiu lançar para o arrumo do lixo o blog em causa- como aliás já fizera ao outro, sintomaticamente.
Se o fez, fez mal. Se não o fez por isso, não sabe do que falou.
Venha o diabo e escolha, a escolha da senhora Graça Franco…que poderia muito bem ter ido comentar com nome próprio e no blog em causa, o que lhe ia pelo pensamento- e não o fez, preferindo citar na tv, o caso, sem que alguém lhe pudesse retorquir em directo.
É destes jornalistas que a informação precisa? É deste jornalismo que andamos a consumir?
Grave também me pareceu ouvir uma das intervenientes no programa - Graça Franco - perante o silêncio cúmplice de JMF, a falar dos blogs e da eventual intervenção da ERC no sentido de lhes ´capar` a liberdade de expressão.
Aquela jornalista , cronista do Público, referiu-se por duas vezes a dois blogs. Um deles, um inominável muitomentiroso que teve existência breve mas suficiente para ainda hoje poder ser citado como exemplo negativo. No anonimato de quem o geriu, foram produzidas enormidades que ficaram escritas e deveriam ter a atenção que suscitam tais blogs: zero.
Porém, assim não entendeu a senhora Graça Franco que o associou a outro blog, a que chamou do “Queijo limiano”, numa associação de ideias lamentável, insultuosa e de alto teor aviltante.
A senhora Graça Franco pretendia eventualmente do ministro um esclarecimento acerca da intervenção da ERC em blogs como “o muitomentiroso e o queijo limiano” que supostamente são blogs boateiros e anónimos.
Não sei se a dita senhora lê o blog do “queijo limiano” ou apenas se deixou guiar pelas iluminadas palavras de outro blogger que também decidiu lançar para o arrumo do lixo o blog em causa- como aliás já fizera ao outro, sintomaticamente.
Se o fez, fez mal. Se não o fez por isso, não sabe do que falou.
Venha o diabo e escolha, a escolha da senhora Graça Franco…que poderia muito bem ter ido comentar com nome próprio e no blog em causa, o que lhe ia pelo pensamento- e não o fez, preferindo citar na tv, o caso, sem que alguém lhe pudesse retorquir em directo.
É destes jornalistas que a informação precisa? É deste jornalismo que andamos a consumir?
Grave também me pareceu ouvir uma das intervenientes no programa - Graça Franco - perante o silêncio cúmplice de JMF, a falar dos blogs e da eventual intervenção da ERC no sentido de lhes ´capar` a liberdade de expressão.
Aquela jornalista , cronista do Público, referiu-se por duas vezes a dois blogs. Um deles, um inominável muitomentiroso que teve existência breve mas suficiente para ainda hoje poder ser citado como exemplo negativo. No anonimato de quem o geriu, foram produzidas enormidades que ficaram escritas e deveriam ter a atenção que suscitam tais blogs: zero.
Porém, assim não entendeu a senhora Graça Franco que o associou a outro blog, a que chamou do “Queijo limiano”, numa associação de ideias lamentável, insultuosa e de alto teor aviltante.
A senhora Graça Franco pretendia eventualmente do ministro um esclarecimento acerca da intervenção da ERC em blogs como “o muitomentiroso e o queijo limiano” que supostamente são blogs boateiros e anónimos.
Não sei se a dita senhora lê o blog do “queijo limiano” ou apenas se deixou guiar pelas iluminadas palavras de outro blogger que também decidiu lançar para o arrumo do lixo o blog em causa- como aliás já fizera ao outro, sintomaticamente.
Se o fez, fez mal. Se não o fez por isso, não sabe do que falou.
Venha o diabo e escolha, a escolha da senhora Graça Franco…que poderia muito bem ter ido comentar com nome próprio e no blog em causa, o que lhe ia pelo pensamento- e não o fez, preferindo citar na tv, o caso, sem que alguém lhe pudesse retorquir em directo.
É destes jornalistas que a informação precisa? É deste jornalismo que andamos a consumir?
Grave também me pareceu ouvir uma das intervenientes no programa - Graça Franco - perante o silêncio cúmplice de JMF, a falar dos blogs e da eventual intervenção da ERC no sentido de lhes ´capar` a liberdade de expressão.
Aquela jornalista , cronista do Público, referiu-se por duas vezes a dois blogs. Um deles, um inominável muitomentiroso que teve existência breve mas suficiente para ainda hoje poder ser citado como exemplo negativo. No anonimato de quem o geriu, foram produzidas enormidades que ficaram escritas e deveriam ter a atenção que suscitam tais blogs: zero.
Porém, assim não entendeu a senhora Graça Franco que o associou a outro blog, a que chamou do “Queijo limiano”, numa associação de ideias lamentável, insultuosa e de alto teor aviltante.
A senhora Graça Franco pretendia eventualmente do ministro um esclarecimento acerca da intervenção da ERC em blogs como “o muitomentiroso e o queijo limiano” que supostamente são blogs boateiros e anónimos.
Não sei se a dita senhora lê o blog do “queijo limiano” ou apenas se deixou guiar pelas iluminadas palavras de outro blogger que também decidiu lançar para o arrumo do lixo o blog em causa- como aliás já fizera ao outro, sintomaticamente.
Se o fez, fez mal. Se não o fez por isso, não sabe do que falou.
Venha o diabo e escolha, a escolha da senhora Graça Franco…que poderia muito bem ter ido comentar com nome próprio e no blog em causa, o que lhe ia pelo pensamento- e não o fez, preferindo citar na tv, o caso, sem que alguém lhe pudesse retorquir em directo.
É destes jornalistas que a informação precisa? É deste jornalismo que andamos a consumir?
Grave também me pareceu ouvir uma das intervenientes no programa - Graça Franco - perante o silêncio cúmplice de JMF, a falar dos blogs e da eventual intervenção da ERC no sentido de lhes ´capar` a liberdade de expressão.
Aquela jornalista , cronista do Público, referiu-se por duas vezes a dois blogs. Um deles, um inominável muitomentiroso que teve existência breve mas suficiente para ainda hoje poder ser citado como exemplo negativo. No anonimato de quem o geriu, foram produzidas enormidades que ficaram escritas e deveriam ter a atenção que suscitam tais blogs: zero.
Porém, assim não entendeu a senhora Graça Franco que o associou a outro blog, a que chamou do “Queijo limiano”, numa associação de ideias lamentável, insultuosa e de alto teor aviltante.
A senhora Graça Franco pretendia eventualmente do ministro um esclarecimento acerca da intervenção da ERC em blogs como “o muitomentiroso e o queijo limiano” que supostamente são blogs boateiros e anónimos.
Não sei se a dita senhora lê o blog do “queijo limiano” ou apenas se deixou guiar pelas iluminadas palavras de outro blogger que também decidiu lançar para o arrumo do lixo o blog em causa- como aliás já fizera ao outro, sintomaticamente.
Se o fez, fez mal. Se não o fez por isso, não sabe do que falou.
Venha o diabo e escolha, a escolha da senhora Graça Franco…que poderia muito bem ter ido comentar com nome próprio e no blog em causa, o que lhe ia pelo pensamento- e não o fez, preferindo citar na tv, o caso, sem que alguém lhe pudesse retorquir em directo.
É destes jornalistas que a informação precisa? É deste jornalismo que andamos a consumir?
Grave também me pareceu ouvir uma das intervenientes no programa - Graça Franco - perante o silêncio cúmplice de JMF, a falar dos blogs e da eventual intervenção da ERC no sentido de lhes ´capar` a liberdade de expressão.
Aquela jornalista , cronista do Público, referiu-se por duas vezes a dois blogs. Um deles, um inominável muitomentiroso que teve existência breve mas suficiente para ainda hoje poder ser citado como exemplo negativo. No anonimato de quem o geriu, foram produzidas enormidades que ficaram escritas e deveriam ter a atenção que suscitam tais blogs: zero.
Porém, assim não entendeu a senhora Graça Franco que o associou a outro blog, a que chamou do “Queijo limiano”, numa associação de ideias lamentável, insultuosa e de alto teor aviltante.
A senhora Graça Franco pretendia eventualmente do ministro um esclarecimento acerca da intervenção da ERC em blogs como “o muitomentiroso e o queijo limiano” que supostamente são blogs boateiros e anónimos.
Não sei se a dita senhora lê o blog do “queijo limiano” ou apenas se deixou guiar pelas iluminadas palavras de outro blogger que também decidiu lançar para o arrumo do lixo o blog em causa- como aliás já fizera ao outro, sintomaticamente.
Se o fez, fez mal. Se não o fez por isso, não sabe do que falou.
Venha o diabo e escolha, a escolha da senhora Graça Franco…que poderia muito bem ter ido comentar com nome próprio e no blog em causa, o que lhe ia pelo pensamento- e não o fez, preferindo citar na tv, o caso, sem que alguém lhe pudesse retorquir em directo.
É destes jornalistas que a informação precisa? É deste jornalismo que andamos a consumir?
Grave também me pareceu ouvir uma das intervenientes no programa - Graça Franco - perante o silêncio cúmplice de JMF, a falar dos blogs e da eventual intervenção da ERC no sentido de lhes ´capar` a liberdade de expressão.
Aquela jornalista , cronista do Público, referiu-se por duas vezes a dois blogs. Um deles, um inominável muitomentiroso que teve existência breve mas suficiente para ainda hoje poder ser citado como exemplo negativo. No anonimato de quem o geriu, foram produzidas enormidades que ficaram escritas e deveriam ter a atenção que suscitam tais blogs: zero.
Porém, assim não entendeu a senhora Graça Franco que o associou a outro blog, a que chamou do “Queijo limiano”, numa associação de ideias lamentável, insultuosa e de alto teor aviltante.
A senhora Graça Franco pretendia eventualmente do ministro um esclarecimento acerca da intervenção da ERC em blogs como “o muitomentiroso e o queijo limiano” que supostamente são blogs boateiros e anónimos.
Não sei se a dita senhora lê o blog do “queijo limiano” ou apenas se deixou guiar pelas iluminadas palavras de outro blogger que também decidiu lançar para o arrumo do lixo o blog em causa- como aliás já fizera ao outro, sintomaticamente.
Se o fez, fez mal. Se não o fez por isso, não sabe do que falou.
Venha o diabo e escolha, a escolha da senhora Graça Franco…que poderia muito bem ter ido comentar com nome próprio e no blog em causa, o que lhe ia pelo pensamento- e não o fez, preferindo citar na tv, o caso, sem que alguém lhe pudesse retorquir em directo.
É destes jornalistas que a informação precisa? É deste jornalismo que andamos a consumir?
Grave também me pareceu ouvir uma das intervenientes no programa - Graça Franco - perante o silêncio cúmplice de JMF, a falar dos blogs e da eventual intervenção da ERC no sentido de lhes ´capar` a liberdade de expressão.
Aquela jornalista , cronista do Público, referiu-se por duas vezes a dois blogs. Um deles, um inominável muitomentiroso que teve existência breve mas suficiente para ainda hoje poder ser citado como exemplo negativo. No anonimato de quem o geriu, foram produzidas enormidades que ficaram escritas e deveriam ter a atenção que suscitam tais blogs: zero.
Porém, assim não entendeu a senhora Graça Franco que o associou a outro blog, a que chamou do “Queijo limiano”, numa associação de ideias lamentável, insultuosa e de alto teor aviltante.
A senhora Graça Franco pretendia eventualmente do ministro um esclarecimento acerca da intervenção da ERC em blogs como “o muitomentiroso e o queijo limiano” que supostamente são blogs boateiros e anónimos.
Não sei se a dita senhora lê o blog do “queijo limiano” ou apenas se deixou guiar pelas iluminadas palavras de outro blogger que também decidiu lançar para o arrumo do lixo o blog em causa- como aliás já fizera ao outro, sintomaticamente.
Se o fez, fez mal. Se não o fez por isso, não sabe do que falou.
Venha o diabo e escolha, a escolha da senhora Graça Franco…que poderia muito bem ter ido comentar com nome próprio e no blog em causa, o que lhe ia pelo pensamento- e não o fez, preferindo citar na tv, o caso, sem que alguém lhe pudesse retorquir em directo.
É destes jornalistas que a informação precisa? É deste jornalismo que andamos a consumir?
Grave também me pareceu ouvir uma das intervenientes no programa - Graça Franco - perante o silêncio cúmplice de JMF, a falar dos blogs e da eventual intervenção da ERC no sentido de lhes ´capar` a liberdade de expressão.
Aquela jornalista , cronista do Público, referiu-se por duas vezes a dois blogs. Um deles, um inominável muitomentiroso que teve existência breve mas suficiente para ainda hoje poder ser citado como exemplo negativo. No anonimato de quem o geriu, foram produzidas enormidades que ficaram escritas e deveriam ter a atenção que suscitam tais blogs: zero.
Porém, assim não entendeu a senhora Graça Franco que o associou a outro blog, a que chamou do “Queijo limiano”, numa associação de ideias lamentável, insultuosa e de alto teor aviltante.
A senhora Graça Franco pretendia eventualmente do ministro um esclarecimento acerca da intervenção da ERC em blogs como “o muitomentiroso e o queijo limiano” que supostamente são blogs boateiros e anónimos.
Não sei se a dita senhora lê o blog do “queijo limiano” ou apenas se deixou guiar pelas iluminadas palavras de outro blogger que também decidiu lançar para o arrumo do lixo o blog em causa- como aliás já fizera ao outro, sintomaticamente.
Se o fez, fez mal. Se não o fez por isso, não sabe do que falou.
Venha o diabo e escolha, a escolha da senhora Graça Franco…que poderia muito bem ter ido comentar com nome próprio e no blog em causa, o que lhe ia pelo pensamento- e não o fez, preferindo citar na tv, o caso, sem que alguém lhe pudesse retorquir em directo.
É destes jornalistas que a informação precisa? É deste jornalismo que andamos a consumir?
Grave também me pareceu ouvir uma das intervenientes no programa - Graça Franco - perante o silêncio cúmplice de JMF, a falar dos blogs e da eventual intervenção da ERC no sentido de lhes ´capar` a liberdade de expressão.
Aquela jornalista , cronista do Público, referiu-se por duas vezes a dois blogs. Um deles, um inominável muitomentiroso que teve existência breve mas suficiente para ainda hoje poder ser citado como exemplo negativo. No anonimato de quem o geriu, foram produzidas enormidades que ficaram escritas e deveriam ter a atenção que suscitam tais blogs: zero.
Porém, assim não entendeu a senhora Graça Franco que o associou a outro blog, a que chamou do “Queijo limiano”, numa associação de ideias lamentável, insultuosa e de alto teor aviltante.
A senhora Graça Franco pretendia eventualmente do ministro um esclarecimento acerca da intervenção da ERC em blogs como “o muitomentiroso e o queijo limiano” que supostamente são blogs boateiros e anónimos.
Não sei se a dita senhora lê o blog do “queijo limiano” ou apenas se deixou guiar pelas iluminadas palavras de outro blogger que também decidiu lançar para o arrumo do lixo o blog em causa- como aliás já fizera ao outro, sintomaticamente.
Se o fez, fez mal. Se não o fez por isso, não sabe do que falou.
Venha o diabo e escolha, a escolha da senhora Graça Franco…que poderia muito bem ter ido comentar com nome próprio e no blog em causa, o que lhe ia pelo pensamento- e não o fez, preferindo citar na tv, o caso, sem que alguém lhe pudesse retorquir em directo.
É destes jornalistas que a informação precisa? É deste jornalismo que andamos a consumir?
Grave também me pareceu ouvir uma das intervenientes no programa - Graça Franco - perante o silêncio cúmplice de JMF, a falar dos blogs e da eventual intervenção da ERC no sentido de lhes ´capar` a liberdade de expressão.
Aquela jornalista , cronista do Público, referiu-se por duas vezes a dois blogs. Um deles, um inominável muitomentiroso que teve existência breve mas suficiente para ainda hoje poder ser citado como exemplo negativo. No anonimato de quem o geriu, foram produzidas enormidades que ficaram escritas e deveriam ter a atenção que suscitam tais blogs: zero.
Porém, assim não entendeu a senhora Graça Franco que o associou a outro blog, a que chamou do “Queijo limiano”, numa associação de ideias lamentável, insultuosa e de alto teor aviltante.
A senhora Graça Franco pretendia eventualmente do ministro um esclarecimento acerca da intervenção da ERC em blogs como “o muitomentiroso e o queijo limiano” que supostamente são blogs boateiros e anónimos.
Não sei se a dita senhora lê o blog do “queijo limiano” ou apenas se deixou guiar pelas iluminadas palavras de outro blogger que também decidiu lançar para o arrumo do lixo o blog em causa- como aliás já fizera ao outro, sintomaticamente.
Se o fez, fez mal. Se não o fez por isso, não sabe do que falou.
Venha o diabo e escolha, a escolha da senhora Graça Franco…que poderia muito bem ter ido comentar com nome próprio e no blog em causa, o que lhe ia pelo pensamento- e não o fez, preferindo citar na tv, o caso, sem que alguém lhe pudesse retorquir em directo.
É destes jornalistas que a informação precisa? É deste jornalismo que andamos a consumir?
Grave também me pareceu ouvir uma das intervenientes no programa - Graça Franco - perante o silêncio cúmplice de JMF, a falar dos blogs e da eventual intervenção da ERC no sentido de lhes ´capar` a liberdade de expressão.
Aquela jornalista , cronista do Público, referiu-se por duas vezes a dois blogs. Um deles, um inominável muitomentiroso que teve existência breve mas suficiente para ainda hoje poder ser citado como exemplo negativo. No anonimato de quem o geriu, foram produzidas enormidades que ficaram escritas e deveriam ter a atenção que suscitam tais blogs: zero.
Porém, assim não entendeu a senhora Graça Franco que o associou a outro blog, a que chamou do “Queijo limiano”, numa associação de ideias lamentável, insultuosa e de alto teor aviltante.
A senhora Graça Franco pretendia eventualmente do ministro um esclarecimento acerca da intervenção da ERC em blogs como “o muitomentiroso e o queijo limiano” que supostamente são blogs boateiros e anónimos.
Não sei se a dita senhora lê o blog do “queijo limiano” ou apenas se deixou guiar pelas iluminadas palavras de outro blogger que também decidiu lançar para o arrumo do lixo o blog em causa- como aliás já fizera ao outro, sintomaticamente.
Se o fez, fez mal. Se não o fez por isso, não sabe do que falou.
Venha o diabo e escolha, a escolha da senhora Graça Franco…que poderia muito bem ter ido comentar com nome próprio e no blog em causa, o que lhe ia pelo pensamento- e não o fez, preferindo citar na tv, o caso, sem que alguém lhe pudesse retorquir em directo.
É destes jornalistas que a informação precisa? É deste jornalismo que andamos a consumir?
Grave também me pareceu ouvir uma das intervenientes no programa - Graça Franco - perante o silêncio cúmplice de JMF, a falar dos blogs e da eventual intervenção da ERC no sentido de lhes ´capar` a liberdade de expressão.
Aquela jornalista , cronista do Público, referiu-se por duas vezes a dois blogs. Um deles, um inominável muitomentiroso que teve existência breve mas suficiente para ainda hoje poder ser citado como exemplo negativo. No anonimato de quem o geriu, foram produzidas enormidades que ficaram escritas e deveriam ter a atenção que suscitam tais blogs: zero.
Porém, assim não entendeu a senhora Graça Franco que o associou a outro blog, a que chamou do “Queijo limiano”, numa associação de ideias lamentável, insultuosa e de alto teor aviltante.
A senhora Graça Franco pretendia eventualmente do ministro um esclarecimento acerca da intervenção da ERC em blogs como “o muitomentiroso e o queijo limiano” que supostamente são blogs boateiros e anónimos.
Não sei se a dita senhora lê o blog do “queijo limiano” ou apenas se deixou guiar pelas iluminadas palavras de outro blogger que também decidiu lançar para o arrumo do lixo o blog em causa- como aliás já fizera ao outro, sintomaticamente.
Se o fez, fez mal. Se não o fez por isso, não sabe do que falou.
Venha o diabo e escolha, a escolha da senhora Graça Franco…que poderia muito bem ter ido comentar com nome próprio e no blog em causa, o que lhe ia pelo pensamento- e não o fez, preferindo citar na tv, o caso, sem que alguém lhe pudesse retorquir em directo.
É destes jornalistas que a informação precisa? É deste jornalismo que andamos a consumir?
Grave também me pareceu ouvir uma das intervenientes no programa - Graça Franco - perante o silêncio cúmplice de JMF, a falar dos blogs e da eventual intervenção da ERC no sentido de lhes ´capar` a liberdade de expressão.
Aquela jornalista , cronista do Público, referiu-se por duas vezes a dois blogs. Um deles, um inominável muitomentiroso que teve existência breve mas suficiente para ainda hoje poder ser citado como exemplo negativo. No anonimato de quem o geriu, foram produzidas enormidades que ficaram escritas e deveriam ter a atenção que suscitam tais blogs: zero.
Porém, assim não entendeu a senhora Graça Franco que o associou a outro blog, a que chamou do “Queijo limiano”, numa associação de ideias lamentável, insultuosa e de alto teor aviltante.
A senhora Graça Franco pretendia eventualmente do ministro um esclarecimento acerca da intervenção da ERC em blogs como “o muitomentiroso e o queijo limiano” que supostamente são blogs boateiros e anónimos.
Não sei se a dita senhora lê o blog do “queijo limiano” ou apenas se deixou guiar pelas iluminadas palavras de outro blogger que também decidiu lançar para o arrumo do lixo o blog em causa- como aliás já fizera ao outro, sintomaticamente.
Se o fez, fez mal. Se não o fez por isso, não sabe do que falou.
Venha o diabo e escolha, a escolha da senhora Graça Franco…que poderia muito bem ter ido comentar com nome próprio e no blog em causa, o que lhe ia pelo pensamento- e não o fez, preferindo citar na tv, o caso, sem que alguém lhe pudesse retorquir em directo.
É destes jornalistas que a informação precisa? É deste jornalismo que andamos a consumir?
Grave também me pareceu ouvir uma das intervenientes no programa - Graça Franco - perante o silêncio cúmplice de JMF, a falar dos blogs e da eventual intervenção da ERC no sentido de lhes ´capar` a liberdade de expressão.
Aquela jornalista , cronista do Público, referiu-se por duas vezes a dois blogs. Um deles, um inominável muitomentiroso que teve existência breve mas suficiente para ainda hoje poder ser citado como exemplo negativo. No anonimato de quem o geriu, foram produzidas enormidades que ficaram escritas e deveriam ter a atenção que suscitam tais blogs: zero.
Porém, assim não entendeu a senhora Graça Franco que o associou a outro blog, a que chamou do “Queijo limiano”, numa associação de ideias lamentável, insultuosa e de alto teor aviltante.
A senhora Graça Franco pretendia eventualmente do ministro um esclarecimento acerca da intervenção da ERC em blogs como “o muitomentiroso e o queijo limiano” que supostamente são blogs boateiros e anónimos.
Não sei se a dita senhora lê o blog do “queijo limiano” ou apenas se deixou guiar pelas iluminadas palavras de outro blogger que também decidiu lançar para o arrumo do lixo o blog em causa- como aliás já fizera ao outro, sintomaticamente.
Se o fez, fez mal. Se não o fez por isso, não sabe do que falou.
Venha o diabo e escolha, a escolha da senhora Graça Franco…que poderia muito bem ter ido comentar com nome próprio e no blog em causa, o que lhe ia pelo pensamento- e não o fez, preferindo citar na tv, o caso, sem que alguém lhe pudesse retorquir em directo.
É destes jornalistas que a informação precisa? É deste jornalismo que andamos a consumir?
Grave também me pareceu ouvir uma das intervenientes no programa - Graça Franco - perante o silêncio cúmplice de JMF, a falar dos blogs e da eventual intervenção da ERC no sentido de lhes ´capar` a liberdade de expressão.
Aquela jornalista , cronista do Público, referiu-se por duas vezes a dois blogs. Um deles, um inominável muitomentiroso que teve existência breve mas suficiente para ainda hoje poder ser citado como exemplo negativo. No anonimato de quem o geriu, foram produzidas enormidades que ficaram escritas e deveriam ter a atenção que suscitam tais blogs: zero.
Porém, assim não entendeu a senhora Graça Franco que o associou a outro blog, a que chamou do “Queijo limiano”, numa associação de ideias lamentável, insultuosa e de alto teor aviltante.
A senhora Graça Franco pretendia eventualmente do ministro um esclarecimento acerca da intervenção da ERC em blogs como “o muitomentiroso e o queijo limiano” que supostamente são blogs boateiros e anónimos.
Não sei se a dita senhora lê o blog do “queijo limiano” ou apenas se deixou guiar pelas iluminadas palavras de outro blogger que também decidiu lançar para o arrumo do lixo o blog em causa- como aliás já fizera ao outro, sintomaticamente.
Se o fez, fez mal. Se não o fez por isso, não sabe do que falou.
Venha o diabo e escolha, a escolha da senhora Graça Franco…que poderia muito bem ter ido comentar com nome próprio e no blog em causa, o que lhe ia pelo pensamento- e não o fez, preferindo citar na tv, o caso, sem que alguém lhe pudesse retorquir em directo.
É destes jornalistas que a informação precisa? É deste jornalismo que andamos a consumir?
Grave também me pareceu ouvir uma das intervenientes no programa - Graça Franco - perante o silêncio cúmplice de JMF, a falar dos blogs e da eventual intervenção da ERC no sentido de lhes ´capar` a liberdade de expressão.
Aquela jornalista , cronista do Público, referiu-se por duas vezes a dois blogs. Um deles, um inominável muitomentiroso que teve existência breve mas suficiente para ainda hoje poder ser citado como exemplo negativo. No anonimato de quem o geriu, foram produzidas enormidades que ficaram escritas e deveriam ter a atenção que suscitam tais blogs: zero.
Porém, assim não entendeu a senhora Graça Franco que o associou a outro blog, a que chamou do “Queijo limiano”, numa associação de ideias lamentável, insultuosa e de alto teor aviltante.
A senhora Graça Franco pretendia eventualmente do ministro um esclarecimento acerca da intervenção da ERC em blogs como “o muitomentiroso e o queijo limiano” que supostamente são blogs boateiros e anónimos.
Não sei se a dita senhora lê o blog do “queijo limiano” ou apenas se deixou guiar pelas iluminadas palavras de outro blogger que também decidiu lançar para o arrumo do lixo o blog em causa- como aliás já fizera ao outro, sintomaticamente.
Se o fez, fez mal. Se não o fez por isso, não sabe do que falou.
Venha o diabo e escolha, a escolha da senhora Graça Franco…que poderia muito bem ter ido comentar com nome próprio e no blog em causa, o que lhe ia pelo pensamento- e não o fez, preferindo citar na tv, o caso, sem que alguém lhe pudesse retorquir em directo.
É destes jornalistas que a informação precisa? É deste jornalismo que andamos a consumir?
Comente