Do direito de resposta e o respeito pelos leitores
O que terão pensado os leitores do Expresso quando leram, da edição de sábado, coisas como estas, retiradas de uma carta do ministro da Agricultura, enviada como direito de resposta: «O Expresso, apesar de conhecer todos os documentos relativos a esta questão, omitiu uma cópia de um correio electrónico…», «O Expresso volta a omitir, apesar de lhes ter mostrado outros documentos com datas anteriores…», «O Expresso afirma que os serviços da Coudelaria de Alter estão encerrados aos feriados e segundas-feiras, mas deliberadamente omite a informação…» ou «Deliberadamente o Expresso omite a informação…»?
A carta do ministro ataca a credibilidade da jornalista do Expresso, mas o jornal não se defende. Publica-a e nada mais (com chamada à primeira página). Das duas uma: ou, como quem cala consente, o Expresso aceita o erro ou está apenas a interpretar o que diz a lei de imprensa («No mesmo número em que for publicada a resposta ou a rectificação só é permitido à direcção do periódico fazer inserir uma breve anotação à mesma, da sua autoria, com o estrito fim de apontar qualquer inexactidão ou erro de facto contidos na resposta ou na rectificação», artº 26, ponto 6)? Em qualquer dos casos, o respeito pelos seus leitores exigia mais: se o Expresso errou, deveria assumi-lo; se é o ministro que não está a ser verdadeiro, os leitores deveriam sabê-lo. Na mesma semana e edição.

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Por acaso tinha lido a notícia que deu origem ao direito de resposta e pareceu-me uma notícia “normal”, nunca teria posto em causa a veracidade dos factos apresentados. Contudo, quando li o direito de resposta fiquei com muitas dúvidas, até pelas acusações que são feitas à jornalista pelo ministro.
O “Expresso” se errou deve assumir que errou, não fica bem esconder-se.
Abraço
JM
Por acaso tinha lido a notícia que deu origem ao direito de resposta e pareceu-me uma notícia “normal”, nunca teria posto em causa a veracidade dos factos apresentados. Contudo, quando li o direito de resposta fiquei com muitas dúvidas, até pelas acusações que são feitas à jornalista pelo ministro.
O “Expresso” se errou deve assumir que errou, não fica bem esconder-se.
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Por acaso tinha lido a notícia que deu origem ao direito de resposta e pareceu-me uma notícia “normal”, nunca teria posto em causa a veracidade dos factos apresentados. Contudo, quando li o direito de resposta fiquei com muitas dúvidas, até pelas acusações que são feitas à jornalista pelo ministro.
O “Expresso” se errou deve assumir que errou, não fica bem esconder-se.
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Por acaso tinha lido a notícia que deu origem ao direito de resposta e pareceu-me uma notícia “normal”, nunca teria posto em causa a veracidade dos factos apresentados. Contudo, quando li o direito de resposta fiquei com muitas dúvidas, até pelas acusações que são feitas à jornalista pelo ministro.
O “Expresso” se errou deve assumir que errou, não fica bem esconder-se.
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JM
Por acaso tinha lido a notícia que deu origem ao direito de resposta e pareceu-me uma notícia “normal”, nunca teria posto em causa a veracidade dos factos apresentados. Contudo, quando li o direito de resposta fiquei com muitas dúvidas, até pelas acusações que são feitas à jornalista pelo ministro.
O “Expresso” se errou deve assumir que errou, não fica bem esconder-se.
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Por acaso tinha lido a notícia que deu origem ao direito de resposta e pareceu-me uma notícia “normal”, nunca teria posto em causa a veracidade dos factos apresentados. Contudo, quando li o direito de resposta fiquei com muitas dúvidas, até pelas acusações que são feitas à jornalista pelo ministro.
O “Expresso” se errou deve assumir que errou, não fica bem esconder-se.
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