publicado em
12 de Novembro de 2007


por João Paulo Meneses


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ACT Quem manipula quem (JMF explica)

As informações privadas que o presidente da CIP diz ter e a «publicação programada» para três dias seguidos e em três jornais diferentes de notícias «dando conta de alegados erros» no capítulo das acessibilidades do estudo da CIP são, sem tirar nem pôr, o editorial de José Manuel Fernandes no Público de hoje.
Aliás, JMF diz muito mais do que Vanzeller (basta ouvir os sons do presidente da CIP). Mas o editorial passou despercebido e foi preciso a dramatização feita por Vanzeller - que é uma forma de manipulação - para que o assunto não caísse no esquecimento.
JMF conta, com detalhe (e coragem), que A RAVE , que reporta a Mário Lino, decidira divulgar a avaliação ao estudo da CIP em três fases: a primeira notícia, no Expresso, e duas no domingo, no próprio Público e no Correio da Manhã. «Tratou sim [a Rave] de gerar uma sucessão de notícias, difíceis de escrutinar, cirurgicamente dirigidas, numa acção que os políticos costumam definir por spin, eufemismo de manipulação», diz JMF.

Se a substância é a mesma (ou mesmo menor), apenas muda o protagonista que a enuncia; será uma questão de credibilidade (institucional) do protagonista ou de distracção das redacções?

ACT a 13/11: Um comentário a este texto, independentemente do tom usado a que o anonimato não será alheio, suscita uma questão que merecia ser desenvolvida. Diz o leitor que «O que JMF faz é uma canalhice, uma falha deontológica grave. Eu, por exemplo, que sou fonte, ao Público é que nunca dou nem mais uma. A denúncia das fontes ou a revelação do mecanismo da notícia devem ser guardadas para casos-limite».
JMF já respondeu: «Um esclarecimento não anónimo: não há nenhuma fonte denunciada, pois todas as fontes dos vários artigos (Público, Expresso e Correio da Manhã) estão bem identificadas. E os macanismos do embargo são, por regra, transparentes. Pelo menos deviam ser.O que seria uma falha grave, apesar de corrente, seria combinar com a fonte o destaque a dar a uma notícia (…) Já perdemos muitas por não aceitarmos “negócios” desse tipo»

27 opiniões ↓

#1 Anonymous em 11.12.07 às

João Paulo, estou a ver mal o filme ou… todos os dias (diria mesmo) todas as horas, há uma fonte de informação que combina com um jornalista a publicação de uma notícia. Os jornais são compostos disso mesmo - de notícias de atgenda e de notícias resultantes de uma qualquer combinação entre fonte e jornalista (há, é certo, alguma investigação genuína, mas pouca). Essa combinação não é necessariamente má - há um comércio entre fontes e jornalistas do qual todos ficam a ganhar. O que JMF faz é uma canalhice, uma falha deontológica grave. Eu, por exemplo, que sou fonte, ao Público é que nunca dou nem mais uma. A denúncia das fontes ou a revelação do mecanismo da notícia devem ser guardadas para casos-limite. Não me parece que este seja o caso. (sobre a cumplicidade entre JMF e a CIP… fica para outra altura).

#2 Anonymous em 11.12.07 às

João Paulo, estou a ver mal o filme ou… todos os dias (diria mesmo) todas as horas, há uma fonte de informação que combina com um jornalista a publicação de uma notícia. Os jornais são compostos disso mesmo - de notícias de atgenda e de notícias resultantes de uma qualquer combinação entre fonte e jornalista (há, é certo, alguma investigação genuína, mas pouca). Essa combinação não é necessariamente má - há um comércio entre fontes e jornalistas do qual todos ficam a ganhar. O que JMF faz é uma canalhice, uma falha deontológica grave. Eu, por exemplo, que sou fonte, ao Público é que nunca dou nem mais uma. A denúncia das fontes ou a revelação do mecanismo da notícia devem ser guardadas para casos-limite. Não me parece que este seja o caso. (sobre a cumplicidade entre JMF e a CIP… fica para outra altura).

#3 Anonymous em 11.12.07 às

João Paulo, estou a ver mal o filme ou… todos os dias (diria mesmo) todas as horas, há uma fonte de informação que combina com um jornalista a publicação de uma notícia. Os jornais são compostos disso mesmo - de notícias de atgenda e de notícias resultantes de uma qualquer combinação entre fonte e jornalista (há, é certo, alguma investigação genuína, mas pouca). Essa combinação não é necessariamente má - há um comércio entre fontes e jornalistas do qual todos ficam a ganhar. O que JMF faz é uma canalhice, uma falha deontológica grave. Eu, por exemplo, que sou fonte, ao Público é que nunca dou nem mais uma. A denúncia das fontes ou a revelação do mecanismo da notícia devem ser guardadas para casos-limite. Não me parece que este seja o caso. (sobre a cumplicidade entre JMF e a CIP… fica para outra altura).

#4 Anonymous em 11.12.07 às

João Paulo, estou a ver mal o filme ou… todos os dias (diria mesmo) todas as horas, há uma fonte de informação que combina com um jornalista a publicação de uma notícia. Os jornais são compostos disso mesmo - de notícias de atgenda e de notícias resultantes de uma qualquer combinação entre fonte e jornalista (há, é certo, alguma investigação genuína, mas pouca). Essa combinação não é necessariamente má - há um comércio entre fontes e jornalistas do qual todos ficam a ganhar. O que JMF faz é uma canalhice, uma falha deontológica grave. Eu, por exemplo, que sou fonte, ao Público é que nunca dou nem mais uma. A denúncia das fontes ou a revelação do mecanismo da notícia devem ser guardadas para casos-limite. Não me parece que este seja o caso. (sobre a cumplicidade entre JMF e a CIP… fica para outra altura).

#5 Anonymous em 11.12.07 às

João Paulo, estou a ver mal o filme ou… todos os dias (diria mesmo) todas as horas, há uma fonte de informação que combina com um jornalista a publicação de uma notícia. Os jornais são compostos disso mesmo - de notícias de atgenda e de notícias resultantes de uma qualquer combinação entre fonte e jornalista (há, é certo, alguma investigação genuína, mas pouca). Essa combinação não é necessariamente má - há um comércio entre fontes e jornalistas do qual todos ficam a ganhar. O que JMF faz é uma canalhice, uma falha deontológica grave. Eu, por exemplo, que sou fonte, ao Público é que nunca dou nem mais uma. A denúncia das fontes ou a revelação do mecanismo da notícia devem ser guardadas para casos-limite. Não me parece que este seja o caso. (sobre a cumplicidade entre JMF e a CIP… fica para outra altura).

#6 Anonymous em 11.12.07 às

João Paulo, estou a ver mal o filme ou… todos os dias (diria mesmo) todas as horas, há uma fonte de informação que combina com um jornalista a publicação de uma notícia. Os jornais são compostos disso mesmo - de notícias de atgenda e de notícias resultantes de uma qualquer combinação entre fonte e jornalista (há, é certo, alguma investigação genuína, mas pouca). Essa combinação não é necessariamente má - há um comércio entre fontes e jornalistas do qual todos ficam a ganhar. O que JMF faz é uma canalhice, uma falha deontológica grave. Eu, por exemplo, que sou fonte, ao Público é que nunca dou nem mais uma. A denúncia das fontes ou a revelação do mecanismo da notícia devem ser guardadas para casos-limite. Não me parece que este seja o caso. (sobre a cumplicidade entre JMF e a CIP… fica para outra altura).

#7 Anonymous em 11.12.07 às

João Paulo, estou a ver mal o filme ou… todos os dias (diria mesmo) todas as horas, há uma fonte de informação que combina com um jornalista a publicação de uma notícia. Os jornais são compostos disso mesmo - de notícias de atgenda e de notícias resultantes de uma qualquer combinação entre fonte e jornalista (há, é certo, alguma investigação genuína, mas pouca). Essa combinação não é necessariamente má - há um comércio entre fontes e jornalistas do qual todos ficam a ganhar. O que JMF faz é uma canalhice, uma falha deontológica grave. Eu, por exemplo, que sou fonte, ao Público é que nunca dou nem mais uma. A denúncia das fontes ou a revelação do mecanismo da notícia devem ser guardadas para casos-limite. Não me parece que este seja o caso. (sobre a cumplicidade entre JMF e a CIP… fica para outra altura).

#8 Anonymous em 11.12.07 às

João Paulo, estou a ver mal o filme ou… todos os dias (diria mesmo) todas as horas, há uma fonte de informação que combina com um jornalista a publicação de uma notícia. Os jornais são compostos disso mesmo - de notícias de atgenda e de notícias resultantes de uma qualquer combinação entre fonte e jornalista (há, é certo, alguma investigação genuína, mas pouca). Essa combinação não é necessariamente má - há um comércio entre fontes e jornalistas do qual todos ficam a ganhar. O que JMF faz é uma canalhice, uma falha deontológica grave. Eu, por exemplo, que sou fonte, ao Público é que nunca dou nem mais uma. A denúncia das fontes ou a revelação do mecanismo da notícia devem ser guardadas para casos-limite. Não me parece que este seja o caso. (sobre a cumplicidade entre JMF e a CIP… fica para outra altura).

#9 Anonymous em 11.12.07 às

João Paulo, estou a ver mal o filme ou… todos os dias (diria mesmo) todas as horas, há uma fonte de informação que combina com um jornalista a publicação de uma notícia. Os jornais são compostos disso mesmo - de notícias de atgenda e de notícias resultantes de uma qualquer combinação entre fonte e jornalista (há, é certo, alguma investigação genuína, mas pouca). Essa combinação não é necessariamente má - há um comércio entre fontes e jornalistas do qual todos ficam a ganhar. O que JMF faz é uma canalhice, uma falha deontológica grave. Eu, por exemplo, que sou fonte, ao Público é que nunca dou nem mais uma. A denúncia das fontes ou a revelação do mecanismo da notícia devem ser guardadas para casos-limite. Não me parece que este seja o caso. (sobre a cumplicidade entre JMF e a CIP… fica para outra altura).

#10 Anonymous em 11.12.07 às

João Paulo, estou a ver mal o filme ou… todos os dias (diria mesmo) todas as horas, há uma fonte de informação que combina com um jornalista a publicação de uma notícia. Os jornais são compostos disso mesmo - de notícias de atgenda e de notícias resultantes de uma qualquer combinação entre fonte e jornalista (há, é certo, alguma investigação genuína, mas pouca). Essa combinação não é necessariamente má - há um comércio entre fontes e jornalistas do qual todos ficam a ganhar. O que JMF faz é uma canalhice, uma falha deontológica grave. Eu, por exemplo, que sou fonte, ao Público é que nunca dou nem mais uma. A denúncia das fontes ou a revelação do mecanismo da notícia devem ser guardadas para casos-limite. Não me parece que este seja o caso. (sobre a cumplicidade entre JMF e a CIP… fica para outra altura).

#11 Anonymous em 11.12.07 às

João Paulo, estou a ver mal o filme ou… todos os dias (diria mesmo) todas as horas, há uma fonte de informação que combina com um jornalista a publicação de uma notícia. Os jornais são compostos disso mesmo - de notícias de atgenda e de notícias resultantes de uma qualquer combinação entre fonte e jornalista (há, é certo, alguma investigação genuína, mas pouca). Essa combinação não é necessariamente má - há um comércio entre fontes e jornalistas do qual todos ficam a ganhar. O que JMF faz é uma canalhice, uma falha deontológica grave. Eu, por exemplo, que sou fonte, ao Público é que nunca dou nem mais uma. A denúncia das fontes ou a revelação do mecanismo da notícia devem ser guardadas para casos-limite. Não me parece que este seja o caso. (sobre a cumplicidade entre JMF e a CIP… fica para outra altura).

#12 Anonymous em 11.12.07 às

João Paulo, estou a ver mal o filme ou… todos os dias (diria mesmo) todas as horas, há uma fonte de informação que combina com um jornalista a publicação de uma notícia. Os jornais são compostos disso mesmo - de notícias de atgenda e de notícias resultantes de uma qualquer combinação entre fonte e jornalista (há, é certo, alguma investigação genuína, mas pouca). Essa combinação não é necessariamente má - há um comércio entre fontes e jornalistas do qual todos ficam a ganhar. O que JMF faz é uma canalhice, uma falha deontológica grave. Eu, por exemplo, que sou fonte, ao Público é que nunca dou nem mais uma. A denúncia das fontes ou a revelação do mecanismo da notícia devem ser guardadas para casos-limite. Não me parece que este seja o caso. (sobre a cumplicidade entre JMF e a CIP… fica para outra altura).

#13 Anonymous em 11.12.07 às

João Paulo, estou a ver mal o filme ou… todos os dias (diria mesmo) todas as horas, há uma fonte de informação que combina com um jornalista a publicação de uma notícia. Os jornais são compostos disso mesmo - de notícias de atgenda e de notícias resultantes de uma qualquer combinação entre fonte e jornalista (há, é certo, alguma investigação genuína, mas pouca). Essa combinação não é necessariamente má - há um comércio entre fontes e jornalistas do qual todos ficam a ganhar. O que JMF faz é uma canalhice, uma falha deontológica grave. Eu, por exemplo, que sou fonte, ao Público é que nunca dou nem mais uma. A denúncia das fontes ou a revelação do mecanismo da notícia devem ser guardadas para casos-limite. Não me parece que este seja o caso. (sobre a cumplicidade entre JMF e a CIP… fica para outra altura).

#14 Anonymous em 11.12.07 às

João Paulo, estou a ver mal o filme ou… todos os dias (diria mesmo) todas as horas, há uma fonte de informação que combina com um jornalista a publicação de uma notícia. Os jornais são compostos disso mesmo - de notícias de atgenda e de notícias resultantes de uma qualquer combinação entre fonte e jornalista (há, é certo, alguma investigação genuína, mas pouca). Essa combinação não é necessariamente má - há um comércio entre fontes e jornalistas do qual todos ficam a ganhar. O que JMF faz é uma canalhice, uma falha deontológica grave. Eu, por exemplo, que sou fonte, ao Público é que nunca dou nem mais uma. A denúncia das fontes ou a revelação do mecanismo da notícia devem ser guardadas para casos-limite. Não me parece que este seja o caso. (sobre a cumplicidade entre JMF e a CIP… fica para outra altura).

#15 Anonymous em 11.12.07 às

João Paulo, estou a ver mal o filme ou… todos os dias (diria mesmo) todas as horas, há uma fonte de informação que combina com um jornalista a publicação de uma notícia. Os jornais são compostos disso mesmo - de notícias de atgenda e de notícias resultantes de uma qualquer combinação entre fonte e jornalista (há, é certo, alguma investigação genuína, mas pouca). Essa combinação não é necessariamente má - há um comércio entre fontes e jornalistas do qual todos ficam a ganhar. O que JMF faz é uma canalhice, uma falha deontológica grave. Eu, por exemplo, que sou fonte, ao Público é que nunca dou nem mais uma. A denúncia das fontes ou a revelação do mecanismo da notícia devem ser guardadas para casos-limite. Não me parece que este seja o caso. (sobre a cumplicidade entre JMF e a CIP… fica para outra altura).

#16 Anonymous em 11.12.07 às

João Paulo, estou a ver mal o filme ou… todos os dias (diria mesmo) todas as horas, há uma fonte de informação que combina com um jornalista a publicação de uma notícia. Os jornais são compostos disso mesmo - de notícias de atgenda e de notícias resultantes de uma qualquer combinação entre fonte e jornalista (há, é certo, alguma investigação genuína, mas pouca). Essa combinação não é necessariamente má - há um comércio entre fontes e jornalistas do qual todos ficam a ganhar. O que JMF faz é uma canalhice, uma falha deontológica grave. Eu, por exemplo, que sou fonte, ao Público é que nunca dou nem mais uma. A denúncia das fontes ou a revelação do mecanismo da notícia devem ser guardadas para casos-limite. Não me parece que este seja o caso. (sobre a cumplicidade entre JMF e a CIP… fica para outra altura).

#17 Anonymous em 11.12.07 às

João Paulo, estou a ver mal o filme ou… todos os dias (diria mesmo) todas as horas, há uma fonte de informação que combina com um jornalista a publicação de uma notícia. Os jornais são compostos disso mesmo - de notícias de atgenda e de notícias resultantes de uma qualquer combinação entre fonte e jornalista (há, é certo, alguma investigação genuína, mas pouca). Essa combinação não é necessariamente má - há um comércio entre fontes e jornalistas do qual todos ficam a ganhar. O que JMF faz é uma canalhice, uma falha deontológica grave. Eu, por exemplo, que sou fonte, ao Público é que nunca dou nem mais uma. A denúncia das fontes ou a revelação do mecanismo da notícia devem ser guardadas para casos-limite. Não me parece que este seja o caso. (sobre a cumplicidade entre JMF e a CIP… fica para outra altura).

#18 Anonymous em 11.12.07 às

João Paulo, estou a ver mal o filme ou… todos os dias (diria mesmo) todas as horas, há uma fonte de informação que combina com um jornalista a publicação de uma notícia. Os jornais são compostos disso mesmo - de notícias de atgenda e de notícias resultantes de uma qualquer combinação entre fonte e jornalista (há, é certo, alguma investigação genuína, mas pouca). Essa combinação não é necessariamente má - há um comércio entre fontes e jornalistas do qual todos ficam a ganhar. O que JMF faz é uma canalhice, uma falha deontológica grave. Eu, por exemplo, que sou fonte, ao Público é que nunca dou nem mais uma. A denúncia das fontes ou a revelação do mecanismo da notícia devem ser guardadas para casos-limite. Não me parece que este seja o caso. (sobre a cumplicidade entre JMF e a CIP… fica para outra altura).

#19 Anonymous em 11.12.07 às

João Paulo, estou a ver mal o filme ou… todos os dias (diria mesmo) todas as horas, há uma fonte de informação que combina com um jornalista a publicação de uma notícia. Os jornais são compostos disso mesmo - de notícias de atgenda e de notícias resultantes de uma qualquer combinação entre fonte e jornalista (há, é certo, alguma investigação genuína, mas pouca). Essa combinação não é necessariamente má - há um comércio entre fontes e jornalistas do qual todos ficam a ganhar. O que JMF faz é uma canalhice, uma falha deontológica grave. Eu, por exemplo, que sou fonte, ao Público é que nunca dou nem mais uma. A denúncia das fontes ou a revelação do mecanismo da notícia devem ser guardadas para casos-limite. Não me parece que este seja o caso. (sobre a cumplicidade entre JMF e a CIP… fica para outra altura).

#20 Anonymous em 11.12.07 às

João Paulo, estou a ver mal o filme ou… todos os dias (diria mesmo) todas as horas, há uma fonte de informação que combina com um jornalista a publicação de uma notícia. Os jornais são compostos disso mesmo - de notícias de atgenda e de notícias resultantes de uma qualquer combinação entre fonte e jornalista (há, é certo, alguma investigação genuína, mas pouca). Essa combinação não é necessariamente má - há um comércio entre fontes e jornalistas do qual todos ficam a ganhar. O que JMF faz é uma canalhice, uma falha deontológica grave. Eu, por exemplo, que sou fonte, ao Público é que nunca dou nem mais uma. A denúncia das fontes ou a revelação do mecanismo da notícia devem ser guardadas para casos-limite. Não me parece que este seja o caso. (sobre a cumplicidade entre JMF e a CIP… fica para outra altura).

#21 Anonymous em 11.12.07 às

João Paulo, estou a ver mal o filme ou… todos os dias (diria mesmo) todas as horas, há uma fonte de informação que combina com um jornalista a publicação de uma notícia. Os jornais são compostos disso mesmo - de notícias de atgenda e de notícias resultantes de uma qualquer combinação entre fonte e jornalista (há, é certo, alguma investigação genuína, mas pouca). Essa combinação não é necessariamente má - há um comércio entre fontes e jornalistas do qual todos ficam a ganhar. O que JMF faz é uma canalhice, uma falha deontológica grave. Eu, por exemplo, que sou fonte, ao Público é que nunca dou nem mais uma. A denúncia das fontes ou a revelação do mecanismo da notícia devem ser guardadas para casos-limite. Não me parece que este seja o caso. (sobre a cumplicidade entre JMF e a CIP… fica para outra altura).

#22 Anonymous em 11.12.07 às

João Paulo, estou a ver mal o filme ou… todos os dias (diria mesmo) todas as horas, há uma fonte de informação que combina com um jornalista a publicação de uma notícia. Os jornais são compostos disso mesmo - de notícias de atgenda e de notícias resultantes de uma qualquer combinação entre fonte e jornalista (há, é certo, alguma investigação genuína, mas pouca). Essa combinação não é necessariamente má - há um comércio entre fontes e jornalistas do qual todos ficam a ganhar. O que JMF faz é uma canalhice, uma falha deontológica grave. Eu, por exemplo, que sou fonte, ao Público é que nunca dou nem mais uma. A denúncia das fontes ou a revelação do mecanismo da notícia devem ser guardadas para casos-limite. Não me parece que este seja o caso. (sobre a cumplicidade entre JMF e a CIP… fica para outra altura).

#23 Anonymous em 11.12.07 às

João Paulo, estou a ver mal o filme ou… todos os dias (diria mesmo) todas as horas, há uma fonte de informação que combina com um jornalista a publicação de uma notícia. Os jornais são compostos disso mesmo - de notícias de atgenda e de notícias resultantes de uma qualquer combinação entre fonte e jornalista (há, é certo, alguma investigação genuína, mas pouca). Essa combinação não é necessariamente má - há um comércio entre fontes e jornalistas do qual todos ficam a ganhar. O que JMF faz é uma canalhice, uma falha deontológica grave. Eu, por exemplo, que sou fonte, ao Público é que nunca dou nem mais uma. A denúncia das fontes ou a revelação do mecanismo da notícia devem ser guardadas para casos-limite. Não me parece que este seja o caso. (sobre a cumplicidade entre JMF e a CIP… fica para outra altura).

#24 Anonymous em 11.12.07 às

João Paulo, estou a ver mal o filme ou… todos os dias (diria mesmo) todas as horas, há uma fonte de informação que combina com um jornalista a publicação de uma notícia. Os jornais são compostos disso mesmo - de notícias de atgenda e de notícias resultantes de uma qualquer combinação entre fonte e jornalista (há, é certo, alguma investigação genuína, mas pouca). Essa combinação não é necessariamente má - há um comércio entre fontes e jornalistas do qual todos ficam a ganhar. O que JMF faz é uma canalhice, uma falha deontológica grave. Eu, por exemplo, que sou fonte, ao Público é que nunca dou nem mais uma. A denúncia das fontes ou a revelação do mecanismo da notícia devem ser guardadas para casos-limite. Não me parece que este seja o caso. (sobre a cumplicidade entre JMF e a CIP… fica para outra altura).

#25 Anonymous em 11.12.07 às

João Paulo, estou a ver mal o filme ou… todos os dias (diria mesmo) todas as horas, há uma fonte de informação que combina com um jornalista a publicação de uma notícia. Os jornais são compostos disso mesmo - de notícias de atgenda e de notícias resultantes de uma qualquer combinação entre fonte e jornalista (há, é certo, alguma investigação genuína, mas pouca). Essa combinação não é necessariamente má - há um comércio entre fontes e jornalistas do qual todos ficam a ganhar. O que JMF faz é uma canalhice, uma falha deontológica grave. Eu, por exemplo, que sou fonte, ao Público é que nunca dou nem mais uma. A denúncia das fontes ou a revelação do mecanismo da notícia devem ser guardadas para casos-limite. Não me parece que este seja o caso. (sobre a cumplicidade entre JMF e a CIP… fica para outra altura).

#26 Anonymous em 11.12.07 às

João Paulo, estou a ver mal o filme ou… todos os dias (diria mesmo) todas as horas, há uma fonte de informação que combina com um jornalista a publicação de uma notícia. Os jornais são compostos disso mesmo - de notícias de atgenda e de notícias resultantes de uma qualquer combinação entre fonte e jornalista (há, é certo, alguma investigação genuína, mas pouca). Essa combinação não é necessariamente má - há um comércio entre fontes e jornalistas do qual todos ficam a ganhar. O que JMF faz é uma canalhice, uma falha deontológica grave. Eu, por exemplo, que sou fonte, ao Público é que nunca dou nem mais uma. A denúncia das fontes ou a revelação do mecanismo da notícia devem ser guardadas para casos-limite. Não me parece que este seja o caso. (sobre a cumplicidade entre JMF e a CIP… fica para outra altura).

#27 Anonymous em 11.12.07 às

João Paulo, estou a ver mal o filme ou… todos os dias (diria mesmo) todas as horas, há uma fonte de informação que combina com um jornalista a publicação de uma notícia. Os jornais são compostos disso mesmo - de notícias de atgenda e de notícias resultantes de uma qualquer combinação entre fonte e jornalista (há, é certo, alguma investigação genuína, mas pouca). Essa combinação não é necessariamente má - há um comércio entre fontes e jornalistas do qual todos ficam a ganhar. O que JMF faz é uma canalhice, uma falha deontológica grave. Eu, por exemplo, que sou fonte, ao Público é que nunca dou nem mais uma. A denúncia das fontes ou a revelação do mecanismo da notícia devem ser guardadas para casos-limite. Não me parece que este seja o caso. (sobre a cumplicidade entre JMF e a CIP… fica para outra altura).

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