Era uma vez…
… um jornalista que fazia jornalismo mas nem o próprio se considerava jornalista! Nem podia! Além de funções incompatíveis com o jornalismo (daquelas que estão previstas no artigo 3 do Estatuto do Jornalista), era conhecida a sua activa militância política. Acontece que no desempenho dessa função jornalística, o jornalista em causa tinha de fazer relatos da actividade e dos programas dos outros partidos (que, obviamente, sabiam que ele era da “oposição”…).
Como é que ele fazia? Sempre que tinha de abordar os dirigentes dos outros partidos comportava-se como se fosse um fervoroso militante, dessa área, mas desde pequenino! Para compensar, era dócil, disponível, subserviente. Os dirigentes dos outros partidos riam-se e agradeciam!
(felizmente, esta é uma história de ficção!)

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