publicado em
1 de Junho de 2008


por João Paulo Meneses


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Escrever por antecipação não é jornalismo

Reproduzo, com a devida vénia, o interessante trabalho de João Tomé sobre o texto da primeira página  do Público de ontem, a propósito do concerto (?) de Amy Winehouse.

Convido os leitores a seguirem os argumentos do João.

Gostaria de ouvir/ler o que é que o jornalista do Público diz deste caso (via provedor?), mas uma coisa é certa, tenha ou não acontecido com este caso: escrever por antecipação não é jornalismo (nenhum jornalista deveria impor a outro tal coisa nem nenhum jornalista deveria aceitar tamanha encomenda).

3 opiniões ↓

#1 Anónimo em 06.01.08 às

que disparate pegado. eu já tinha lido a legenda da foto e notei perfeitamente que o jornalista do Público escreveu aquilo em cima do fecho da edição e portanto só deve ter ouvido duas ou três músicas. Não acho que ele tenha inventado, como sugere o blog aqui linkado. Aliás, eu que também só vi meia dúzia de canções (não aguentei a degradação da cantora e saí mais cedo) também acho que foi aos terceiro ou quarto tema que ela agarrou um público mole, que queria gozar com ela, mas não estava interessado na música dela.

#2 MM em 06.01.08 às

Há que interperlar o provedor do Público pelos mecanismos oficiais - provedor@publico.pt

#3 jgr em 06.02.08 às

É incrivel! Reparei nisso logo que comprei o jornal de manhã e estava absolutamente abismado como ainda ninguém tivesse chamado os bois pelos nomes. Há realmente muito espírito corporativo nessa profissão. O meu obrigado a JPM (e por interposta pessoa a João Tomé) por não serem mais um.
Nota de rodapé: Como se pode confiar mais num jornal que faz notícias por antecipação?

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