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10 opiniões ↓
Li e tive a mesma reflexão. A vergonha não tem limites.
Bem, pelo menos ests, não podem ser acusados de contratar pesoas a recibo verde!
Infelizmente não me espanta nada disto, não sendo eu alguém que vive nas mesmas condições. Felizmente, faço do jornalismo um hobbie. Quem corre por gosto não cansa….até um dia
É a estas e outras situaçaoes iguais, como os falsos recibos verdes que o Sócrates quer legalizar, que a inspecção de trabalho não devia dar tréguas
E para além destes há os outros, a recibos verdes, que recebem quando a administração entende, como está a passar-se no Janeiro. Parece que hoje recebem metade do ordenado.
E o representante da empresa “A Vida é Bela”, que gritou, ontem, na Prova Oral, que adora estagiários não remunerados e mão de obra escrava?!
Não sou daqueles que dizem que “há coisas com as quais não se brinca”, mas insultava e chamava à razão o senhor se tivesse tido oportunidade (tentei entrar em directo no programa). Gozar com o drama de milhares de jovens - e, pior, assumir uma posição conivente e causadora desse mesmo drama é vergonhoso.
Também ouvi. Não terá sido, realmente, um momento muito inspirado do António Quina. Sim, deveria haver mais respeito. Uma coisa é um estagio pos-curricular (que mesmo assim não deve servir para substituir um posto de trabalho), outra o abuso dos estágios
Subverteram completamente o conceito de estagiário convertendo-o numa forma de exploração laboral. Empresários-exploradores-chico-espertos existirão sempre. Cabe aos jovens não se deixarem explorar, porque se forem inteligentes, vão perceber que quando tiverem a experiência necessária e quiserem ganhar o seu salário, haverá outro estagiário para explorar e eles nunca terão o trabalho que desejam. Não dêm tiros nos pés nem alimentem exploradores. Abraço.
Há um desportivo que vive há anos com estagiários e falsos recibos verdes. só não vê quem não quer…e não investiga quem tem medo
Numa entrevista recente de recrutamento para um empresa não jornalística contava a uma entrevistadora estupefacta as vicissitudes do jogo dos “estágios” e das redacções alimentadas a escravos.
Este país tem o jornalismo que merece.
Já dizia o Sérgio :
“Só neste país é que se diz só neste país”
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