publicado em
7 de Novembro de 2007


por João Paulo Meneses


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Hoje era dia de crónica de Joaquim Fidalgo no Público

Ao pegar no Público de hoje fui procurar a crónica de Joaquim Fidalgo; não estava lá. Fiquei surpreendido mas lembrei-me que na semana passada também não o tinha lido, por dificuldades pessoais. Fui ao jornal e encontrei aquela que é anunciada como a sua última crónica.

A direcção de um órgão de comunicação social tem todo o direito de escolher os cronistas que entender, contratando ou dispensando-os.

Os leitores têm o direito de manifestar-se, concordando ou discordando - e se forem muitos a discordar o jornal não deixará de ter isso em atenção.

Joaquim Fidalgo é um dos mais estimulantes cronistas da imprensa portuguesa.

E se pego hoje num assunto que, afinal, já tem uma semana é também porque me quero associar aos muitos que já lamentaram a saída.

PS - Porque não escrever apenas na internet, Joaquim?

27 opiniões ↓

#1 jpmeneses em 11.07.07 às

caro aviador,
sobre o provedor do Público o que me parece é que - a partir de uma certa altura (o caso do plágio?)- ele desistiu de ser o provedor dos leitores na verdadeira plenitude. Entrou numa espécie de trabalhos mínimos, optando muitas vezes pela via mais fácil, a dos erros e falta de rigor, por exemplo, que sendo importante não fazem o jornalismo.

#2 jpmeneses em 11.07.07 às

caro aviador,
sobre o provedor do Público o que me parece é que - a partir de uma certa altura (o caso do plágio?)- ele desistiu de ser o provedor dos leitores na verdadeira plenitude. Entrou numa espécie de trabalhos mínimos, optando muitas vezes pela via mais fácil, a dos erros e falta de rigor, por exemplo, que sendo importante não fazem o jornalismo.

#3 jpmeneses em 11.07.07 às

caro aviador,
sobre o provedor do Público o que me parece é que - a partir de uma certa altura (o caso do plágio?)- ele desistiu de ser o provedor dos leitores na verdadeira plenitude. Entrou numa espécie de trabalhos mínimos, optando muitas vezes pela via mais fácil, a dos erros e falta de rigor, por exemplo, que sendo importante não fazem o jornalismo.

#4 jpmeneses em 11.07.07 às

caro aviador,
sobre o provedor do Público o que me parece é que - a partir de uma certa altura (o caso do plágio?)- ele desistiu de ser o provedor dos leitores na verdadeira plenitude. Entrou numa espécie de trabalhos mínimos, optando muitas vezes pela via mais fácil, a dos erros e falta de rigor, por exemplo, que sendo importante não fazem o jornalismo.

#5 jpmeneses em 11.07.07 às

caro aviador,
sobre o provedor do Público o que me parece é que - a partir de uma certa altura (o caso do plágio?)- ele desistiu de ser o provedor dos leitores na verdadeira plenitude. Entrou numa espécie de trabalhos mínimos, optando muitas vezes pela via mais fácil, a dos erros e falta de rigor, por exemplo, que sendo importante não fazem o jornalismo.

#6 jpmeneses em 11.07.07 às

caro aviador,
sobre o provedor do Público o que me parece é que - a partir de uma certa altura (o caso do plágio?)- ele desistiu de ser o provedor dos leitores na verdadeira plenitude. Entrou numa espécie de trabalhos mínimos, optando muitas vezes pela via mais fácil, a dos erros e falta de rigor, por exemplo, que sendo importante não fazem o jornalismo.

#7 jpmeneses em 11.07.07 às

caro aviador,
sobre o provedor do Público o que me parece é que - a partir de uma certa altura (o caso do plágio?)- ele desistiu de ser o provedor dos leitores na verdadeira plenitude. Entrou numa espécie de trabalhos mínimos, optando muitas vezes pela via mais fácil, a dos erros e falta de rigor, por exemplo, que sendo importante não fazem o jornalismo.

#8 jpmeneses em 11.07.07 às

caro aviador,
sobre o provedor do Público o que me parece é que - a partir de uma certa altura (o caso do plágio?)- ele desistiu de ser o provedor dos leitores na verdadeira plenitude. Entrou numa espécie de trabalhos mínimos, optando muitas vezes pela via mais fácil, a dos erros e falta de rigor, por exemplo, que sendo importante não fazem o jornalismo.

#9 jpmeneses em 11.07.07 às

caro aviador,
sobre o provedor do Público o que me parece é que - a partir de uma certa altura (o caso do plágio?)- ele desistiu de ser o provedor dos leitores na verdadeira plenitude. Entrou numa espécie de trabalhos mínimos, optando muitas vezes pela via mais fácil, a dos erros e falta de rigor, por exemplo, que sendo importante não fazem o jornalismo.

#10 jpmeneses em 11.07.07 às

caro aviador,
sobre o provedor do Público o que me parece é que - a partir de uma certa altura (o caso do plágio?)- ele desistiu de ser o provedor dos leitores na verdadeira plenitude. Entrou numa espécie de trabalhos mínimos, optando muitas vezes pela via mais fácil, a dos erros e falta de rigor, por exemplo, que sendo importante não fazem o jornalismo.

#11 jpmeneses em 11.07.07 às

caro aviador,
sobre o provedor do Público o que me parece é que - a partir de uma certa altura (o caso do plágio?)- ele desistiu de ser o provedor dos leitores na verdadeira plenitude. Entrou numa espécie de trabalhos mínimos, optando muitas vezes pela via mais fácil, a dos erros e falta de rigor, por exemplo, que sendo importante não fazem o jornalismo.

#12 jpmeneses em 11.07.07 às

caro aviador,
sobre o provedor do Público o que me parece é que - a partir de uma certa altura (o caso do plágio?)- ele desistiu de ser o provedor dos leitores na verdadeira plenitude. Entrou numa espécie de trabalhos mínimos, optando muitas vezes pela via mais fácil, a dos erros e falta de rigor, por exemplo, que sendo importante não fazem o jornalismo.

#13 jpmeneses em 11.07.07 às

caro aviador,
sobre o provedor do Público o que me parece é que - a partir de uma certa altura (o caso do plágio?)- ele desistiu de ser o provedor dos leitores na verdadeira plenitude. Entrou numa espécie de trabalhos mínimos, optando muitas vezes pela via mais fácil, a dos erros e falta de rigor, por exemplo, que sendo importante não fazem o jornalismo.

#14 jpmeneses em 11.07.07 às

caro aviador,
sobre o provedor do Público o que me parece é que - a partir de uma certa altura (o caso do plágio?)- ele desistiu de ser o provedor dos leitores na verdadeira plenitude. Entrou numa espécie de trabalhos mínimos, optando muitas vezes pela via mais fácil, a dos erros e falta de rigor, por exemplo, que sendo importante não fazem o jornalismo.

#15 jpmeneses em 11.07.07 às

caro aviador,
sobre o provedor do Público o que me parece é que - a partir de uma certa altura (o caso do plágio?)- ele desistiu de ser o provedor dos leitores na verdadeira plenitude. Entrou numa espécie de trabalhos mínimos, optando muitas vezes pela via mais fácil, a dos erros e falta de rigor, por exemplo, que sendo importante não fazem o jornalismo.

#16 jpmeneses em 11.07.07 às

caro aviador,
sobre o provedor do Público o que me parece é que - a partir de uma certa altura (o caso do plágio?)- ele desistiu de ser o provedor dos leitores na verdadeira plenitude. Entrou numa espécie de trabalhos mínimos, optando muitas vezes pela via mais fácil, a dos erros e falta de rigor, por exemplo, que sendo importante não fazem o jornalismo.

#17 jpmeneses em 11.07.07 às

caro aviador,
sobre o provedor do Público o que me parece é que - a partir de uma certa altura (o caso do plágio?)- ele desistiu de ser o provedor dos leitores na verdadeira plenitude. Entrou numa espécie de trabalhos mínimos, optando muitas vezes pela via mais fácil, a dos erros e falta de rigor, por exemplo, que sendo importante não fazem o jornalismo.

#18 jpmeneses em 11.07.07 às

caro aviador,
sobre o provedor do Público o que me parece é que - a partir de uma certa altura (o caso do plágio?)- ele desistiu de ser o provedor dos leitores na verdadeira plenitude. Entrou numa espécie de trabalhos mínimos, optando muitas vezes pela via mais fácil, a dos erros e falta de rigor, por exemplo, que sendo importante não fazem o jornalismo.

#19 jpmeneses em 11.07.07 às

caro aviador,
sobre o provedor do Público o que me parece é que - a partir de uma certa altura (o caso do plágio?)- ele desistiu de ser o provedor dos leitores na verdadeira plenitude. Entrou numa espécie de trabalhos mínimos, optando muitas vezes pela via mais fácil, a dos erros e falta de rigor, por exemplo, que sendo importante não fazem o jornalismo.

#20 jpmeneses em 11.07.07 às

caro aviador,
sobre o provedor do Público o que me parece é que - a partir de uma certa altura (o caso do plágio?)- ele desistiu de ser o provedor dos leitores na verdadeira plenitude. Entrou numa espécie de trabalhos mínimos, optando muitas vezes pela via mais fácil, a dos erros e falta de rigor, por exemplo, que sendo importante não fazem o jornalismo.

#21 jpmeneses em 11.07.07 às

caro aviador,
sobre o provedor do Público o que me parece é que - a partir de uma certa altura (o caso do plágio?)- ele desistiu de ser o provedor dos leitores na verdadeira plenitude. Entrou numa espécie de trabalhos mínimos, optando muitas vezes pela via mais fácil, a dos erros e falta de rigor, por exemplo, que sendo importante não fazem o jornalismo.

#22 jpmeneses em 11.07.07 às

caro aviador,
sobre o provedor do Público o que me parece é que - a partir de uma certa altura (o caso do plágio?)- ele desistiu de ser o provedor dos leitores na verdadeira plenitude. Entrou numa espécie de trabalhos mínimos, optando muitas vezes pela via mais fácil, a dos erros e falta de rigor, por exemplo, que sendo importante não fazem o jornalismo.

#23 jpmeneses em 11.07.07 às

caro aviador,
sobre o provedor do Público o que me parece é que - a partir de uma certa altura (o caso do plágio?)- ele desistiu de ser o provedor dos leitores na verdadeira plenitude. Entrou numa espécie de trabalhos mínimos, optando muitas vezes pela via mais fácil, a dos erros e falta de rigor, por exemplo, que sendo importante não fazem o jornalismo.

#24 jpmeneses em 11.07.07 às

caro aviador,
sobre o provedor do Público o que me parece é que - a partir de uma certa altura (o caso do plágio?)- ele desistiu de ser o provedor dos leitores na verdadeira plenitude. Entrou numa espécie de trabalhos mínimos, optando muitas vezes pela via mais fácil, a dos erros e falta de rigor, por exemplo, que sendo importante não fazem o jornalismo.

#25 jpmeneses em 11.07.07 às

caro aviador,
sobre o provedor do Público o que me parece é que - a partir de uma certa altura (o caso do plágio?)- ele desistiu de ser o provedor dos leitores na verdadeira plenitude. Entrou numa espécie de trabalhos mínimos, optando muitas vezes pela via mais fácil, a dos erros e falta de rigor, por exemplo, que sendo importante não fazem o jornalismo.

#26 jpmeneses em 11.07.07 às

caro aviador,
sobre o provedor do Público o que me parece é que - a partir de uma certa altura (o caso do plágio?)- ele desistiu de ser o provedor dos leitores na verdadeira plenitude. Entrou numa espécie de trabalhos mínimos, optando muitas vezes pela via mais fácil, a dos erros e falta de rigor, por exemplo, que sendo importante não fazem o jornalismo.

#27 jpmeneses em 11.07.07 às

caro aviador,
sobre o provedor do Público o que me parece é que - a partir de uma certa altura (o caso do plágio?)- ele desistiu de ser o provedor dos leitores na verdadeira plenitude. Entrou numa espécie de trabalhos mínimos, optando muitas vezes pela via mais fácil, a dos erros e falta de rigor, por exemplo, que sendo importante não fazem o jornalismo.

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