publicado em
15 de Dezembro de 2005


por João Paulo Meneses


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E de O Comércio do Porto?

Basta consultar a página criada na ressaca do fecho do jornal para perceber que, mais do que entusiasmo, a esperança deu lugar à resignação.

Até consta que o título vai regressar, mas tanto tempo passou…

O que é que aconteceu, entretanto, aos jornalistas de O Comércio do Porto (e de A Capital, claro)?

Pelo que sei poucos estão no jornalismo. O que não quer dizer que para muitos o jornalismo seja uma porta fechada. A vida tem de continuar, de uma forma ou de outra, mas por que não aproveitar as brutais potencialidades da internet para manter a porta aberta?

O caso da Susana merece por isso ser elogiado e incentivado!

32 opiniões ↓

#1 jpmeneses em 12.16.05 às

Olá Maria José.
Há uma confusão de base na sua apreciação: aqui não se faz jornalismo, isto não é um órgão de comunicação social e obviamente não se sujeita às regras deontológicas que faço os possíveis por subscrever quando exerço a profissão. Não acha que isso faz a diferença? Eu acho que o contexto em que as coisas se passam é importante para qualquer julgamento.

Sim, concordo que a comunicação social não deve identificar vítimas de maus tratos, sobretudo sexuais, principalmente crianças. E, sim, concordo que nem sequer era relevante para a essência do texto que escrevi.

#2 jpmeneses em 12.16.05 às

Olá Maria José.
Há uma confusão de base na sua apreciação: aqui não se faz jornalismo, isto não é um órgão de comunicação social e obviamente não se sujeita às regras deontológicas que faço os possíveis por subscrever quando exerço a profissão. Não acha que isso faz a diferença? Eu acho que o contexto em que as coisas se passam é importante para qualquer julgamento.

Sim, concordo que a comunicação social não deve identificar vítimas de maus tratos, sobretudo sexuais, principalmente crianças. E, sim, concordo que nem sequer era relevante para a essência do texto que escrevi.

#3 jpmeneses em 12.16.05 às

Olá Maria José.
Há uma confusão de base na sua apreciação: aqui não se faz jornalismo, isto não é um órgão de comunicação social e obviamente não se sujeita às regras deontológicas que faço os possíveis por subscrever quando exerço a profissão. Não acha que isso faz a diferença? Eu acho que o contexto em que as coisas se passam é importante para qualquer julgamento.

Sim, concordo que a comunicação social não deve identificar vítimas de maus tratos, sobretudo sexuais, principalmente crianças. E, sim, concordo que nem sequer era relevante para a essência do texto que escrevi.

#4 jpmeneses em 12.16.05 às

Olá Maria José.
Há uma confusão de base na sua apreciação: aqui não se faz jornalismo, isto não é um órgão de comunicação social e obviamente não se sujeita às regras deontológicas que faço os possíveis por subscrever quando exerço a profissão. Não acha que isso faz a diferença? Eu acho que o contexto em que as coisas se passam é importante para qualquer julgamento.

Sim, concordo que a comunicação social não deve identificar vítimas de maus tratos, sobretudo sexuais, principalmente crianças. E, sim, concordo que nem sequer era relevante para a essência do texto que escrevi.

#5 jpmeneses em 12.16.05 às

Olá Maria José.
Há uma confusão de base na sua apreciação: aqui não se faz jornalismo, isto não é um órgão de comunicação social e obviamente não se sujeita às regras deontológicas que faço os possíveis por subscrever quando exerço a profissão. Não acha que isso faz a diferença? Eu acho que o contexto em que as coisas se passam é importante para qualquer julgamento.

Sim, concordo que a comunicação social não deve identificar vítimas de maus tratos, sobretudo sexuais, principalmente crianças. E, sim, concordo que nem sequer era relevante para a essência do texto que escrevi.

#6 jpmeneses em 12.16.05 às

Olá Maria José.
Há uma confusão de base na sua apreciação: aqui não se faz jornalismo, isto não é um órgão de comunicação social e obviamente não se sujeita às regras deontológicas que faço os possíveis por subscrever quando exerço a profissão. Não acha que isso faz a diferença? Eu acho que o contexto em que as coisas se passam é importante para qualquer julgamento.

Sim, concordo que a comunicação social não deve identificar vítimas de maus tratos, sobretudo sexuais, principalmente crianças. E, sim, concordo que nem sequer era relevante para a essência do texto que escrevi.

#7 jpmeneses em 12.16.05 às

Olá Maria José.
Há uma confusão de base na sua apreciação: aqui não se faz jornalismo, isto não é um órgão de comunicação social e obviamente não se sujeita às regras deontológicas que faço os possíveis por subscrever quando exerço a profissão. Não acha que isso faz a diferença? Eu acho que o contexto em que as coisas se passam é importante para qualquer julgamento.

Sim, concordo que a comunicação social não deve identificar vítimas de maus tratos, sobretudo sexuais, principalmente crianças. E, sim, concordo que nem sequer era relevante para a essência do texto que escrevi.

#8 jpmeneses em 12.16.05 às

Olá Maria José.
Há uma confusão de base na sua apreciação: aqui não se faz jornalismo, isto não é um órgão de comunicação social e obviamente não se sujeita às regras deontológicas que faço os possíveis por subscrever quando exerço a profissão. Não acha que isso faz a diferença? Eu acho que o contexto em que as coisas se passam é importante para qualquer julgamento.

Sim, concordo que a comunicação social não deve identificar vítimas de maus tratos, sobretudo sexuais, principalmente crianças. E, sim, concordo que nem sequer era relevante para a essência do texto que escrevi.

#9 jpmeneses em 12.16.05 às

Olá Maria José.
Há uma confusão de base na sua apreciação: aqui não se faz jornalismo, isto não é um órgão de comunicação social e obviamente não se sujeita às regras deontológicas que faço os possíveis por subscrever quando exerço a profissão. Não acha que isso faz a diferença? Eu acho que o contexto em que as coisas se passam é importante para qualquer julgamento.

Sim, concordo que a comunicação social não deve identificar vítimas de maus tratos, sobretudo sexuais, principalmente crianças. E, sim, concordo que nem sequer era relevante para a essência do texto que escrevi.

#10 jpmeneses em 12.16.05 às

Olá Maria José.
Há uma confusão de base na sua apreciação: aqui não se faz jornalismo, isto não é um órgão de comunicação social e obviamente não se sujeita às regras deontológicas que faço os possíveis por subscrever quando exerço a profissão. Não acha que isso faz a diferença? Eu acho que o contexto em que as coisas se passam é importante para qualquer julgamento.

Sim, concordo que a comunicação social não deve identificar vítimas de maus tratos, sobretudo sexuais, principalmente crianças. E, sim, concordo que nem sequer era relevante para a essência do texto que escrevi.

#11 jpmeneses em 12.16.05 às

Olá Maria José.
Há uma confusão de base na sua apreciação: aqui não se faz jornalismo, isto não é um órgão de comunicação social e obviamente não se sujeita às regras deontológicas que faço os possíveis por subscrever quando exerço a profissão. Não acha que isso faz a diferença? Eu acho que o contexto em que as coisas se passam é importante para qualquer julgamento.

Sim, concordo que a comunicação social não deve identificar vítimas de maus tratos, sobretudo sexuais, principalmente crianças. E, sim, concordo que nem sequer era relevante para a essência do texto que escrevi.

#12 jpmeneses em 12.16.05 às

Olá Maria José.
Há uma confusão de base na sua apreciação: aqui não se faz jornalismo, isto não é um órgão de comunicação social e obviamente não se sujeita às regras deontológicas que faço os possíveis por subscrever quando exerço a profissão. Não acha que isso faz a diferença? Eu acho que o contexto em que as coisas se passam é importante para qualquer julgamento.

Sim, concordo que a comunicação social não deve identificar vítimas de maus tratos, sobretudo sexuais, principalmente crianças. E, sim, concordo que nem sequer era relevante para a essência do texto que escrevi.

#13 jpmeneses em 12.16.05 às

Olá Maria José.
Há uma confusão de base na sua apreciação: aqui não se faz jornalismo, isto não é um órgão de comunicação social e obviamente não se sujeita às regras deontológicas que faço os possíveis por subscrever quando exerço a profissão. Não acha que isso faz a diferença? Eu acho que o contexto em que as coisas se passam é importante para qualquer julgamento.

Sim, concordo que a comunicação social não deve identificar vítimas de maus tratos, sobretudo sexuais, principalmente crianças. E, sim, concordo que nem sequer era relevante para a essência do texto que escrevi.

#14 jpmeneses em 12.16.05 às

Olá Maria José.
Há uma confusão de base na sua apreciação: aqui não se faz jornalismo, isto não é um órgão de comunicação social e obviamente não se sujeita às regras deontológicas que faço os possíveis por subscrever quando exerço a profissão. Não acha que isso faz a diferença? Eu acho que o contexto em que as coisas se passam é importante para qualquer julgamento.

Sim, concordo que a comunicação social não deve identificar vítimas de maus tratos, sobretudo sexuais, principalmente crianças. E, sim, concordo que nem sequer era relevante para a essência do texto que escrevi.

#15 jpmeneses em 12.16.05 às

Olá Maria José.
Há uma confusão de base na sua apreciação: aqui não se faz jornalismo, isto não é um órgão de comunicação social e obviamente não se sujeita às regras deontológicas que faço os possíveis por subscrever quando exerço a profissão. Não acha que isso faz a diferença? Eu acho que o contexto em que as coisas se passam é importante para qualquer julgamento.

Sim, concordo que a comunicação social não deve identificar vítimas de maus tratos, sobretudo sexuais, principalmente crianças. E, sim, concordo que nem sequer era relevante para a essência do texto que escrevi.

#16 jpmeneses em 12.16.05 às

Olá Maria José.
Há uma confusão de base na sua apreciação: aqui não se faz jornalismo, isto não é um órgão de comunicação social e obviamente não se sujeita às regras deontológicas que faço os possíveis por subscrever quando exerço a profissão. Não acha que isso faz a diferença? Eu acho que o contexto em que as coisas se passam é importante para qualquer julgamento.

Sim, concordo que a comunicação social não deve identificar vítimas de maus tratos, sobretudo sexuais, principalmente crianças. E, sim, concordo que nem sequer era relevante para a essência do texto que escrevi.

#17 jpmeneses em 12.16.05 às

Olá Maria José.
Há uma confusão de base na sua apreciação: aqui não se faz jornalismo, isto não é um órgão de comunicação social e obviamente não se sujeita às regras deontológicas que faço os possíveis por subscrever quando exerço a profissão. Não acha que isso faz a diferença? Eu acho que o contexto em que as coisas se passam é importante para qualquer julgamento.

Sim, concordo que a comunicação social não deve identificar vítimas de maus tratos, sobretudo sexuais, principalmente crianças. E, sim, concordo que nem sequer era relevante para a essência do texto que escrevi.

#18 jpmeneses em 12.16.05 às

Olá Maria José.
Há uma confusão de base na sua apreciação: aqui não se faz jornalismo, isto não é um órgão de comunicação social e obviamente não se sujeita às regras deontológicas que faço os possíveis por subscrever quando exerço a profissão. Não acha que isso faz a diferença? Eu acho que o contexto em que as coisas se passam é importante para qualquer julgamento.

Sim, concordo que a comunicação social não deve identificar vítimas de maus tratos, sobretudo sexuais, principalmente crianças. E, sim, concordo que nem sequer era relevante para a essência do texto que escrevi.

#19 jpmeneses em 12.16.05 às

Olá Maria José.
Há uma confusão de base na sua apreciação: aqui não se faz jornalismo, isto não é um órgão de comunicação social e obviamente não se sujeita às regras deontológicas que faço os possíveis por subscrever quando exerço a profissão. Não acha que isso faz a diferença? Eu acho que o contexto em que as coisas se passam é importante para qualquer julgamento.

Sim, concordo que a comunicação social não deve identificar vítimas de maus tratos, sobretudo sexuais, principalmente crianças. E, sim, concordo que nem sequer era relevante para a essência do texto que escrevi.

#20 jpmeneses em 12.16.05 às

Olá Maria José.
Há uma confusão de base na sua apreciação: aqui não se faz jornalismo, isto não é um órgão de comunicação social e obviamente não se sujeita às regras deontológicas que faço os possíveis por subscrever quando exerço a profissão. Não acha que isso faz a diferença? Eu acho que o contexto em que as coisas se passam é importante para qualquer julgamento.

Sim, concordo que a comunicação social não deve identificar vítimas de maus tratos, sobretudo sexuais, principalmente crianças. E, sim, concordo que nem sequer era relevante para a essência do texto que escrevi.

#21 jpmeneses em 12.16.05 às

Olá Maria José.
Há uma confusão de base na sua apreciação: aqui não se faz jornalismo, isto não é um órgão de comunicação social e obviamente não se sujeita às regras deontológicas que faço os possíveis por subscrever quando exerço a profissão. Não acha que isso faz a diferença? Eu acho que o contexto em que as coisas se passam é importante para qualquer julgamento.

Sim, concordo que a comunicação social não deve identificar vítimas de maus tratos, sobretudo sexuais, principalmente crianças. E, sim, concordo que nem sequer era relevante para a essência do texto que escrevi.

#22 jpmeneses em 12.16.05 às

Olá Maria José.
Há uma confusão de base na sua apreciação: aqui não se faz jornalismo, isto não é um órgão de comunicação social e obviamente não se sujeita às regras deontológicas que faço os possíveis por subscrever quando exerço a profissão. Não acha que isso faz a diferença? Eu acho que o contexto em que as coisas se passam é importante para qualquer julgamento.

Sim, concordo que a comunicação social não deve identificar vítimas de maus tratos, sobretudo sexuais, principalmente crianças. E, sim, concordo que nem sequer era relevante para a essência do texto que escrevi.

#23 jpmeneses em 12.16.05 às

Olá Maria José.
Há uma confusão de base na sua apreciação: aqui não se faz jornalismo, isto não é um órgão de comunicação social e obviamente não se sujeita às regras deontológicas que faço os possíveis por subscrever quando exerço a profissão. Não acha que isso faz a diferença? Eu acho que o contexto em que as coisas se passam é importante para qualquer julgamento.

Sim, concordo que a comunicação social não deve identificar vítimas de maus tratos, sobretudo sexuais, principalmente crianças. E, sim, concordo que nem sequer era relevante para a essência do texto que escrevi.

#24 jpmeneses em 12.16.05 às

Olá Maria José.
Há uma confusão de base na sua apreciação: aqui não se faz jornalismo, isto não é um órgão de comunicação social e obviamente não se sujeita às regras deontológicas que faço os possíveis por subscrever quando exerço a profissão. Não acha que isso faz a diferença? Eu acho que o contexto em que as coisas se passam é importante para qualquer julgamento.

Sim, concordo que a comunicação social não deve identificar vítimas de maus tratos, sobretudo sexuais, principalmente crianças. E, sim, concordo que nem sequer era relevante para a essência do texto que escrevi.

#25 jpmeneses em 12.16.05 às

Olá Maria José.
Há uma confusão de base na sua apreciação: aqui não se faz jornalismo, isto não é um órgão de comunicação social e obviamente não se sujeita às regras deontológicas que faço os possíveis por subscrever quando exerço a profissão. Não acha que isso faz a diferença? Eu acho que o contexto em que as coisas se passam é importante para qualquer julgamento.

Sim, concordo que a comunicação social não deve identificar vítimas de maus tratos, sobretudo sexuais, principalmente crianças. E, sim, concordo que nem sequer era relevante para a essência do texto que escrevi.

#26 jpmeneses em 12.16.05 às

Olá Maria José.
Há uma confusão de base na sua apreciação: aqui não se faz jornalismo, isto não é um órgão de comunicação social e obviamente não se sujeita às regras deontológicas que faço os possíveis por subscrever quando exerço a profissão. Não acha que isso faz a diferença? Eu acho que o contexto em que as coisas se passam é importante para qualquer julgamento.

Sim, concordo que a comunicação social não deve identificar vítimas de maus tratos, sobretudo sexuais, principalmente crianças. E, sim, concordo que nem sequer era relevante para a essência do texto que escrevi.

#27 jpmeneses em 12.16.05 às

Olá Maria José.
Há uma confusão de base na sua apreciação: aqui não se faz jornalismo, isto não é um órgão de comunicação social e obviamente não se sujeita às regras deontológicas que faço os possíveis por subscrever quando exerço a profissão. Não acha que isso faz a diferença? Eu acho que o contexto em que as coisas se passam é importante para qualquer julgamento.

Sim, concordo que a comunicação social não deve identificar vítimas de maus tratos, sobretudo sexuais, principalmente crianças. E, sim, concordo que nem sequer era relevante para a essência do texto que escrevi.

#28 jpmeneses em 12.16.05 às

Olá Maria José.
Há uma confusão de base na sua apreciação: aqui não se faz jornalismo, isto não é um órgão de comunicação social e obviamente não se sujeita às regras deontológicas que faço os possíveis por subscrever quando exerço a profissão. Não acha que isso faz a diferença? Eu acho que o contexto em que as coisas se passam é importante para qualquer julgamento.

Sim, concordo que a comunicação social não deve identificar vítimas de maus tratos, sobretudo sexuais, principalmente crianças. E, sim, concordo que nem sequer era relevante para a essência do texto que escrevi.

#29 jpmeneses em 12.16.05 às

Olá Maria José.
Há uma confusão de base na sua apreciação: aqui não se faz jornalismo, isto não é um órgão de comunicação social e obviamente não se sujeita às regras deontológicas que faço os possíveis por subscrever quando exerço a profissão. Não acha que isso faz a diferença? Eu acho que o contexto em que as coisas se passam é importante para qualquer julgamento.

Sim, concordo que a comunicação social não deve identificar vítimas de maus tratos, sobretudo sexuais, principalmente crianças. E, sim, concordo que nem sequer era relevante para a essência do texto que escrevi.

#30 jpmeneses em 12.16.05 às

Olá Maria José.
Há uma confusão de base na sua apreciação: aqui não se faz jornalismo, isto não é um órgão de comunicação social e obviamente não se sujeita às regras deontológicas que faço os possíveis por subscrever quando exerço a profissão. Não acha que isso faz a diferença? Eu acho que o contexto em que as coisas se passam é importante para qualquer julgamento.

Sim, concordo que a comunicação social não deve identificar vítimas de maus tratos, sobretudo sexuais, principalmente crianças. E, sim, concordo que nem sequer era relevante para a essência do texto que escrevi.

#31 jpmeneses em 12.16.05 às

Olá Maria José.
Há uma confusão de base na sua apreciação: aqui não se faz jornalismo, isto não é um órgão de comunicação social e obviamente não se sujeita às regras deontológicas que faço os possíveis por subscrever quando exerço a profissão. Não acha que isso faz a diferença? Eu acho que o contexto em que as coisas se passam é importante para qualquer julgamento.

Sim, concordo que a comunicação social não deve identificar vítimas de maus tratos, sobretudo sexuais, principalmente crianças. E, sim, concordo que nem sequer era relevante para a essência do texto que escrevi.

#32 jpmeneses em 12.16.05 às

Olá Maria José.
Há uma confusão de base na sua apreciação: aqui não se faz jornalismo, isto não é um órgão de comunicação social e obviamente não se sujeita às regras deontológicas que faço os possíveis por subscrever quando exerço a profissão. Não acha que isso faz a diferença? Eu acho que o contexto em que as coisas se passam é importante para qualquer julgamento.

Sim, concordo que a comunicação social não deve identificar vítimas de maus tratos, sobretudo sexuais, principalmente crianças. E, sim, concordo que nem sequer era relevante para a essência do texto que escrevi.

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