publicado em
10 de Dezembro de 2007


por João Paulo Meneses


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Avillez Figueiredo na Sonae

Alguns leitores deste blogue mostraram-se chocados com aquilo que consideram ser a falta de ética do director do Diário Económico que se despediu para ocupar um posto de responsabilidade na Sonae.

E só por causa dessas mensagens - para não se pensar que as estou a censurar - é que escrevo este texto: não vejo qualquer problema ético em se abandonar o jornalismo! Se amanhã Avillez Figueiredo voltar ao jornalismo económico já pensarei de forma diferente - mesmo respeitando os seis meses de ‘nojo’ previstos no novo Estatuto do Jornalista (por falar nisso, já está em vigor?).

27 opiniões ↓

#1 filinto em 12.10.07 às

A questão não deve ser centrada na pessoa do director do DE, mas na força dos jornais e do jornalismo na sociedade actual. Não me parece que haja algo errado na opção de MAF, é pessoal, mas parece-me significativo que o principal jornal económico português não consiga “segurar” o seu director.

#2 filinto em 12.10.07 às

A questão não deve ser centrada na pessoa do director do DE, mas na força dos jornais e do jornalismo na sociedade actual. Não me parece que haja algo errado na opção de MAF, é pessoal, mas parece-me significativo que o principal jornal económico português não consiga “segurar” o seu director.

#3 filinto em 12.10.07 às

A questão não deve ser centrada na pessoa do director do DE, mas na força dos jornais e do jornalismo na sociedade actual. Não me parece que haja algo errado na opção de MAF, é pessoal, mas parece-me significativo que o principal jornal económico português não consiga “segurar” o seu director.

#4 filinto em 12.10.07 às

A questão não deve ser centrada na pessoa do director do DE, mas na força dos jornais e do jornalismo na sociedade actual. Não me parece que haja algo errado na opção de MAF, é pessoal, mas parece-me significativo que o principal jornal económico português não consiga “segurar” o seu director.

#5 filinto em 12.10.07 às

A questão não deve ser centrada na pessoa do director do DE, mas na força dos jornais e do jornalismo na sociedade actual. Não me parece que haja algo errado na opção de MAF, é pessoal, mas parece-me significativo que o principal jornal económico português não consiga “segurar” o seu director.

#6 filinto em 12.10.07 às

A questão não deve ser centrada na pessoa do director do DE, mas na força dos jornais e do jornalismo na sociedade actual. Não me parece que haja algo errado na opção de MAF, é pessoal, mas parece-me significativo que o principal jornal económico português não consiga “segurar” o seu director.

#7 filinto em 12.10.07 às

A questão não deve ser centrada na pessoa do director do DE, mas na força dos jornais e do jornalismo na sociedade actual. Não me parece que haja algo errado na opção de MAF, é pessoal, mas parece-me significativo que o principal jornal económico português não consiga “segurar” o seu director.

#8 filinto em 12.10.07 às

A questão não deve ser centrada na pessoa do director do DE, mas na força dos jornais e do jornalismo na sociedade actual. Não me parece que haja algo errado na opção de MAF, é pessoal, mas parece-me significativo que o principal jornal económico português não consiga “segurar” o seu director.

#9 filinto em 12.10.07 às

A questão não deve ser centrada na pessoa do director do DE, mas na força dos jornais e do jornalismo na sociedade actual. Não me parece que haja algo errado na opção de MAF, é pessoal, mas parece-me significativo que o principal jornal económico português não consiga “segurar” o seu director.

#10 filinto em 12.10.07 às

A questão não deve ser centrada na pessoa do director do DE, mas na força dos jornais e do jornalismo na sociedade actual. Não me parece que haja algo errado na opção de MAF, é pessoal, mas parece-me significativo que o principal jornal económico português não consiga “segurar” o seu director.

#11 filinto em 12.10.07 às

A questão não deve ser centrada na pessoa do director do DE, mas na força dos jornais e do jornalismo na sociedade actual. Não me parece que haja algo errado na opção de MAF, é pessoal, mas parece-me significativo que o principal jornal económico português não consiga “segurar” o seu director.

#12 filinto em 12.10.07 às

A questão não deve ser centrada na pessoa do director do DE, mas na força dos jornais e do jornalismo na sociedade actual. Não me parece que haja algo errado na opção de MAF, é pessoal, mas parece-me significativo que o principal jornal económico português não consiga “segurar” o seu director.

#13 filinto em 12.10.07 às

A questão não deve ser centrada na pessoa do director do DE, mas na força dos jornais e do jornalismo na sociedade actual. Não me parece que haja algo errado na opção de MAF, é pessoal, mas parece-me significativo que o principal jornal económico português não consiga “segurar” o seu director.

#14 filinto em 12.10.07 às

A questão não deve ser centrada na pessoa do director do DE, mas na força dos jornais e do jornalismo na sociedade actual. Não me parece que haja algo errado na opção de MAF, é pessoal, mas parece-me significativo que o principal jornal económico português não consiga “segurar” o seu director.

#15 filinto em 12.10.07 às

A questão não deve ser centrada na pessoa do director do DE, mas na força dos jornais e do jornalismo na sociedade actual. Não me parece que haja algo errado na opção de MAF, é pessoal, mas parece-me significativo que o principal jornal económico português não consiga “segurar” o seu director.

#16 filinto em 12.10.07 às

A questão não deve ser centrada na pessoa do director do DE, mas na força dos jornais e do jornalismo na sociedade actual. Não me parece que haja algo errado na opção de MAF, é pessoal, mas parece-me significativo que o principal jornal económico português não consiga “segurar” o seu director.

#17 filinto em 12.10.07 às

A questão não deve ser centrada na pessoa do director do DE, mas na força dos jornais e do jornalismo na sociedade actual. Não me parece que haja algo errado na opção de MAF, é pessoal, mas parece-me significativo que o principal jornal económico português não consiga “segurar” o seu director.

#18 filinto em 12.10.07 às

A questão não deve ser centrada na pessoa do director do DE, mas na força dos jornais e do jornalismo na sociedade actual. Não me parece que haja algo errado na opção de MAF, é pessoal, mas parece-me significativo que o principal jornal económico português não consiga “segurar” o seu director.

#19 filinto em 12.10.07 às

A questão não deve ser centrada na pessoa do director do DE, mas na força dos jornais e do jornalismo na sociedade actual. Não me parece que haja algo errado na opção de MAF, é pessoal, mas parece-me significativo que o principal jornal económico português não consiga “segurar” o seu director.

#20 filinto em 12.10.07 às

A questão não deve ser centrada na pessoa do director do DE, mas na força dos jornais e do jornalismo na sociedade actual. Não me parece que haja algo errado na opção de MAF, é pessoal, mas parece-me significativo que o principal jornal económico português não consiga “segurar” o seu director.

#21 filinto em 12.10.07 às

A questão não deve ser centrada na pessoa do director do DE, mas na força dos jornais e do jornalismo na sociedade actual. Não me parece que haja algo errado na opção de MAF, é pessoal, mas parece-me significativo que o principal jornal económico português não consiga “segurar” o seu director.

#22 filinto em 12.10.07 às

A questão não deve ser centrada na pessoa do director do DE, mas na força dos jornais e do jornalismo na sociedade actual. Não me parece que haja algo errado na opção de MAF, é pessoal, mas parece-me significativo que o principal jornal económico português não consiga “segurar” o seu director.

#23 filinto em 12.10.07 às

A questão não deve ser centrada na pessoa do director do DE, mas na força dos jornais e do jornalismo na sociedade actual. Não me parece que haja algo errado na opção de MAF, é pessoal, mas parece-me significativo que o principal jornal económico português não consiga “segurar” o seu director.

#24 filinto em 12.10.07 às

A questão não deve ser centrada na pessoa do director do DE, mas na força dos jornais e do jornalismo na sociedade actual. Não me parece que haja algo errado na opção de MAF, é pessoal, mas parece-me significativo que o principal jornal económico português não consiga “segurar” o seu director.

#25 filinto em 12.10.07 às

A questão não deve ser centrada na pessoa do director do DE, mas na força dos jornais e do jornalismo na sociedade actual. Não me parece que haja algo errado na opção de MAF, é pessoal, mas parece-me significativo que o principal jornal económico português não consiga “segurar” o seu director.

#26 filinto em 12.10.07 às

A questão não deve ser centrada na pessoa do director do DE, mas na força dos jornais e do jornalismo na sociedade actual. Não me parece que haja algo errado na opção de MAF, é pessoal, mas parece-me significativo que o principal jornal económico português não consiga “segurar” o seu director.

#27 filinto em 12.10.07 às

A questão não deve ser centrada na pessoa do director do DE, mas na força dos jornais e do jornalismo na sociedade actual. Não me parece que haja algo errado na opção de MAF, é pessoal, mas parece-me significativo que o principal jornal económico português não consiga “segurar” o seu director.

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