É o princípio de quê? (a resposta é clara, mas…)
«O Movimento Informaçäo é Liberdade (MIL), que junta mais de 700 jornalistas, vai reunir para discutir formas da classe passar a tutelar o seu regime de sançöes, disse hoje à Lusa o porta-voz da entidade. O encontro, agendado para a próxima semana, em Lisboa, visa juntar “a maior quantidade possível de jornalistas” para “abrir caminho para formas de organizaçäo da classe que permitam que o regime sancionatório passe para a própria classe”, explicou Mário Bettencourt Resendes. (…) De acordo com Mário Bettencourt Resendes, “em vários países europeus, [o regime de sançöes às infracçöes deontológicas] é gerido pela própria classe, sem ser preciso alienar a outras entidades”.» (via Lusa, de hoje)
Sejamos claros: para que «o regime sancionatório passe para a própria classe» é preciso criar, com o devido enquadramento legal, uma entidade de inscrição obrigatória de todos os jornalistas. Com poderes alargados ou restritos, chamando-se ordem ou associação, com ou sem o apoio do Sindicato. Eu, como sempre disse, defendo a coexistência do Sindicato e dessa ordassociação. Os caminhos e os objectivos de cada uma distintos e claros.

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O que já não acho ridículo é que se tenha recuado nas habilitações mínimas.
Eu, que tenho um curso superior, acho que a Academia é uma fraude.
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