Fala Sócrates (0)
O primeiro-ministro dá hoje uma entrevista (na SIC)!
Se Santana Lopes falava de mais, José Sócrates fala de menos (é uma opinião… mas uma coisa pdoe ter a ver com a outra).
De tal maneira que uma entrevista do primeiro-ministro é notícia.
Porquê hoje? Porque o governo anunciou o pacote dos milhões e José Sócrates tem coisas para dizer (é também uma forma - legítima - de condicionar as perguntas, que não poderão ignorar essas medidas).
Não sei se Sócrates virá a ser um bom primeiro-ministro, mas tem uma estratégia de comunicação muito bem definida.
Tentarei analisar essa estratégia a partir de agora, na secção “Fala Sócrates”.

del.icio.us
DoMelhor
EuCurti
feed RSS
33 opiniões ↓
Bem interpretado, João Paulo. Se a GR considera que o princípio da confidencialidade das fontes de informação é um dever e um direito absolutos é porque não abre mesmo qualquer excepção. Seja a “deliberada má-fé”, seja o erro ou a ignorância da respectiva fonte. Seria, por isso, muito interessante conhecer a opinião do João Paulo sobre este tipo de confidencialidade (absoluta) das fontes. Pode ser?
Bem interpretado, João Paulo. Se a GR considera que o princípio da confidencialidade das fontes de informação é um dever e um direito absolutos é porque não abre mesmo qualquer excepção. Seja a “deliberada má-fé”, seja o erro ou a ignorância da respectiva fonte. Seria, por isso, muito interessante conhecer a opinião do João Paulo sobre este tipo de confidencialidade (absoluta) das fontes. Pode ser?
Bem interpretado, João Paulo. Se a GR considera que o princípio da confidencialidade das fontes de informação é um dever e um direito absolutos é porque não abre mesmo qualquer excepção. Seja a “deliberada má-fé”, seja o erro ou a ignorância da respectiva fonte. Seria, por isso, muito interessante conhecer a opinião do João Paulo sobre este tipo de confidencialidade (absoluta) das fontes. Pode ser?
Bem interpretado, João Paulo. Se a GR considera que o princípio da confidencialidade das fontes de informação é um dever e um direito absolutos é porque não abre mesmo qualquer excepção. Seja a “deliberada má-fé”, seja o erro ou a ignorância da respectiva fonte. Seria, por isso, muito interessante conhecer a opinião do João Paulo sobre este tipo de confidencialidade (absoluta) das fontes. Pode ser?
Bem interpretado, João Paulo. Se a GR considera que o princípio da confidencialidade das fontes de informação é um dever e um direito absolutos é porque não abre mesmo qualquer excepção. Seja a “deliberada má-fé”, seja o erro ou a ignorância da respectiva fonte. Seria, por isso, muito interessante conhecer a opinião do João Paulo sobre este tipo de confidencialidade (absoluta) das fontes. Pode ser?
Bem interpretado, João Paulo. Se a GR considera que o princípio da confidencialidade das fontes de informação é um dever e um direito absolutos é porque não abre mesmo qualquer excepção. Seja a “deliberada má-fé”, seja o erro ou a ignorância da respectiva fonte. Seria, por isso, muito interessante conhecer a opinião do João Paulo sobre este tipo de confidencialidade (absoluta) das fontes. Pode ser?
Bem interpretado, João Paulo. Se a GR considera que o princípio da confidencialidade das fontes de informação é um dever e um direito absolutos é porque não abre mesmo qualquer excepção. Seja a “deliberada má-fé”, seja o erro ou a ignorância da respectiva fonte. Seria, por isso, muito interessante conhecer a opinião do João Paulo sobre este tipo de confidencialidade (absoluta) das fontes. Pode ser?
Bem interpretado, João Paulo. Se a GR considera que o princípio da confidencialidade das fontes de informação é um dever e um direito absolutos é porque não abre mesmo qualquer excepção. Seja a “deliberada má-fé”, seja o erro ou a ignorância da respectiva fonte. Seria, por isso, muito interessante conhecer a opinião do João Paulo sobre este tipo de confidencialidade (absoluta) das fontes. Pode ser?
Bem interpretado, João Paulo. Se a GR considera que o princípio da confidencialidade das fontes de informação é um dever e um direito absolutos é porque não abre mesmo qualquer excepção. Seja a “deliberada má-fé”, seja o erro ou a ignorância da respectiva fonte. Seria, por isso, muito interessante conhecer a opinião do João Paulo sobre este tipo de confidencialidade (absoluta) das fontes. Pode ser?
Bem interpretado, João Paulo. Se a GR considera que o princípio da confidencialidade das fontes de informação é um dever e um direito absolutos é porque não abre mesmo qualquer excepção. Seja a “deliberada má-fé”, seja o erro ou a ignorância da respectiva fonte. Seria, por isso, muito interessante conhecer a opinião do João Paulo sobre este tipo de confidencialidade (absoluta) das fontes. Pode ser?
Bem interpretado, João Paulo. Se a GR considera que o princípio da confidencialidade das fontes de informação é um dever e um direito absolutos é porque não abre mesmo qualquer excepção. Seja a “deliberada má-fé”, seja o erro ou a ignorância da respectiva fonte. Seria, por isso, muito interessante conhecer a opinião do João Paulo sobre este tipo de confidencialidade (absoluta) das fontes. Pode ser?
Bem interpretado, João Paulo. Se a GR considera que o princípio da confidencialidade das fontes de informação é um dever e um direito absolutos é porque não abre mesmo qualquer excepção. Seja a “deliberada má-fé”, seja o erro ou a ignorância da respectiva fonte. Seria, por isso, muito interessante conhecer a opinião do João Paulo sobre este tipo de confidencialidade (absoluta) das fontes. Pode ser?
Bem interpretado, João Paulo. Se a GR considera que o princípio da confidencialidade das fontes de informação é um dever e um direito absolutos é porque não abre mesmo qualquer excepção. Seja a “deliberada má-fé”, seja o erro ou a ignorância da respectiva fonte. Seria, por isso, muito interessante conhecer a opinião do João Paulo sobre este tipo de confidencialidade (absoluta) das fontes. Pode ser?
Bem interpretado, João Paulo. Se a GR considera que o princípio da confidencialidade das fontes de informação é um dever e um direito absolutos é porque não abre mesmo qualquer excepção. Seja a “deliberada má-fé”, seja o erro ou a ignorância da respectiva fonte. Seria, por isso, muito interessante conhecer a opinião do João Paulo sobre este tipo de confidencialidade (absoluta) das fontes. Pode ser?
Bem interpretado, João Paulo. Se a GR considera que o princípio da confidencialidade das fontes de informação é um dever e um direito absolutos é porque não abre mesmo qualquer excepção. Seja a “deliberada má-fé”, seja o erro ou a ignorância da respectiva fonte. Seria, por isso, muito interessante conhecer a opinião do João Paulo sobre este tipo de confidencialidade (absoluta) das fontes. Pode ser?
Bem interpretado, João Paulo. Se a GR considera que o princípio da confidencialidade das fontes de informação é um dever e um direito absolutos é porque não abre mesmo qualquer excepção. Seja a “deliberada má-fé”, seja o erro ou a ignorância da respectiva fonte. Seria, por isso, muito interessante conhecer a opinião do João Paulo sobre este tipo de confidencialidade (absoluta) das fontes. Pode ser?
Bem interpretado, João Paulo. Se a GR considera que o princípio da confidencialidade das fontes de informação é um dever e um direito absolutos é porque não abre mesmo qualquer excepção. Seja a “deliberada má-fé”, seja o erro ou a ignorância da respectiva fonte. Seria, por isso, muito interessante conhecer a opinião do João Paulo sobre este tipo de confidencialidade (absoluta) das fontes. Pode ser?
Bem interpretado, João Paulo. Se a GR considera que o princípio da confidencialidade das fontes de informação é um dever e um direito absolutos é porque não abre mesmo qualquer excepção. Seja a “deliberada má-fé”, seja o erro ou a ignorância da respectiva fonte. Seria, por isso, muito interessante conhecer a opinião do João Paulo sobre este tipo de confidencialidade (absoluta) das fontes. Pode ser?
Bem interpretado, João Paulo. Se a GR considera que o princípio da confidencialidade das fontes de informação é um dever e um direito absolutos é porque não abre mesmo qualquer excepção. Seja a “deliberada má-fé”, seja o erro ou a ignorância da respectiva fonte. Seria, por isso, muito interessante conhecer a opinião do João Paulo sobre este tipo de confidencialidade (absoluta) das fontes. Pode ser?
Bem interpretado, João Paulo. Se a GR considera que o princípio da confidencialidade das fontes de informação é um dever e um direito absolutos é porque não abre mesmo qualquer excepção. Seja a “deliberada má-fé”, seja o erro ou a ignorância da respectiva fonte. Seria, por isso, muito interessante conhecer a opinião do João Paulo sobre este tipo de confidencialidade (absoluta) das fontes. Pode ser?
Bem interpretado, João Paulo. Se a GR considera que o princípio da confidencialidade das fontes de informação é um dever e um direito absolutos é porque não abre mesmo qualquer excepção. Seja a “deliberada má-fé”, seja o erro ou a ignorância da respectiva fonte. Seria, por isso, muito interessante conhecer a opinião do João Paulo sobre este tipo de confidencialidade (absoluta) das fontes. Pode ser?
Bem interpretado, João Paulo. Se a GR considera que o princípio da confidencialidade das fontes de informação é um dever e um direito absolutos é porque não abre mesmo qualquer excepção. Seja a “deliberada má-fé”, seja o erro ou a ignorância da respectiva fonte. Seria, por isso, muito interessante conhecer a opinião do João Paulo sobre este tipo de confidencialidade (absoluta) das fontes. Pode ser?
Bem interpretado, João Paulo. Se a GR considera que o princípio da confidencialidade das fontes de informação é um dever e um direito absolutos é porque não abre mesmo qualquer excepção. Seja a “deliberada má-fé”, seja o erro ou a ignorância da respectiva fonte. Seria, por isso, muito interessante conhecer a opinião do João Paulo sobre este tipo de confidencialidade (absoluta) das fontes. Pode ser?
Bem interpretado, João Paulo. Se a GR considera que o princípio da confidencialidade das fontes de informação é um dever e um direito absolutos é porque não abre mesmo qualquer excepção. Seja a “deliberada má-fé”, seja o erro ou a ignorância da respectiva fonte. Seria, por isso, muito interessante conhecer a opinião do João Paulo sobre este tipo de confidencialidade (absoluta) das fontes. Pode ser?
Bem interpretado, João Paulo. Se a GR considera que o princípio da confidencialidade das fontes de informação é um dever e um direito absolutos é porque não abre mesmo qualquer excepção. Seja a “deliberada má-fé”, seja o erro ou a ignorância da respectiva fonte. Seria, por isso, muito interessante conhecer a opinião do João Paulo sobre este tipo de confidencialidade (absoluta) das fontes. Pode ser?
Bem interpretado, João Paulo. Se a GR considera que o princípio da confidencialidade das fontes de informação é um dever e um direito absolutos é porque não abre mesmo qualquer excepção. Seja a “deliberada má-fé”, seja o erro ou a ignorância da respectiva fonte. Seria, por isso, muito interessante conhecer a opinião do João Paulo sobre este tipo de confidencialidade (absoluta) das fontes. Pode ser?
Bem interpretado, João Paulo. Se a GR considera que o princípio da confidencialidade das fontes de informação é um dever e um direito absolutos é porque não abre mesmo qualquer excepção. Seja a “deliberada má-fé”, seja o erro ou a ignorância da respectiva fonte. Seria, por isso, muito interessante conhecer a opinião do João Paulo sobre este tipo de confidencialidade (absoluta) das fontes. Pode ser?
Bem interpretado, João Paulo. Se a GR considera que o princípio da confidencialidade das fontes de informação é um dever e um direito absolutos é porque não abre mesmo qualquer excepção. Seja a “deliberada má-fé”, seja o erro ou a ignorância da respectiva fonte. Seria, por isso, muito interessante conhecer a opinião do João Paulo sobre este tipo de confidencialidade (absoluta) das fontes. Pode ser?
Bem interpretado, João Paulo. Se a GR considera que o princípio da confidencialidade das fontes de informação é um dever e um direito absolutos é porque não abre mesmo qualquer excepção. Seja a “deliberada má-fé”, seja o erro ou a ignorância da respectiva fonte. Seria, por isso, muito interessante conhecer a opinião do João Paulo sobre este tipo de confidencialidade (absoluta) das fontes. Pode ser?
Bem interpretado, João Paulo. Se a GR considera que o princípio da confidencialidade das fontes de informação é um dever e um direito absolutos é porque não abre mesmo qualquer excepção. Seja a “deliberada má-fé”, seja o erro ou a ignorância da respectiva fonte. Seria, por isso, muito interessante conhecer a opinião do João Paulo sobre este tipo de confidencialidade (absoluta) das fontes. Pode ser?
Bem interpretado, João Paulo. Se a GR considera que o princípio da confidencialidade das fontes de informação é um dever e um direito absolutos é porque não abre mesmo qualquer excepção. Seja a “deliberada má-fé”, seja o erro ou a ignorância da respectiva fonte. Seria, por isso, muito interessante conhecer a opinião do João Paulo sobre este tipo de confidencialidade (absoluta) das fontes. Pode ser?
Bem interpretado, João Paulo. Se a GR considera que o princípio da confidencialidade das fontes de informação é um dever e um direito absolutos é porque não abre mesmo qualquer excepção. Seja a “deliberada má-fé”, seja o erro ou a ignorância da respectiva fonte. Seria, por isso, muito interessante conhecer a opinião do João Paulo sobre este tipo de confidencialidade (absoluta) das fontes. Pode ser?
Bem interpretado, João Paulo. Se a GR considera que o princípio da confidencialidade das fontes de informação é um dever e um direito absolutos é porque não abre mesmo qualquer excepção. Seja a “deliberada má-fé”, seja o erro ou a ignorância da respectiva fonte. Seria, por isso, muito interessante conhecer a opinião do João Paulo sobre este tipo de confidencialidade (absoluta) das fontes. Pode ser?
Comente