(jc) O verdadeiro demolidor?
João Miranda, do Blasfémias, fez um exercício de jornalismo comparativo, para concluir que vários jornais ignoraram o facto de Sócrates não ter sido o verdadeiro demolidor.
Em concreto, João Miranda afirma que “Os jornalistas politicamente empenhados que não querem comprometer as suas fontes governamentais estão todos nos chamados jornais de referência“. No fundo, tratar-se-á de algum tipo de branqueamento e de, portanto, parcialidade.
Eu gostaria de acrescentar duas notas:
- o facto do primeiro-ministro ter sido (apenas) o demolidor simbólico deveria ter sido referido (é um “fait divers”, sem substância, mas que eu incluiria). É um pormenor que o DN ignora (às 8 da noite a SIC explorou a questão, não era portanto novidade para os jornais), mas que o Público refere na edição impressa. JN e Publico usam a palavra “simbolicamente”. Correio da Manhã e 24 Horas desenvolvem o assunto. Opções.
Para mim seria fundamental referir que o gesto do primeiro-ministro foi simbólico.
- O blasfemo também diz que “Ai se fosse com o Santana…“. É verdade. Santana vivia numa espiral de disparates que a comunicação social ajudou a amplificar.

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Sim é um pormenor de pouca importância, mas revelador da atitude de alguns jornais em relação ao Governo de José Sócrates. Por obrigação profissional tenho de ler todos os jornais diários e semanários e numa leitura atenta o Diário de Notícias revela muitos “pormenores” de alinhamento com este Governo. Muitos mesmos. Basta ler com atenção. Aliás não será por acaso, já que lá trabalham ex-assessores de governos PS e jornalistas com relações pessoais com membros deste governo, nomeadamente com o primeiro ministro.
Sim é um pormenor de pouca importância, mas revelador da atitude de alguns jornais em relação ao Governo de José Sócrates. Por obrigação profissional tenho de ler todos os jornais diários e semanários e numa leitura atenta o Diário de Notícias revela muitos “pormenores” de alinhamento com este Governo. Muitos mesmos. Basta ler com atenção. Aliás não será por acaso, já que lá trabalham ex-assessores de governos PS e jornalistas com relações pessoais com membros deste governo, nomeadamente com o primeiro ministro.
Sim é um pormenor de pouca importância, mas revelador da atitude de alguns jornais em relação ao Governo de José Sócrates. Por obrigação profissional tenho de ler todos os jornais diários e semanários e numa leitura atenta o Diário de Notícias revela muitos “pormenores” de alinhamento com este Governo. Muitos mesmos. Basta ler com atenção. Aliás não será por acaso, já que lá trabalham ex-assessores de governos PS e jornalistas com relações pessoais com membros deste governo, nomeadamente com o primeiro ministro.
Sim é um pormenor de pouca importância, mas revelador da atitude de alguns jornais em relação ao Governo de José Sócrates. Por obrigação profissional tenho de ler todos os jornais diários e semanários e numa leitura atenta o Diário de Notícias revela muitos “pormenores” de alinhamento com este Governo. Muitos mesmos. Basta ler com atenção. Aliás não será por acaso, já que lá trabalham ex-assessores de governos PS e jornalistas com relações pessoais com membros deste governo, nomeadamente com o primeiro ministro.
Sim é um pormenor de pouca importância, mas revelador da atitude de alguns jornais em relação ao Governo de José Sócrates. Por obrigação profissional tenho de ler todos os jornais diários e semanários e numa leitura atenta o Diário de Notícias revela muitos “pormenores” de alinhamento com este Governo. Muitos mesmos. Basta ler com atenção. Aliás não será por acaso, já que lá trabalham ex-assessores de governos PS e jornalistas com relações pessoais com membros deste governo, nomeadamente com o primeiro ministro.
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Dizia Tuiavii (chefe de tribo de Tiavéa nos mares do sul, nos seus discursos publicados em 1920 por Erich Scheurman num livro chamado “O Papalagui”) a propósito dos jornais:
“(…) Os jornais são maus para o nosso espírito, não só porque relatam o que se passa, mas também porque nos dizem o que devemos pensar disto ou daquilo, dos nossos chefes de tribo ou dos chefes de tribo doutras terras, e de todos os acontecimentos e acções dos homens. Os jornais gostariam que todos os homensm pensassem o mesmo. Atacam a cabeça e os pensamentos do indíviduo. Pretendem que toda a gente tenha cabeça e pensamentos iguais aos deles. E sabem como levar isso a cabo. Quem leia, pela manhã, os muitos papéis, saberá o que ao meio-dia, o Papalagui* tem na cabeça e em que pensa.
Um jornal é também uma espécie de máquina que todos os dias fabrica uma quantidade de novos pensamentos, muito mais do que os que uma só cabeça conseguiria produzir. Esses pensamentos são, na sua grande maioria, fracos, destituídos de força e altivez: enchem a cabeça com muito alimento, mas nenhum fortificante. Também se podia igualmente encher a cabeça com areia. O Papalagui atafulha a cabeça com esses muitos papéis, inútil alimento. Mal acabou de consumir um, e já se prepara para engolir outro. A sua cabeça assemelha-se muito a uma região pantanosa, afogada no seu próprio lodo, onde já nada cresce de fecundo, onde só há miasmas e nuvens de insectos que picam. (…)”
* Papalagui: designa o Branco (europeu), o Estrangeiro, mas traduzido literalmente significa “o que trespassa o céu”. O primeiro missionário branco a abordar Samoa ia num barco à vela. Vendo, de longe, o barco, tomaram os indígenas as suas velas brancas por um buraco feito no céu, pelo qual o Branco descia até eles; e foi assim que este trespassou o céu.
Dizia Tuiavii (chefe de tribo de Tiavéa nos mares do sul, nos seus discursos publicados em 1920 por Erich Scheurman num livro chamado “O Papalagui”) a propósito dos jornais:
“(…) Os jornais são maus para o nosso espírito, não só porque relatam o que se passa, mas também porque nos dizem o que devemos pensar disto ou daquilo, dos nossos chefes de tribo ou dos chefes de tribo doutras terras, e de todos os acontecimentos e acções dos homens. Os jornais gostariam que todos os homensm pensassem o mesmo. Atacam a cabeça e os pensamentos do indíviduo. Pretendem que toda a gente tenha cabeça e pensamentos iguais aos deles. E sabem como levar isso a cabo. Quem leia, pela manhã, os muitos papéis, saberá o que ao meio-dia, o Papalagui* tem na cabeça e em que pensa.
Um jornal é também uma espécie de máquina que todos os dias fabrica uma quantidade de novos pensamentos, muito mais do que os que uma só cabeça conseguiria produzir. Esses pensamentos são, na sua grande maioria, fracos, destituídos de força e altivez: enchem a cabeça com muito alimento, mas nenhum fortificante. Também se podia igualmente encher a cabeça com areia. O Papalagui atafulha a cabeça com esses muitos papéis, inútil alimento. Mal acabou de consumir um, e já se prepara para engolir outro. A sua cabeça assemelha-se muito a uma região pantanosa, afogada no seu próprio lodo, onde já nada cresce de fecundo, onde só há miasmas e nuvens de insectos que picam. (…)”
* Papalagui: designa o Branco (europeu), o Estrangeiro, mas traduzido literalmente significa “o que trespassa o céu”. O primeiro missionário branco a abordar Samoa ia num barco à vela. Vendo, de longe, o barco, tomaram os indígenas as suas velas brancas por um buraco feito no céu, pelo qual o Branco descia até eles; e foi assim que este trespassou o céu.
Dizia Tuiavii (chefe de tribo de Tiavéa nos mares do sul, nos seus discursos publicados em 1920 por Erich Scheurman num livro chamado “O Papalagui”) a propósito dos jornais:
“(…) Os jornais são maus para o nosso espírito, não só porque relatam o que se passa, mas também porque nos dizem o que devemos pensar disto ou daquilo, dos nossos chefes de tribo ou dos chefes de tribo doutras terras, e de todos os acontecimentos e acções dos homens. Os jornais gostariam que todos os homensm pensassem o mesmo. Atacam a cabeça e os pensamentos do indíviduo. Pretendem que toda a gente tenha cabeça e pensamentos iguais aos deles. E sabem como levar isso a cabo. Quem leia, pela manhã, os muitos papéis, saberá o que ao meio-dia, o Papalagui* tem na cabeça e em que pensa.
Um jornal é também uma espécie de máquina que todos os dias fabrica uma quantidade de novos pensamentos, muito mais do que os que uma só cabeça conseguiria produzir. Esses pensamentos são, na sua grande maioria, fracos, destituídos de força e altivez: enchem a cabeça com muito alimento, mas nenhum fortificante. Também se podia igualmente encher a cabeça com areia. O Papalagui atafulha a cabeça com esses muitos papéis, inútil alimento. Mal acabou de consumir um, e já se prepara para engolir outro. A sua cabeça assemelha-se muito a uma região pantanosa, afogada no seu próprio lodo, onde já nada cresce de fecundo, onde só há miasmas e nuvens de insectos que picam. (…)”
* Papalagui: designa o Branco (europeu), o Estrangeiro, mas traduzido literalmente significa “o que trespassa o céu”. O primeiro missionário branco a abordar Samoa ia num barco à vela. Vendo, de longe, o barco, tomaram os indígenas as suas velas brancas por um buraco feito no céu, pelo qual o Branco descia até eles; e foi assim que este trespassou o céu.
Dizia Tuiavii (chefe de tribo de Tiavéa nos mares do sul, nos seus discursos publicados em 1920 por Erich Scheurman num livro chamado “O Papalagui”) a propósito dos jornais:
“(…) Os jornais são maus para o nosso espírito, não só porque relatam o que se passa, mas também porque nos dizem o que devemos pensar disto ou daquilo, dos nossos chefes de tribo ou dos chefes de tribo doutras terras, e de todos os acontecimentos e acções dos homens. Os jornais gostariam que todos os homensm pensassem o mesmo. Atacam a cabeça e os pensamentos do indíviduo. Pretendem que toda a gente tenha cabeça e pensamentos iguais aos deles. E sabem como levar isso a cabo. Quem leia, pela manhã, os muitos papéis, saberá o que ao meio-dia, o Papalagui* tem na cabeça e em que pensa.
Um jornal é também uma espécie de máquina que todos os dias fabrica uma quantidade de novos pensamentos, muito mais do que os que uma só cabeça conseguiria produzir. Esses pensamentos são, na sua grande maioria, fracos, destituídos de força e altivez: enchem a cabeça com muito alimento, mas nenhum fortificante. Também se podia igualmente encher a cabeça com areia. O Papalagui atafulha a cabeça com esses muitos papéis, inútil alimento. Mal acabou de consumir um, e já se prepara para engolir outro. A sua cabeça assemelha-se muito a uma região pantanosa, afogada no seu próprio lodo, onde já nada cresce de fecundo, onde só há miasmas e nuvens de insectos que picam. (…)”
* Papalagui: designa o Branco (europeu), o Estrangeiro, mas traduzido literalmente significa “o que trespassa o céu”. O primeiro missionário branco a abordar Samoa ia num barco à vela. Vendo, de longe, o barco, tomaram os indígenas as suas velas brancas por um buraco feito no céu, pelo qual o Branco descia até eles; e foi assim que este trespassou o céu.
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“(…) Os jornais são maus para o nosso espírito, não só porque relatam o que se passa, mas também porque nos dizem o que devemos pensar disto ou daquilo, dos nossos chefes de tribo ou dos chefes de tribo doutras terras, e de todos os acontecimentos e acções dos homens. Os jornais gostariam que todos os homensm pensassem o mesmo. Atacam a cabeça e os pensamentos do indíviduo. Pretendem que toda a gente tenha cabeça e pensamentos iguais aos deles. E sabem como levar isso a cabo. Quem leia, pela manhã, os muitos papéis, saberá o que ao meio-dia, o Papalagui* tem na cabeça e em que pensa.
Um jornal é também uma espécie de máquina que todos os dias fabrica uma quantidade de novos pensamentos, muito mais do que os que uma só cabeça conseguiria produzir. Esses pensamentos são, na sua grande maioria, fracos, destituídos de força e altivez: enchem a cabeça com muito alimento, mas nenhum fortificante. Também se podia igualmente encher a cabeça com areia. O Papalagui atafulha a cabeça com esses muitos papéis, inútil alimento. Mal acabou de consumir um, e já se prepara para engolir outro. A sua cabeça assemelha-se muito a uma região pantanosa, afogada no seu próprio lodo, onde já nada cresce de fecundo, onde só há miasmas e nuvens de insectos que picam. (…)”
* Papalagui: designa o Branco (europeu), o Estrangeiro, mas traduzido literalmente significa “o que trespassa o céu”. O primeiro missionário branco a abordar Samoa ia num barco à vela. Vendo, de longe, o barco, tomaram os indígenas as suas velas brancas por um buraco feito no céu, pelo qual o Branco descia até eles; e foi assim que este trespassou o céu.
Dizia Tuiavii (chefe de tribo de Tiavéa nos mares do sul, nos seus discursos publicados em 1920 por Erich Scheurman num livro chamado “O Papalagui”) a propósito dos jornais:
“(…) Os jornais são maus para o nosso espírito, não só porque relatam o que se passa, mas também porque nos dizem o que devemos pensar disto ou daquilo, dos nossos chefes de tribo ou dos chefes de tribo doutras terras, e de todos os acontecimentos e acções dos homens. Os jornais gostariam que todos os homensm pensassem o mesmo. Atacam a cabeça e os pensamentos do indíviduo. Pretendem que toda a gente tenha cabeça e pensamentos iguais aos deles. E sabem como levar isso a cabo. Quem leia, pela manhã, os muitos papéis, saberá o que ao meio-dia, o Papalagui* tem na cabeça e em que pensa.
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* Papalagui: designa o Branco (europeu), o Estrangeiro, mas traduzido literalmente significa “o que trespassa o céu”. O primeiro missionário branco a abordar Samoa ia num barco à vela. Vendo, de longe, o barco, tomaram os indígenas as suas velas brancas por um buraco feito no céu, pelo qual o Branco descia até eles; e foi assim que este trespassou o céu.
Dizia Tuiavii (chefe de tribo de Tiavéa nos mares do sul, nos seus discursos publicados em 1920 por Erich Scheurman num livro chamado “O Papalagui”) a propósito dos jornais:
“(…) Os jornais são maus para o nosso espírito, não só porque relatam o que se passa, mas também porque nos dizem o que devemos pensar disto ou daquilo, dos nossos chefes de tribo ou dos chefes de tribo doutras terras, e de todos os acontecimentos e acções dos homens. Os jornais gostariam que todos os homensm pensassem o mesmo. Atacam a cabeça e os pensamentos do indíviduo. Pretendem que toda a gente tenha cabeça e pensamentos iguais aos deles. E sabem como levar isso a cabo. Quem leia, pela manhã, os muitos papéis, saberá o que ao meio-dia, o Papalagui* tem na cabeça e em que pensa.
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Dizia Tuiavii (chefe de tribo de Tiavéa nos mares do sul, nos seus discursos publicados em 1920 por Erich Scheurman num livro chamado “O Papalagui”) a propósito dos jornais:
“(…) Os jornais são maus para o nosso espírito, não só porque relatam o que se passa, mas também porque nos dizem o que devemos pensar disto ou daquilo, dos nossos chefes de tribo ou dos chefes de tribo doutras terras, e de todos os acontecimentos e acções dos homens. Os jornais gostariam que todos os homensm pensassem o mesmo. Atacam a cabeça e os pensamentos do indíviduo. Pretendem que toda a gente tenha cabeça e pensamentos iguais aos deles. E sabem como levar isso a cabo. Quem leia, pela manhã, os muitos papéis, saberá o que ao meio-dia, o Papalagui* tem na cabeça e em que pensa.
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* Papalagui: designa o Branco (europeu), o Estrangeiro, mas traduzido literalmente significa “o que trespassa o céu”. O primeiro missionário branco a abordar Samoa ia num barco à vela. Vendo, de longe, o barco, tomaram os indígenas as suas velas brancas por um buraco feito no céu, pelo qual o Branco descia até eles; e foi assim que este trespassou o céu.
Dizia Tuiavii (chefe de tribo de Tiavéa nos mares do sul, nos seus discursos publicados em 1920 por Erich Scheurman num livro chamado “O Papalagui”) a propósito dos jornais:
“(…) Os jornais são maus para o nosso espírito, não só porque relatam o que se passa, mas também porque nos dizem o que devemos pensar disto ou daquilo, dos nossos chefes de tribo ou dos chefes de tribo doutras terras, e de todos os acontecimentos e acções dos homens. Os jornais gostariam que todos os homensm pensassem o mesmo. Atacam a cabeça e os pensamentos do indíviduo. Pretendem que toda a gente tenha cabeça e pensamentos iguais aos deles. E sabem como levar isso a cabo. Quem leia, pela manhã, os muitos papéis, saberá o que ao meio-dia, o Papalagui* tem na cabeça e em que pensa.
Um jornal é também uma espécie de máquina que todos os dias fabrica uma quantidade de novos pensamentos, muito mais do que os que uma só cabeça conseguiria produzir. Esses pensamentos são, na sua grande maioria, fracos, destituídos de força e altivez: enchem a cabeça com muito alimento, mas nenhum fortificante. Também se podia igualmente encher a cabeça com areia. O Papalagui atafulha a cabeça com esses muitos papéis, inútil alimento. Mal acabou de consumir um, e já se prepara para engolir outro. A sua cabeça assemelha-se muito a uma região pantanosa, afogada no seu próprio lodo, onde já nada cresce de fecundo, onde só há miasmas e nuvens de insectos que picam. (…)”
* Papalagui: designa o Branco (europeu), o Estrangeiro, mas traduzido literalmente significa “o que trespassa o céu”. O primeiro missionário branco a abordar Samoa ia num barco à vela. Vendo, de longe, o barco, tomaram os indígenas as suas velas brancas por um buraco feito no céu, pelo qual o Branco descia até eles; e foi assim que este trespassou o céu.
Dizia Tuiavii (chefe de tribo de Tiavéa nos mares do sul, nos seus discursos publicados em 1920 por Erich Scheurman num livro chamado “O Papalagui”) a propósito dos jornais:
“(…) Os jornais são maus para o nosso espírito, não só porque relatam o que se passa, mas também porque nos dizem o que devemos pensar disto ou daquilo, dos nossos chefes de tribo ou dos chefes de tribo doutras terras, e de todos os acontecimentos e acções dos homens. Os jornais gostariam que todos os homensm pensassem o mesmo. Atacam a cabeça e os pensamentos do indíviduo. Pretendem que toda a gente tenha cabeça e pensamentos iguais aos deles. E sabem como levar isso a cabo. Quem leia, pela manhã, os muitos papéis, saberá o que ao meio-dia, o Papalagui* tem na cabeça e em que pensa.
Um jornal é também uma espécie de máquina que todos os dias fabrica uma quantidade de novos pensamentos, muito mais do que os que uma só cabeça conseguiria produzir. Esses pensamentos são, na sua grande maioria, fracos, destituídos de força e altivez: enchem a cabeça com muito alimento, mas nenhum fortificante. Também se podia igualmente encher a cabeça com areia. O Papalagui atafulha a cabeça com esses muitos papéis, inútil alimento. Mal acabou de consumir um, e já se prepara para engolir outro. A sua cabeça assemelha-se muito a uma região pantanosa, afogada no seu próprio lodo, onde já nada cresce de fecundo, onde só há miasmas e nuvens de insectos que picam. (…)”
* Papalagui: designa o Branco (europeu), o Estrangeiro, mas traduzido literalmente significa “o que trespassa o céu”. O primeiro missionário branco a abordar Samoa ia num barco à vela. Vendo, de longe, o barco, tomaram os indígenas as suas velas brancas por um buraco feito no céu, pelo qual o Branco descia até eles; e foi assim que este trespassou o céu.
Dizia Tuiavii (chefe de tribo de Tiavéa nos mares do sul, nos seus discursos publicados em 1920 por Erich Scheurman num livro chamado “O Papalagui”) a propósito dos jornais:
“(…) Os jornais são maus para o nosso espírito, não só porque relatam o que se passa, mas também porque nos dizem o que devemos pensar disto ou daquilo, dos nossos chefes de tribo ou dos chefes de tribo doutras terras, e de todos os acontecimentos e acções dos homens. Os jornais gostariam que todos os homensm pensassem o mesmo. Atacam a cabeça e os pensamentos do indíviduo. Pretendem que toda a gente tenha cabeça e pensamentos iguais aos deles. E sabem como levar isso a cabo. Quem leia, pela manhã, os muitos papéis, saberá o que ao meio-dia, o Papalagui* tem na cabeça e em que pensa.
Um jornal é também uma espécie de máquina que todos os dias fabrica uma quantidade de novos pensamentos, muito mais do que os que uma só cabeça conseguiria produzir. Esses pensamentos são, na sua grande maioria, fracos, destituídos de força e altivez: enchem a cabeça com muito alimento, mas nenhum fortificante. Também se podia igualmente encher a cabeça com areia. O Papalagui atafulha a cabeça com esses muitos papéis, inútil alimento. Mal acabou de consumir um, e já se prepara para engolir outro. A sua cabeça assemelha-se muito a uma região pantanosa, afogada no seu próprio lodo, onde já nada cresce de fecundo, onde só há miasmas e nuvens de insectos que picam. (…)”
* Papalagui: designa o Branco (europeu), o Estrangeiro, mas traduzido literalmente significa “o que trespassa o céu”. O primeiro missionário branco a abordar Samoa ia num barco à vela. Vendo, de longe, o barco, tomaram os indígenas as suas velas brancas por um buraco feito no céu, pelo qual o Branco descia até eles; e foi assim que este trespassou o céu.
Dizia Tuiavii (chefe de tribo de Tiavéa nos mares do sul, nos seus discursos publicados em 1920 por Erich Scheurman num livro chamado “O Papalagui”) a propósito dos jornais:
“(…) Os jornais são maus para o nosso espírito, não só porque relatam o que se passa, mas também porque nos dizem o que devemos pensar disto ou daquilo, dos nossos chefes de tribo ou dos chefes de tribo doutras terras, e de todos os acontecimentos e acções dos homens. Os jornais gostariam que todos os homensm pensassem o mesmo. Atacam a cabeça e os pensamentos do indíviduo. Pretendem que toda a gente tenha cabeça e pensamentos iguais aos deles. E sabem como levar isso a cabo. Quem leia, pela manhã, os muitos papéis, saberá o que ao meio-dia, o Papalagui* tem na cabeça e em que pensa.
Um jornal é também uma espécie de máquina que todos os dias fabrica uma quantidade de novos pensamentos, muito mais do que os que uma só cabeça conseguiria produzir. Esses pensamentos são, na sua grande maioria, fracos, destituídos de força e altivez: enchem a cabeça com muito alimento, mas nenhum fortificante. Também se podia igualmente encher a cabeça com areia. O Papalagui atafulha a cabeça com esses muitos papéis, inútil alimento. Mal acabou de consumir um, e já se prepara para engolir outro. A sua cabeça assemelha-se muito a uma região pantanosa, afogada no seu próprio lodo, onde já nada cresce de fecundo, onde só há miasmas e nuvens de insectos que picam. (…)”
* Papalagui: designa o Branco (europeu), o Estrangeiro, mas traduzido literalmente significa “o que trespassa o céu”. O primeiro missionário branco a abordar Samoa ia num barco à vela. Vendo, de longe, o barco, tomaram os indígenas as suas velas brancas por um buraco feito no céu, pelo qual o Branco descia até eles; e foi assim que este trespassou o céu.
Dizia Tuiavii (chefe de tribo de Tiavéa nos mares do sul, nos seus discursos publicados em 1920 por Erich Scheurman num livro chamado “O Papalagui”) a propósito dos jornais:
“(…) Os jornais são maus para o nosso espírito, não só porque relatam o que se passa, mas também porque nos dizem o que devemos pensar disto ou daquilo, dos nossos chefes de tribo ou dos chefes de tribo doutras terras, e de todos os acontecimentos e acções dos homens. Os jornais gostariam que todos os homensm pensassem o mesmo. Atacam a cabeça e os pensamentos do indíviduo. Pretendem que toda a gente tenha cabeça e pensamentos iguais aos deles. E sabem como levar isso a cabo. Quem leia, pela manhã, os muitos papéis, saberá o que ao meio-dia, o Papalagui* tem na cabeça e em que pensa.
Um jornal é também uma espécie de máquina que todos os dias fabrica uma quantidade de novos pensamentos, muito mais do que os que uma só cabeça conseguiria produzir. Esses pensamentos são, na sua grande maioria, fracos, destituídos de força e altivez: enchem a cabeça com muito alimento, mas nenhum fortificante. Também se podia igualmente encher a cabeça com areia. O Papalagui atafulha a cabeça com esses muitos papéis, inútil alimento. Mal acabou de consumir um, e já se prepara para engolir outro. A sua cabeça assemelha-se muito a uma região pantanosa, afogada no seu próprio lodo, onde já nada cresce de fecundo, onde só há miasmas e nuvens de insectos que picam. (…)”
* Papalagui: designa o Branco (europeu), o Estrangeiro, mas traduzido literalmente significa “o que trespassa o céu”. O primeiro missionário branco a abordar Samoa ia num barco à vela. Vendo, de longe, o barco, tomaram os indígenas as suas velas brancas por um buraco feito no céu, pelo qual o Branco descia até eles; e foi assim que este trespassou o céu.
Dizia Tuiavii (chefe de tribo de Tiavéa nos mares do sul, nos seus discursos publicados em 1920 por Erich Scheurman num livro chamado “O Papalagui”) a propósito dos jornais:
“(…) Os jornais são maus para o nosso espírito, não só porque relatam o que se passa, mas também porque nos dizem o que devemos pensar disto ou daquilo, dos nossos chefes de tribo ou dos chefes de tribo doutras terras, e de todos os acontecimentos e acções dos homens. Os jornais gostariam que todos os homensm pensassem o mesmo. Atacam a cabeça e os pensamentos do indíviduo. Pretendem que toda a gente tenha cabeça e pensamentos iguais aos deles. E sabem como levar isso a cabo. Quem leia, pela manhã, os muitos papéis, saberá o que ao meio-dia, o Papalagui* tem na cabeça e em que pensa.
Um jornal é também uma espécie de máquina que todos os dias fabrica uma quantidade de novos pensamentos, muito mais do que os que uma só cabeça conseguiria produzir. Esses pensamentos são, na sua grande maioria, fracos, destituídos de força e altivez: enchem a cabeça com muito alimento, mas nenhum fortificante. Também se podia igualmente encher a cabeça com areia. O Papalagui atafulha a cabeça com esses muitos papéis, inútil alimento. Mal acabou de consumir um, e já se prepara para engolir outro. A sua cabeça assemelha-se muito a uma região pantanosa, afogada no seu próprio lodo, onde já nada cresce de fecundo, onde só há miasmas e nuvens de insectos que picam. (…)”
* Papalagui: designa o Branco (europeu), o Estrangeiro, mas traduzido literalmente significa “o que trespassa o céu”. O primeiro missionário branco a abordar Samoa ia num barco à vela. Vendo, de longe, o barco, tomaram os indígenas as suas velas brancas por um buraco feito no céu, pelo qual o Branco descia até eles; e foi assim que este trespassou o céu.
Dizia Tuiavii (chefe de tribo de Tiavéa nos mares do sul, nos seus discursos publicados em 1920 por Erich Scheurman num livro chamado “O Papalagui”) a propósito dos jornais:
“(…) Os jornais são maus para o nosso espírito, não só porque relatam o que se passa, mas também porque nos dizem o que devemos pensar disto ou daquilo, dos nossos chefes de tribo ou dos chefes de tribo doutras terras, e de todos os acontecimentos e acções dos homens. Os jornais gostariam que todos os homensm pensassem o mesmo. Atacam a cabeça e os pensamentos do indíviduo. Pretendem que toda a gente tenha cabeça e pensamentos iguais aos deles. E sabem como levar isso a cabo. Quem leia, pela manhã, os muitos papéis, saberá o que ao meio-dia, o Papalagui* tem na cabeça e em que pensa.
Um jornal é também uma espécie de máquina que todos os dias fabrica uma quantidade de novos pensamentos, muito mais do que os que uma só cabeça conseguiria produzir. Esses pensamentos são, na sua grande maioria, fracos, destituídos de força e altivez: enchem a cabeça com muito alimento, mas nenhum fortificante. Também se podia igualmente encher a cabeça com areia. O Papalagui atafulha a cabeça com esses muitos papéis, inútil alimento. Mal acabou de consumir um, e já se prepara para engolir outro. A sua cabeça assemelha-se muito a uma região pantanosa, afogada no seu próprio lodo, onde já nada cresce de fecundo, onde só há miasmas e nuvens de insectos que picam. (…)”
* Papalagui: designa o Branco (europeu), o Estrangeiro, mas traduzido literalmente significa “o que trespassa o céu”. O primeiro missionário branco a abordar Samoa ia num barco à vela. Vendo, de longe, o barco, tomaram os indígenas as suas velas brancas por um buraco feito no céu, pelo qual o Branco descia até eles; e foi assim que este trespassou o céu.
Dizia Tuiavii (chefe de tribo de Tiavéa nos mares do sul, nos seus discursos publicados em 1920 por Erich Scheurman num livro chamado “O Papalagui”) a propósito dos jornais:
“(…) Os jornais são maus para o nosso espírito, não só porque relatam o que se passa, mas também porque nos dizem o que devemos pensar disto ou daquilo, dos nossos chefes de tribo ou dos chefes de tribo doutras terras, e de todos os acontecimentos e acções dos homens. Os jornais gostariam que todos os homensm pensassem o mesmo. Atacam a cabeça e os pensamentos do indíviduo. Pretendem que toda a gente tenha cabeça e pensamentos iguais aos deles. E sabem como levar isso a cabo. Quem leia, pela manhã, os muitos papéis, saberá o que ao meio-dia, o Papalagui* tem na cabeça e em que pensa.
Um jornal é também uma espécie de máquina que todos os dias fabrica uma quantidade de novos pensamentos, muito mais do que os que uma só cabeça conseguiria produzir. Esses pensamentos são, na sua grande maioria, fracos, destituídos de força e altivez: enchem a cabeça com muito alimento, mas nenhum fortificante. Também se podia igualmente encher a cabeça com areia. O Papalagui atafulha a cabeça com esses muitos papéis, inútil alimento. Mal acabou de consumir um, e já se prepara para engolir outro. A sua cabeça assemelha-se muito a uma região pantanosa, afogada no seu próprio lodo, onde já nada cresce de fecundo, onde só há miasmas e nuvens de insectos que picam. (…)”
* Papalagui: designa o Branco (europeu), o Estrangeiro, mas traduzido literalmente significa “o que trespassa o céu”. O primeiro missionário branco a abordar Samoa ia num barco à vela. Vendo, de longe, o barco, tomaram os indígenas as suas velas brancas por um buraco feito no céu, pelo qual o Branco descia até eles; e foi assim que este trespassou o céu.
Dizia Tuiavii (chefe de tribo de Tiavéa nos mares do sul, nos seus discursos publicados em 1920 por Erich Scheurman num livro chamado “O Papalagui”) a propósito dos jornais:
“(…) Os jornais são maus para o nosso espírito, não só porque relatam o que se passa, mas também porque nos dizem o que devemos pensar disto ou daquilo, dos nossos chefes de tribo ou dos chefes de tribo doutras terras, e de todos os acontecimentos e acções dos homens. Os jornais gostariam que todos os homensm pensassem o mesmo. Atacam a cabeça e os pensamentos do indíviduo. Pretendem que toda a gente tenha cabeça e pensamentos iguais aos deles. E sabem como levar isso a cabo. Quem leia, pela manhã, os muitos papéis, saberá o que ao meio-dia, o Papalagui* tem na cabeça e em que pensa.
Um jornal é também uma espécie de máquina que todos os dias fabrica uma quantidade de novos pensamentos, muito mais do que os que uma só cabeça conseguiria produzir. Esses pensamentos são, na sua grande maioria, fracos, destituídos de força e altivez: enchem a cabeça com muito alimento, mas nenhum fortificante. Também se podia igualmente encher a cabeça com areia. O Papalagui atafulha a cabeça com esses muitos papéis, inútil alimento. Mal acabou de consumir um, e já se prepara para engolir outro. A sua cabeça assemelha-se muito a uma região pantanosa, afogada no seu próprio lodo, onde já nada cresce de fecundo, onde só há miasmas e nuvens de insectos que picam. (…)”
* Papalagui: designa o Branco (europeu), o Estrangeiro, mas traduzido literalmente significa “o que trespassa o céu”. O primeiro missionário branco a abordar Samoa ia num barco à vela. Vendo, de longe, o barco, tomaram os indígenas as suas velas brancas por um buraco feito no céu, pelo qual o Branco descia até eles; e foi assim que este trespassou o céu.
Dizia Tuiavii (chefe de tribo de Tiavéa nos mares do sul, nos seus discursos publicados em 1920 por Erich Scheurman num livro chamado “O Papalagui”) a propósito dos jornais:
“(…) Os jornais são maus para o nosso espírito, não só porque relatam o que se passa, mas também porque nos dizem o que devemos pensar disto ou daquilo, dos nossos chefes de tribo ou dos chefes de tribo doutras terras, e de todos os acontecimentos e acções dos homens. Os jornais gostariam que todos os homensm pensassem o mesmo. Atacam a cabeça e os pensamentos do indíviduo. Pretendem que toda a gente tenha cabeça e pensamentos iguais aos deles. E sabem como levar isso a cabo. Quem leia, pela manhã, os muitos papéis, saberá o que ao meio-dia, o Papalagui* tem na cabeça e em que pensa.
Um jornal é também uma espécie de máquina que todos os dias fabrica uma quantidade de novos pensamentos, muito mais do que os que uma só cabeça conseguiria produzir. Esses pensamentos são, na sua grande maioria, fracos, destituídos de força e altivez: enchem a cabeça com muito alimento, mas nenhum fortificante. Também se podia igualmente encher a cabeça com areia. O Papalagui atafulha a cabeça com esses muitos papéis, inútil alimento. Mal acabou de consumir um, e já se prepara para engolir outro. A sua cabeça assemelha-se muito a uma região pantanosa, afogada no seu próprio lodo, onde já nada cresce de fecundo, onde só há miasmas e nuvens de insectos que picam. (…)”
* Papalagui: designa o Branco (europeu), o Estrangeiro, mas traduzido literalmente significa “o que trespassa o céu”. O primeiro missionário branco a abordar Samoa ia num barco à vela. Vendo, de longe, o barco, tomaram os indígenas as suas velas brancas por um buraco feito no céu, pelo qual o Branco descia até eles; e foi assim que este trespassou o céu.
Dizia Tuiavii (chefe de tribo de Tiavéa nos mares do sul, nos seus discursos publicados em 1920 por Erich Scheurman num livro chamado “O Papalagui”) a propósito dos jornais:
“(…) Os jornais são maus para o nosso espírito, não só porque relatam o que se passa, mas também porque nos dizem o que devemos pensar disto ou daquilo, dos nossos chefes de tribo ou dos chefes de tribo doutras terras, e de todos os acontecimentos e acções dos homens. Os jornais gostariam que todos os homensm pensassem o mesmo. Atacam a cabeça e os pensamentos do indíviduo. Pretendem que toda a gente tenha cabeça e pensamentos iguais aos deles. E sabem como levar isso a cabo. Quem leia, pela manhã, os muitos papéis, saberá o que ao meio-dia, o Papalagui* tem na cabeça e em que pensa.
Um jornal é também uma espécie de máquina que todos os dias fabrica uma quantidade de novos pensamentos, muito mais do que os que uma só cabeça conseguiria produzir. Esses pensamentos são, na sua grande maioria, fracos, destituídos de força e altivez: enchem a cabeça com muito alimento, mas nenhum fortificante. Também se podia igualmente encher a cabeça com areia. O Papalagui atafulha a cabeça com esses muitos papéis, inútil alimento. Mal acabou de consumir um, e já se prepara para engolir outro. A sua cabeça assemelha-se muito a uma região pantanosa, afogada no seu próprio lodo, onde já nada cresce de fecundo, onde só há miasmas e nuvens de insectos que picam. (…)”
* Papalagui: designa o Branco (europeu), o Estrangeiro, mas traduzido literalmente significa “o que trespassa o céu”. O primeiro missionário branco a abordar Samoa ia num barco à vela. Vendo, de longe, o barco, tomaram os indígenas as suas velas brancas por um buraco feito no céu, pelo qual o Branco descia até eles; e foi assim que este trespassou o céu.
Dizia Tuiavii (chefe de tribo de Tiavéa nos mares do sul, nos seus discursos publicados em 1920 por Erich Scheurman num livro chamado “O Papalagui”) a propósito dos jornais:
“(…) Os jornais são maus para o nosso espírito, não só porque relatam o que se passa, mas também porque nos dizem o que devemos pensar disto ou daquilo, dos nossos chefes de tribo ou dos chefes de tribo doutras terras, e de todos os acontecimentos e acções dos homens. Os jornais gostariam que todos os homensm pensassem o mesmo. Atacam a cabeça e os pensamentos do indíviduo. Pretendem que toda a gente tenha cabeça e pensamentos iguais aos deles. E sabem como levar isso a cabo. Quem leia, pela manhã, os muitos papéis, saberá o que ao meio-dia, o Papalagui* tem na cabeça e em que pensa.
Um jornal é também uma espécie de máquina que todos os dias fabrica uma quantidade de novos pensamentos, muito mais do que os que uma só cabeça conseguiria produzir. Esses pensamentos são, na sua grande maioria, fracos, destituídos de força e altivez: enchem a cabeça com muito alimento, mas nenhum fortificante. Também se podia igualmente encher a cabeça com areia. O Papalagui atafulha a cabeça com esses muitos papéis, inútil alimento. Mal acabou de consumir um, e já se prepara para engolir outro. A sua cabeça assemelha-se muito a uma região pantanosa, afogada no seu próprio lodo, onde já nada cresce de fecundo, onde só há miasmas e nuvens de insectos que picam. (…)”
* Papalagui: designa o Branco (europeu), o Estrangeiro, mas traduzido literalmente significa “o que trespassa o céu”. O primeiro missionário branco a abordar Samoa ia num barco à vela. Vendo, de longe, o barco, tomaram os indígenas as suas velas brancas por um buraco feito no céu, pelo qual o Branco descia até eles; e foi assim que este trespassou o céu.
Dizia Tuiavii (chefe de tribo de Tiavéa nos mares do sul, nos seus discursos publicados em 1920 por Erich Scheurman num livro chamado “O Papalagui”) a propósito dos jornais:
“(…) Os jornais são maus para o nosso espírito, não só porque relatam o que se passa, mas também porque nos dizem o que devemos pensar disto ou daquilo, dos nossos chefes de tribo ou dos chefes de tribo doutras terras, e de todos os acontecimentos e acções dos homens. Os jornais gostariam que todos os homensm pensassem o mesmo. Atacam a cabeça e os pensamentos do indíviduo. Pretendem que toda a gente tenha cabeça e pensamentos iguais aos deles. E sabem como levar isso a cabo. Quem leia, pela manhã, os muitos papéis, saberá o que ao meio-dia, o Papalagui* tem na cabeça e em que pensa.
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Dizia Tuiavii (chefe de tribo de Tiavéa nos mares do sul, nos seus discursos publicados em 1920 por Erich Scheurman num livro chamado “O Papalagui”) a propósito dos jornais:
“(…) Os jornais são maus para o nosso espírito, não só porque relatam o que se passa, mas também porque nos dizem o que devemos pensar disto ou daquilo, dos nossos chefes de tribo ou dos chefes de tribo doutras terras, e de todos os acontecimentos e acções dos homens. Os jornais gostariam que todos os homensm pensassem o mesmo. Atacam a cabeça e os pensamentos do indíviduo. Pretendem que toda a gente tenha cabeça e pensamentos iguais aos deles. E sabem como levar isso a cabo. Quem leia, pela manhã, os muitos papéis, saberá o que ao meio-dia, o Papalagui* tem na cabeça e em que pensa.
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* Papalagui: designa o Branco (europeu), o Estrangeiro, mas traduzido literalmente significa “o que trespassa o céu”. O primeiro missionário branco a abordar Samoa ia num barco à vela. Vendo, de longe, o barco, tomaram os indígenas as suas velas brancas por um buraco feito no céu, pelo qual o Branco descia até eles; e foi assim que este trespassou o céu.
Dizia Tuiavii (chefe de tribo de Tiavéa nos mares do sul, nos seus discursos publicados em 1920 por Erich Scheurman num livro chamado “O Papalagui”) a propósito dos jornais:
“(…) Os jornais são maus para o nosso espírito, não só porque relatam o que se passa, mas também porque nos dizem o que devemos pensar disto ou daquilo, dos nossos chefes de tribo ou dos chefes de tribo doutras terras, e de todos os acontecimentos e acções dos homens. Os jornais gostariam que todos os homensm pensassem o mesmo. Atacam a cabeça e os pensamentos do indíviduo. Pretendem que toda a gente tenha cabeça e pensamentos iguais aos deles. E sabem como levar isso a cabo. Quem leia, pela manhã, os muitos papéis, saberá o que ao meio-dia, o Papalagui* tem na cabeça e em que pensa.
Um jornal é também uma espécie de máquina que todos os dias fabrica uma quantidade de novos pensamentos, muito mais do que os que uma só cabeça conseguiria produzir. Esses pensamentos são, na sua grande maioria, fracos, destituídos de força e altivez: enchem a cabeça com muito alimento, mas nenhum fortificante. Também se podia igualmente encher a cabeça com areia. O Papalagui atafulha a cabeça com esses muitos papéis, inútil alimento. Mal acabou de consumir um, e já se prepara para engolir outro. A sua cabeça assemelha-se muito a uma região pantanosa, afogada no seu próprio lodo, onde já nada cresce de fecundo, onde só há miasmas e nuvens de insectos que picam. (…)”
* Papalagui: designa o Branco (europeu), o Estrangeiro, mas traduzido literalmente significa “o que trespassa o céu”. O primeiro missionário branco a abordar Samoa ia num barco à vela. Vendo, de longe, o barco, tomaram os indígenas as suas velas brancas por um buraco feito no céu, pelo qual o Branco descia até eles; e foi assim que este trespassou o céu.
Dizia Tuiavii (chefe de tribo de Tiavéa nos mares do sul, nos seus discursos publicados em 1920 por Erich Scheurman num livro chamado “O Papalagui”) a propósito dos jornais:
“(…) Os jornais são maus para o nosso espírito, não só porque relatam o que se passa, mas também porque nos dizem o que devemos pensar disto ou daquilo, dos nossos chefes de tribo ou dos chefes de tribo doutras terras, e de todos os acontecimentos e acções dos homens. Os jornais gostariam que todos os homensm pensassem o mesmo. Atacam a cabeça e os pensamentos do indíviduo. Pretendem que toda a gente tenha cabeça e pensamentos iguais aos deles. E sabem como levar isso a cabo. Quem leia, pela manhã, os muitos papéis, saberá o que ao meio-dia, o Papalagui* tem na cabeça e em que pensa.
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Dizia Tuiavii (chefe de tribo de Tiavéa nos mares do sul, nos seus discursos publicados em 1920 por Erich Scheurman num livro chamado “O Papalagui”) a propósito dos jornais:
“(…) Os jornais são maus para o nosso espírito, não só porque relatam o que se passa, mas também porque nos dizem o que devemos pensar disto ou daquilo, dos nossos chefes de tribo ou dos chefes de tribo doutras terras, e de todos os acontecimentos e acções dos homens. Os jornais gostariam que todos os homensm pensassem o mesmo. Atacam a cabeça e os pensamentos do indíviduo. Pretendem que toda a gente tenha cabeça e pensamentos iguais aos deles. E sabem como levar isso a cabo. Quem leia, pela manhã, os muitos papéis, saberá o que ao meio-dia, o Papalagui* tem na cabeça e em que pensa.
Um jornal é também uma espécie de máquina que todos os dias fabrica uma quantidade de novos pensamentos, muito mais do que os que uma só cabeça conseguiria produzir. Esses pensamentos são, na sua grande maioria, fracos, destituídos de força e altivez: enchem a cabeça com muito alimento, mas nenhum fortificante. Também se podia igualmente encher a cabeça com areia. O Papalagui atafulha a cabeça com esses muitos papéis, inútil alimento. Mal acabou de consumir um, e já se prepara para engolir outro. A sua cabeça assemelha-se muito a uma região pantanosa, afogada no seu próprio lodo, onde já nada cresce de fecundo, onde só há miasmas e nuvens de insectos que picam. (…)”
* Papalagui: designa o Branco (europeu), o Estrangeiro, mas traduzido literalmente significa “o que trespassa o céu”. O primeiro missionário branco a abordar Samoa ia num barco à vela. Vendo, de longe, o barco, tomaram os indígenas as suas velas brancas por um buraco feito no céu, pelo qual o Branco descia até eles; e foi assim que este trespassou o céu.
Dizia Tuiavii (chefe de tribo de Tiavéa nos mares do sul, nos seus discursos publicados em 1920 por Erich Scheurman num livro chamado “O Papalagui”) a propósito dos jornais:
“(…) Os jornais são maus para o nosso espírito, não só porque relatam o que se passa, mas também porque nos dizem o que devemos pensar disto ou daquilo, dos nossos chefes de tribo ou dos chefes de tribo doutras terras, e de todos os acontecimentos e acções dos homens. Os jornais gostariam que todos os homensm pensassem o mesmo. Atacam a cabeça e os pensamentos do indíviduo. Pretendem que toda a gente tenha cabeça e pensamentos iguais aos deles. E sabem como levar isso a cabo. Quem leia, pela manhã, os muitos papéis, saberá o que ao meio-dia, o Papalagui* tem na cabeça e em que pensa.
Um jornal é também uma espécie de máquina que todos os dias fabrica uma quantidade de novos pensamentos, muito mais do que os que uma só cabeça conseguiria produzir. Esses pensamentos são, na sua grande maioria, fracos, destituídos de força e altivez: enchem a cabeça com muito alimento, mas nenhum fortificante. Também se podia igualmente encher a cabeça com areia. O Papalagui atafulha a cabeça com esses muitos papéis, inútil alimento. Mal acabou de consumir um, e já se prepara para engolir outro. A sua cabeça assemelha-se muito a uma região pantanosa, afogada no seu próprio lodo, onde já nada cresce de fecundo, onde só há miasmas e nuvens de insectos que picam. (…)”
* Papalagui: designa o Branco (europeu), o Estrangeiro, mas traduzido literalmente significa “o que trespassa o céu”. O primeiro missionário branco a abordar Samoa ia num barco à vela. Vendo, de longe, o barco, tomaram os indígenas as suas velas brancas por um buraco feito no céu, pelo qual o Branco descia até eles; e foi assim que este trespassou o céu.
Dizia Tuiavii (chefe de tribo de Tiavéa nos mares do sul, nos seus discursos publicados em 1920 por Erich Scheurman num livro chamado “O Papalagui”) a propósito dos jornais:
“(…) Os jornais são maus para o nosso espírito, não só porque relatam o que se passa, mas também porque nos dizem o que devemos pensar disto ou daquilo, dos nossos chefes de tribo ou dos chefes de tribo doutras terras, e de todos os acontecimentos e acções dos homens. Os jornais gostariam que todos os homensm pensassem o mesmo. Atacam a cabeça e os pensamentos do indíviduo. Pretendem que toda a gente tenha cabeça e pensamentos iguais aos deles. E sabem como levar isso a cabo. Quem leia, pela manhã, os muitos papéis, saberá o que ao meio-dia, o Papalagui* tem na cabeça e em que pensa.
Um jornal é também uma espécie de máquina que todos os dias fabrica uma quantidade de novos pensamentos, muito mais do que os que uma só cabeça conseguiria produzir. Esses pensamentos são, na sua grande maioria, fracos, destituídos de força e altivez: enchem a cabeça com muito alimento, mas nenhum fortificante. Também se podia igualmente encher a cabeça com areia. O Papalagui atafulha a cabeça com esses muitos papéis, inútil alimento. Mal acabou de consumir um, e já se prepara para engolir outro. A sua cabeça assemelha-se muito a uma região pantanosa, afogada no seu próprio lodo, onde já nada cresce de fecundo, onde só há miasmas e nuvens de insectos que picam. (…)”
* Papalagui: designa o Branco (europeu), o Estrangeiro, mas traduzido literalmente significa “o que trespassa o céu”. O primeiro missionário branco a abordar Samoa ia num barco à vela. Vendo, de longe, o barco, tomaram os indígenas as suas velas brancas por um buraco feito no céu, pelo qual o Branco descia até eles; e foi assim que este trespassou o céu.
Dizia Tuiavii (chefe de tribo de Tiavéa nos mares do sul, nos seus discursos publicados em 1920 por Erich Scheurman num livro chamado “O Papalagui”) a propósito dos jornais:
“(…) Os jornais são maus para o nosso espírito, não só porque relatam o que se passa, mas também porque nos dizem o que devemos pensar disto ou daquilo, dos nossos chefes de tribo ou dos chefes de tribo doutras terras, e de todos os acontecimentos e acções dos homens. Os jornais gostariam que todos os homensm pensassem o mesmo. Atacam a cabeça e os pensamentos do indíviduo. Pretendem que toda a gente tenha cabeça e pensamentos iguais aos deles. E sabem como levar isso a cabo. Quem leia, pela manhã, os muitos papéis, saberá o que ao meio-dia, o Papalagui* tem na cabeça e em que pensa.
Um jornal é também uma espécie de máquina que todos os dias fabrica uma quantidade de novos pensamentos, muito mais do que os que uma só cabeça conseguiria produzir. Esses pensamentos são, na sua grande maioria, fracos, destituídos de força e altivez: enchem a cabeça com muito alimento, mas nenhum fortificante. Também se podia igualmente encher a cabeça com areia. O Papalagui atafulha a cabeça com esses muitos papéis, inútil alimento. Mal acabou de consumir um, e já se prepara para engolir outro. A sua cabeça assemelha-se muito a uma região pantanosa, afogada no seu próprio lodo, onde já nada cresce de fecundo, onde só há miasmas e nuvens de insectos que picam. (…)”
* Papalagui: designa o Branco (europeu), o Estrangeiro, mas traduzido literalmente significa “o que trespassa o céu”. O primeiro missionário branco a abordar Samoa ia num barco à vela. Vendo, de longe, o barco, tomaram os indígenas as suas velas brancas por um buraco feito no céu, pelo qual o Branco descia até eles; e foi assim que este trespassou o céu.
Dizia Tuiavii (chefe de tribo de Tiavéa nos mares do sul, nos seus discursos publicados em 1920 por Erich Scheurman num livro chamado “O Papalagui”) a propósito dos jornais:
“(…) Os jornais são maus para o nosso espírito, não só porque relatam o que se passa, mas também porque nos dizem o que devemos pensar disto ou daquilo, dos nossos chefes de tribo ou dos chefes de tribo doutras terras, e de todos os acontecimentos e acções dos homens. Os jornais gostariam que todos os homensm pensassem o mesmo. Atacam a cabeça e os pensamentos do indíviduo. Pretendem que toda a gente tenha cabeça e pensamentos iguais aos deles. E sabem como levar isso a cabo. Quem leia, pela manhã, os muitos papéis, saberá o que ao meio-dia, o Papalagui* tem na cabeça e em que pensa.
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* Papalagui: designa o Branco (europeu), o Estrangeiro, mas traduzido literalmente significa “o que trespassa o céu”. O primeiro missionário branco a abordar Samoa ia num barco à vela. Vendo, de longe, o barco, tomaram os indígenas as suas velas brancas por um buraco feito no céu, pelo qual o Branco descia até eles; e foi assim que este trespassou o céu.
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“(…) Os jornais são maus para o nosso espírito, não só porque relatam o que se passa, mas também porque nos dizem o que devemos pensar disto ou daquilo, dos nossos chefes de tribo ou dos chefes de tribo doutras terras, e de todos os acontecimentos e acções dos homens. Os jornais gostariam que todos os homensm pensassem o mesmo. Atacam a cabeça e os pensamentos do indíviduo. Pretendem que toda a gente tenha cabeça e pensamentos iguais aos deles. E sabem como levar isso a cabo. Quem leia, pela manhã, os muitos papéis, saberá o que ao meio-dia, o Papalagui* tem na cabeça e em que pensa.
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* Papalagui: designa o Branco (europeu), o Estrangeiro, mas traduzido literalmente significa “o que trespassa o céu”. O primeiro missionário branco a abordar Samoa ia num barco à vela. Vendo, de longe, o barco, tomaram os indígenas as suas velas brancas por um buraco feito no céu, pelo qual o Branco descia até eles; e foi assim que este trespassou o céu.
Dizia Tuiavii (chefe de tribo de Tiavéa nos mares do sul, nos seus discursos publicados em 1920 por Erich Scheurman num livro chamado “O Papalagui”) a propósito dos jornais:
“(…) Os jornais são maus para o nosso espírito, não só porque relatam o que se passa, mas também porque nos dizem o que devemos pensar disto ou daquilo, dos nossos chefes de tribo ou dos chefes de tribo doutras terras, e de todos os acontecimentos e acções dos homens. Os jornais gostariam que todos os homensm pensassem o mesmo. Atacam a cabeça e os pensamentos do indíviduo. Pretendem que toda a gente tenha cabeça e pensamentos iguais aos deles. E sabem como levar isso a cabo. Quem leia, pela manhã, os muitos papéis, saberá o que ao meio-dia, o Papalagui* tem na cabeça e em que pensa.
Um jornal é também uma espécie de máquina que todos os dias fabrica uma quantidade de novos pensamentos, muito mais do que os que uma só cabeça conseguiria produzir. Esses pensamentos são, na sua grande maioria, fracos, destituídos de força e altivez: enchem a cabeça com muito alimento, mas nenhum fortificante. Também se podia igualmente encher a cabeça com areia. O Papalagui atafulha a cabeça com esses muitos papéis, inútil alimento. Mal acabou de consumir um, e já se prepara para engolir outro. A sua cabeça assemelha-se muito a uma região pantanosa, afogada no seu próprio lodo, onde já nada cresce de fecundo, onde só há miasmas e nuvens de insectos que picam. (…)”
* Papalagui: designa o Branco (europeu), o Estrangeiro, mas traduzido literalmente significa “o que trespassa o céu”. O primeiro missionário branco a abordar Samoa ia num barco à vela. Vendo, de longe, o barco, tomaram os indígenas as suas velas brancas por um buraco feito no céu, pelo qual o Branco descia até eles; e foi assim que este trespassou o céu.
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“(…) Os jornais são maus para o nosso espírito, não só porque relatam o que se passa, mas também porque nos dizem o que devemos pensar disto ou daquilo, dos nossos chefes de tribo ou dos chefes de tribo doutras terras, e de todos os acontecimentos e acções dos homens. Os jornais gostariam que todos os homensm pensassem o mesmo. Atacam a cabeça e os pensamentos do indíviduo. Pretendem que toda a gente tenha cabeça e pensamentos iguais aos deles. E sabem como levar isso a cabo. Quem leia, pela manhã, os muitos papéis, saberá o que ao meio-dia, o Papalagui* tem na cabeça e em que pensa.
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