Insólito (e mau…)
«A notícia de um alegado suicídio, no dia 2 deste mês, que não foi amplamente noticiado pelos jornais, foi confirmado a O Independente pela PSP do Porto (…)»
Ou seja:
- nem sequer foi um suicídio mas uma tentativa;
- uma tentativa de suicídio não é notícia (não deve ser…);
- o jornalista de O Independente escreve que a imprensa diária não a noticiou «amplamente»! Ainda bem, digo eu. Mas, já agora, noticiou como?
Mau de mais para ser verdade, no fundo. Resta acrescentar que, na abertura desse texto, se pode ler ainda: «(…) e um alegado suicídio que não teve repercussão na Imprensa têm deixado um dos maiores hospitais do país em polvorosa». E eles a darem-lhe com o sensacionalismo!

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Essa brincadeira custou-me 2,5 euros. Só comprei o jornal pelo “mal estar”, e que não é mais do que o que já havia sido publicado noutros jornais. E a base é um alegado suicídio, coisas que supostamente os jornais não deveriam publicar.
E como comprei o jornal para perceber o que se passava no S. João, já que o resto do periódico me diz zero, tive zero. Por 2,5 euros.
Essa brincadeira custou-me 2,5 euros. Só comprei o jornal pelo “mal estar”, e que não é mais do que o que já havia sido publicado noutros jornais. E a base é um alegado suicídio, coisas que supostamente os jornais não deveriam publicar.
E como comprei o jornal para perceber o que se passava no S. João, já que o resto do periódico me diz zero, tive zero. Por 2,5 euros.
Essa brincadeira custou-me 2,5 euros. Só comprei o jornal pelo “mal estar”, e que não é mais do que o que já havia sido publicado noutros jornais. E a base é um alegado suicídio, coisas que supostamente os jornais não deveriam publicar.
E como comprei o jornal para perceber o que se passava no S. João, já que o resto do periódico me diz zero, tive zero. Por 2,5 euros.
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E como comprei o jornal para perceber o que se passava no S. João, já que o resto do periódico me diz zero, tive zero. Por 2,5 euros.
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