Escrever por antecipação não é jornalismo
Convido os leitores a seguirem os argumentos do João.
Gostaria de ouvir/ler o que é que o jornalista do Público diz deste caso (via provedor?), mas uma coisa é certa, tenha ou não acontecido com este caso: escrever por antecipação não é jornalismo (nenhum jornalista deveria impor a outro tal coisa nem nenhum jornalista deveria aceitar tamanha encomenda).

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3 opiniões ↓
que disparate pegado. eu já tinha lido a legenda da foto e notei perfeitamente que o jornalista do Público escreveu aquilo em cima do fecho da edição e portanto só deve ter ouvido duas ou três músicas. Não acho que ele tenha inventado, como sugere o blog aqui linkado. Aliás, eu que também só vi meia dúzia de canções (não aguentei a degradação da cantora e saí mais cedo) também acho que foi aos terceiro ou quarto tema que ela agarrou um público mole, que queria gozar com ela, mas não estava interessado na música dela.
Há que interperlar o provedor do Público pelos mecanismos oficiais - provedor@publico.pt
É incrivel! Reparei nisso logo que comprei o jornal de manhã e estava absolutamente abismado como ainda ninguém tivesse chamado os bois pelos nomes. Há realmente muito espírito corporativo nessa profissão. O meu obrigado a JPM (e por interposta pessoa a João Tomé) por não serem mais um.
Nota de rodapé: Como se pode confiar mais num jornal que faz notícias por antecipação?
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