E de O Comércio do Porto?
Basta consultar a página criada na ressaca do fecho do jornal para perceber que, mais do que entusiasmo, a esperança deu lugar à resignação.
Até consta que o título vai regressar, mas tanto tempo passou…
O que é que aconteceu, entretanto, aos jornalistas de O Comércio do Porto (e de A Capital, claro)?
Pelo que sei poucos estão no jornalismo. O que não quer dizer que para muitos o jornalismo seja uma porta fechada. A vida tem de continuar, de uma forma ou de outra, mas por que não aproveitar as brutais potencialidades da internet para manter a porta aberta?
O caso da Susana merece por isso ser elogiado e incentivado!

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32 opiniões ↓
Olá Maria José.
Há uma confusão de base na sua apreciação: aqui não se faz jornalismo, isto não é um órgão de comunicação social e obviamente não se sujeita às regras deontológicas que faço os possíveis por subscrever quando exerço a profissão. Não acha que isso faz a diferença? Eu acho que o contexto em que as coisas se passam é importante para qualquer julgamento.
Sim, concordo que a comunicação social não deve identificar vítimas de maus tratos, sobretudo sexuais, principalmente crianças. E, sim, concordo que nem sequer era relevante para a essência do texto que escrevi.
Olá Maria José.
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Sim, concordo que a comunicação social não deve identificar vítimas de maus tratos, sobretudo sexuais, principalmente crianças. E, sim, concordo que nem sequer era relevante para a essência do texto que escrevi.
Olá Maria José.
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Sim, concordo que a comunicação social não deve identificar vítimas de maus tratos, sobretudo sexuais, principalmente crianças. E, sim, concordo que nem sequer era relevante para a essência do texto que escrevi.
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Sim, concordo que a comunicação social não deve identificar vítimas de maus tratos, sobretudo sexuais, principalmente crianças. E, sim, concordo que nem sequer era relevante para a essência do texto que escrevi.
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