ACT É mesmo um jornalista que querem?
«Vaga para jornalista
O Instituto de Investigação Científica Tropical pretende contratar um jornalista preferencialmente com experiência em divulgação de ciência»
Para fazer jornalismo? Para fazer «divulgação»? Para fazer «press releases»? Para escrever artigos que cumprem regras jornalísticas?
ACT a 21/9/07: da página da Comissão da Carteira Profissional e relativamente ao caso denunciado pelo António Granado: «(…) dá-se a conhecer o ofício enviado ao Magnífico Reitor da Universidade de Lisboa, que aqui se reproduz:
“Num anúncio de oferta de emprego de «Técnico Superior de Relações Públicas e Publicidade» (Código de Oferta OE200706/027), publicado no endereço electrónico da Universidade de Lisboa, entre os diversos requisitos profissionais exigidos, consta, em primeiro lugar, o de serem os candidatos titulares «do cartão de jornalista emitido pela Comissão da Carteira Profissional de Jornalista nos termos do Decreto-Lei n.º 305/97 de 11 de Novembro».
Trata-se, certamente, de um equívoco – mas de um equívoco muito grave – para o qual diversos jornalistas têm chamado a atenção desta Comissão.
Com efeito, o desempenho de funções nas áreas das Relações Públicas e Publicidade é incompatível com o exercício do Jornalismo, ao abrigo do art.º 3.º do Estatuto do Jornalista (Lei n.º 1/99, de 13 de Janeiro), que, a seguir, se reproduz, incorrendo os infractores em contra-ordenações puníveis com coimas e outras sanções (…)».

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54 opiniões ↓
Se não tivesse lido o post do António Granado, não tinha percebido bem a questão (se é que entendi).
À primeira vista pareceu-me uma situação banal: uma instituição quer um jornalista com experiência e facilidade de movimentação no meio científico para fazer RP (provavelmente assessoria de imprensa). Mas a situação talvez seja mais complexa…
RC
Se não tivesse lido o post do António Granado, não tinha percebido bem a questão (se é que entendi).
À primeira vista pareceu-me uma situação banal: uma instituição quer um jornalista com experiência e facilidade de movimentação no meio científico para fazer RP (provavelmente assessoria de imprensa). Mas a situação talvez seja mais complexa…
RC
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À primeira vista pareceu-me uma situação banal: uma instituição quer um jornalista com experiência e facilidade de movimentação no meio científico para fazer RP (provavelmente assessoria de imprensa). Mas a situação talvez seja mais complexa…
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Se não tivesse lido o post do António Granado, não tinha percebido bem a questão (se é que entendi).
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RC
Em casos com este mais vale jogar pelo seguro e não tecer comentários, nem tirar a limpo o que disse Rui Costa, mas, para o jornalista em causa, foi bem ouvir isto. Pode ser que que aprenda a fazer jornalismo.
Um dos casos idênticos e a meu ver lamentáveis, tem sido o programa da RTP Trio de Ataque. Um programa que tinha como ideia lógica, 1 moderador e 3 comentadores, assistimos a um programa com 4 comentadores.
Será isto que a RTP quer? Ou o poder de Carlos Daniel é assim tão grande?
Para o jornalismo Português dá vontade de cantar - “Ó tempo volta para trás”
JM
Em casos com este mais vale jogar pelo seguro e não tecer comentários, nem tirar a limpo o que disse Rui Costa, mas, para o jornalista em causa, foi bem ouvir isto. Pode ser que que aprenda a fazer jornalismo.
Um dos casos idênticos e a meu ver lamentáveis, tem sido o programa da RTP Trio de Ataque. Um programa que tinha como ideia lógica, 1 moderador e 3 comentadores, assistimos a um programa com 4 comentadores.
Será isto que a RTP quer? Ou o poder de Carlos Daniel é assim tão grande?
Para o jornalismo Português dá vontade de cantar - “Ó tempo volta para trás”
JM
Em casos com este mais vale jogar pelo seguro e não tecer comentários, nem tirar a limpo o que disse Rui Costa, mas, para o jornalista em causa, foi bem ouvir isto. Pode ser que que aprenda a fazer jornalismo.
Um dos casos idênticos e a meu ver lamentáveis, tem sido o programa da RTP Trio de Ataque. Um programa que tinha como ideia lógica, 1 moderador e 3 comentadores, assistimos a um programa com 4 comentadores.
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