publicado em
5 de Julho de 2005


por João Paulo Meneses


etiquetas
Textos

 

Partilhar
envie por mail envie por mail
delicious del.icio.us
domelhor DoMelhor
eucurti EuCurti

 

Assinar publicação
delicious feed RSS

 

Fala Sócrates (0)

O primeiro-ministro dá hoje uma entrevista (na SIC)!
Se Santana Lopes falava de mais, José Sócrates fala de menos (é uma opinião… mas uma coisa pdoe ter a ver com a outra).
De tal maneira que uma entrevista do primeiro-ministro é notícia.
Porquê hoje? Porque o governo anunciou o pacote dos milhões e José Sócrates tem coisas para dizer (é também uma forma - legítima - de condicionar as perguntas, que não poderão ignorar essas medidas).
Não sei se Sócrates virá a ser um bom primeiro-ministro, mas tem uma estratégia de comunicação muito bem definida.
Tentarei analisar essa estratégia a partir de agora, na secção “Fala Sócrates”.

33 opiniões ↓

#1 Américo de Sousa em 07.06.05 às

Bem interpretado, João Paulo. Se a GR considera que o princípio da confidencialidade das fontes de informação é um dever e um direito absolutos é porque não abre mesmo qualquer excepção. Seja a “deliberada má-fé”, seja o erro ou a ignorância da respectiva fonte. Seria, por isso, muito interessante conhecer a opinião do João Paulo sobre este tipo de confidencialidade (absoluta) das fontes. Pode ser?

#2 Américo de Sousa em 07.06.05 às

Bem interpretado, João Paulo. Se a GR considera que o princípio da confidencialidade das fontes de informação é um dever e um direito absolutos é porque não abre mesmo qualquer excepção. Seja a “deliberada má-fé”, seja o erro ou a ignorância da respectiva fonte. Seria, por isso, muito interessante conhecer a opinião do João Paulo sobre este tipo de confidencialidade (absoluta) das fontes. Pode ser?

#3 Américo de Sousa em 07.06.05 às

Bem interpretado, João Paulo. Se a GR considera que o princípio da confidencialidade das fontes de informação é um dever e um direito absolutos é porque não abre mesmo qualquer excepção. Seja a “deliberada má-fé”, seja o erro ou a ignorância da respectiva fonte. Seria, por isso, muito interessante conhecer a opinião do João Paulo sobre este tipo de confidencialidade (absoluta) das fontes. Pode ser?

#4 Américo de Sousa em 07.06.05 às

Bem interpretado, João Paulo. Se a GR considera que o princípio da confidencialidade das fontes de informação é um dever e um direito absolutos é porque não abre mesmo qualquer excepção. Seja a “deliberada má-fé”, seja o erro ou a ignorância da respectiva fonte. Seria, por isso, muito interessante conhecer a opinião do João Paulo sobre este tipo de confidencialidade (absoluta) das fontes. Pode ser?

#5 Américo de Sousa em 07.06.05 às

Bem interpretado, João Paulo. Se a GR considera que o princípio da confidencialidade das fontes de informação é um dever e um direito absolutos é porque não abre mesmo qualquer excepção. Seja a “deliberada má-fé”, seja o erro ou a ignorância da respectiva fonte. Seria, por isso, muito interessante conhecer a opinião do João Paulo sobre este tipo de confidencialidade (absoluta) das fontes. Pode ser?

#6 Américo de Sousa em 07.06.05 às

Bem interpretado, João Paulo. Se a GR considera que o princípio da confidencialidade das fontes de informação é um dever e um direito absolutos é porque não abre mesmo qualquer excepção. Seja a “deliberada má-fé”, seja o erro ou a ignorância da respectiva fonte. Seria, por isso, muito interessante conhecer a opinião do João Paulo sobre este tipo de confidencialidade (absoluta) das fontes. Pode ser?

#7 Américo de Sousa em 07.06.05 às

Bem interpretado, João Paulo. Se a GR considera que o princípio da confidencialidade das fontes de informação é um dever e um direito absolutos é porque não abre mesmo qualquer excepção. Seja a “deliberada má-fé”, seja o erro ou a ignorância da respectiva fonte. Seria, por isso, muito interessante conhecer a opinião do João Paulo sobre este tipo de confidencialidade (absoluta) das fontes. Pode ser?

#8 Américo de Sousa em 07.06.05 às

Bem interpretado, João Paulo. Se a GR considera que o princípio da confidencialidade das fontes de informação é um dever e um direito absolutos é porque não abre mesmo qualquer excepção. Seja a “deliberada má-fé”, seja o erro ou a ignorância da respectiva fonte. Seria, por isso, muito interessante conhecer a opinião do João Paulo sobre este tipo de confidencialidade (absoluta) das fontes. Pode ser?

#9 Américo de Sousa em 07.06.05 às

Bem interpretado, João Paulo. Se a GR considera que o princípio da confidencialidade das fontes de informação é um dever e um direito absolutos é porque não abre mesmo qualquer excepção. Seja a “deliberada má-fé”, seja o erro ou a ignorância da respectiva fonte. Seria, por isso, muito interessante conhecer a opinião do João Paulo sobre este tipo de confidencialidade (absoluta) das fontes. Pode ser?

#10 Américo de Sousa em 07.06.05 às

Bem interpretado, João Paulo. Se a GR considera que o princípio da confidencialidade das fontes de informação é um dever e um direito absolutos é porque não abre mesmo qualquer excepção. Seja a “deliberada má-fé”, seja o erro ou a ignorância da respectiva fonte. Seria, por isso, muito interessante conhecer a opinião do João Paulo sobre este tipo de confidencialidade (absoluta) das fontes. Pode ser?

#11 Américo de Sousa em 07.06.05 às

Bem interpretado, João Paulo. Se a GR considera que o princípio da confidencialidade das fontes de informação é um dever e um direito absolutos é porque não abre mesmo qualquer excepção. Seja a “deliberada má-fé”, seja o erro ou a ignorância da respectiva fonte. Seria, por isso, muito interessante conhecer a opinião do João Paulo sobre este tipo de confidencialidade (absoluta) das fontes. Pode ser?

#12 Américo de Sousa em 07.06.05 às

Bem interpretado, João Paulo. Se a GR considera que o princípio da confidencialidade das fontes de informação é um dever e um direito absolutos é porque não abre mesmo qualquer excepção. Seja a “deliberada má-fé”, seja o erro ou a ignorância da respectiva fonte. Seria, por isso, muito interessante conhecer a opinião do João Paulo sobre este tipo de confidencialidade (absoluta) das fontes. Pode ser?

#13 Américo de Sousa em 07.06.05 às

Bem interpretado, João Paulo. Se a GR considera que o princípio da confidencialidade das fontes de informação é um dever e um direito absolutos é porque não abre mesmo qualquer excepção. Seja a “deliberada má-fé”, seja o erro ou a ignorância da respectiva fonte. Seria, por isso, muito interessante conhecer a opinião do João Paulo sobre este tipo de confidencialidade (absoluta) das fontes. Pode ser?

#14 Américo de Sousa em 07.06.05 às

Bem interpretado, João Paulo. Se a GR considera que o princípio da confidencialidade das fontes de informação é um dever e um direito absolutos é porque não abre mesmo qualquer excepção. Seja a “deliberada má-fé”, seja o erro ou a ignorância da respectiva fonte. Seria, por isso, muito interessante conhecer a opinião do João Paulo sobre este tipo de confidencialidade (absoluta) das fontes. Pode ser?

#15 Américo de Sousa em 07.06.05 às

Bem interpretado, João Paulo. Se a GR considera que o princípio da confidencialidade das fontes de informação é um dever e um direito absolutos é porque não abre mesmo qualquer excepção. Seja a “deliberada má-fé”, seja o erro ou a ignorância da respectiva fonte. Seria, por isso, muito interessante conhecer a opinião do João Paulo sobre este tipo de confidencialidade (absoluta) das fontes. Pode ser?

#16 Américo de Sousa em 07.06.05 às

Bem interpretado, João Paulo. Se a GR considera que o princípio da confidencialidade das fontes de informação é um dever e um direito absolutos é porque não abre mesmo qualquer excepção. Seja a “deliberada má-fé”, seja o erro ou a ignorância da respectiva fonte. Seria, por isso, muito interessante conhecer a opinião do João Paulo sobre este tipo de confidencialidade (absoluta) das fontes. Pode ser?

#17 Américo de Sousa em 07.06.05 às

Bem interpretado, João Paulo. Se a GR considera que o princípio da confidencialidade das fontes de informação é um dever e um direito absolutos é porque não abre mesmo qualquer excepção. Seja a “deliberada má-fé”, seja o erro ou a ignorância da respectiva fonte. Seria, por isso, muito interessante conhecer a opinião do João Paulo sobre este tipo de confidencialidade (absoluta) das fontes. Pode ser?

#18 Américo de Sousa em 07.06.05 às

Bem interpretado, João Paulo. Se a GR considera que o princípio da confidencialidade das fontes de informação é um dever e um direito absolutos é porque não abre mesmo qualquer excepção. Seja a “deliberada má-fé”, seja o erro ou a ignorância da respectiva fonte. Seria, por isso, muito interessante conhecer a opinião do João Paulo sobre este tipo de confidencialidade (absoluta) das fontes. Pode ser?

#19 Américo de Sousa em 07.06.05 às

Bem interpretado, João Paulo. Se a GR considera que o princípio da confidencialidade das fontes de informação é um dever e um direito absolutos é porque não abre mesmo qualquer excepção. Seja a “deliberada má-fé”, seja o erro ou a ignorância da respectiva fonte. Seria, por isso, muito interessante conhecer a opinião do João Paulo sobre este tipo de confidencialidade (absoluta) das fontes. Pode ser?

#20 Américo de Sousa em 07.06.05 às

Bem interpretado, João Paulo. Se a GR considera que o princípio da confidencialidade das fontes de informação é um dever e um direito absolutos é porque não abre mesmo qualquer excepção. Seja a “deliberada má-fé”, seja o erro ou a ignorância da respectiva fonte. Seria, por isso, muito interessante conhecer a opinião do João Paulo sobre este tipo de confidencialidade (absoluta) das fontes. Pode ser?

#21 Américo de Sousa em 07.06.05 às

Bem interpretado, João Paulo. Se a GR considera que o princípio da confidencialidade das fontes de informação é um dever e um direito absolutos é porque não abre mesmo qualquer excepção. Seja a “deliberada má-fé”, seja o erro ou a ignorância da respectiva fonte. Seria, por isso, muito interessante conhecer a opinião do João Paulo sobre este tipo de confidencialidade (absoluta) das fontes. Pode ser?

#22 Américo de Sousa em 07.06.05 às

Bem interpretado, João Paulo. Se a GR considera que o princípio da confidencialidade das fontes de informação é um dever e um direito absolutos é porque não abre mesmo qualquer excepção. Seja a “deliberada má-fé”, seja o erro ou a ignorância da respectiva fonte. Seria, por isso, muito interessante conhecer a opinião do João Paulo sobre este tipo de confidencialidade (absoluta) das fontes. Pode ser?

#23 Américo de Sousa em 07.06.05 às

Bem interpretado, João Paulo. Se a GR considera que o princípio da confidencialidade das fontes de informação é um dever e um direito absolutos é porque não abre mesmo qualquer excepção. Seja a “deliberada má-fé”, seja o erro ou a ignorância da respectiva fonte. Seria, por isso, muito interessante conhecer a opinião do João Paulo sobre este tipo de confidencialidade (absoluta) das fontes. Pode ser?

#24 Américo de Sousa em 07.06.05 às

Bem interpretado, João Paulo. Se a GR considera que o princípio da confidencialidade das fontes de informação é um dever e um direito absolutos é porque não abre mesmo qualquer excepção. Seja a “deliberada má-fé”, seja o erro ou a ignorância da respectiva fonte. Seria, por isso, muito interessante conhecer a opinião do João Paulo sobre este tipo de confidencialidade (absoluta) das fontes. Pode ser?

#25 Américo de Sousa em 07.06.05 às

Bem interpretado, João Paulo. Se a GR considera que o princípio da confidencialidade das fontes de informação é um dever e um direito absolutos é porque não abre mesmo qualquer excepção. Seja a “deliberada má-fé”, seja o erro ou a ignorância da respectiva fonte. Seria, por isso, muito interessante conhecer a opinião do João Paulo sobre este tipo de confidencialidade (absoluta) das fontes. Pode ser?

#26 Américo de Sousa em 07.06.05 às

Bem interpretado, João Paulo. Se a GR considera que o princípio da confidencialidade das fontes de informação é um dever e um direito absolutos é porque não abre mesmo qualquer excepção. Seja a “deliberada má-fé”, seja o erro ou a ignorância da respectiva fonte. Seria, por isso, muito interessante conhecer a opinião do João Paulo sobre este tipo de confidencialidade (absoluta) das fontes. Pode ser?

#27 Américo de Sousa em 07.06.05 às

Bem interpretado, João Paulo. Se a GR considera que o princípio da confidencialidade das fontes de informação é um dever e um direito absolutos é porque não abre mesmo qualquer excepção. Seja a “deliberada má-fé”, seja o erro ou a ignorância da respectiva fonte. Seria, por isso, muito interessante conhecer a opinião do João Paulo sobre este tipo de confidencialidade (absoluta) das fontes. Pode ser?

#28 Américo de Sousa em 07.06.05 às

Bem interpretado, João Paulo. Se a GR considera que o princípio da confidencialidade das fontes de informação é um dever e um direito absolutos é porque não abre mesmo qualquer excepção. Seja a “deliberada má-fé”, seja o erro ou a ignorância da respectiva fonte. Seria, por isso, muito interessante conhecer a opinião do João Paulo sobre este tipo de confidencialidade (absoluta) das fontes. Pode ser?

#29 Américo de Sousa em 07.06.05 às

Bem interpretado, João Paulo. Se a GR considera que o princípio da confidencialidade das fontes de informação é um dever e um direito absolutos é porque não abre mesmo qualquer excepção. Seja a “deliberada má-fé”, seja o erro ou a ignorância da respectiva fonte. Seria, por isso, muito interessante conhecer a opinião do João Paulo sobre este tipo de confidencialidade (absoluta) das fontes. Pode ser?

#30 Américo de Sousa em 07.06.05 às

Bem interpretado, João Paulo. Se a GR considera que o princípio da confidencialidade das fontes de informação é um dever e um direito absolutos é porque não abre mesmo qualquer excepção. Seja a “deliberada má-fé”, seja o erro ou a ignorância da respectiva fonte. Seria, por isso, muito interessante conhecer a opinião do João Paulo sobre este tipo de confidencialidade (absoluta) das fontes. Pode ser?

#31 Américo de Sousa em 07.06.05 às

Bem interpretado, João Paulo. Se a GR considera que o princípio da confidencialidade das fontes de informação é um dever e um direito absolutos é porque não abre mesmo qualquer excepção. Seja a “deliberada má-fé”, seja o erro ou a ignorância da respectiva fonte. Seria, por isso, muito interessante conhecer a opinião do João Paulo sobre este tipo de confidencialidade (absoluta) das fontes. Pode ser?

#32 Américo de Sousa em 07.06.05 às

Bem interpretado, João Paulo. Se a GR considera que o princípio da confidencialidade das fontes de informação é um dever e um direito absolutos é porque não abre mesmo qualquer excepção. Seja a “deliberada má-fé”, seja o erro ou a ignorância da respectiva fonte. Seria, por isso, muito interessante conhecer a opinião do João Paulo sobre este tipo de confidencialidade (absoluta) das fontes. Pode ser?

#33 Américo de Sousa em 07.06.05 às

Bem interpretado, João Paulo. Se a GR considera que o princípio da confidencialidade das fontes de informação é um dever e um direito absolutos é porque não abre mesmo qualquer excepção. Seja a “deliberada má-fé”, seja o erro ou a ignorância da respectiva fonte. Seria, por isso, muito interessante conhecer a opinião do João Paulo sobre este tipo de confidencialidade (absoluta) das fontes. Pode ser?

Comente

Veja os últimos textos publicados