José Manuel Fernandes. Sempre?
A propósito da notícia da Lusa «Público procede a mudanças na direcção», devo dizer que me surpreende a continuidade de José Manuel Fernandes (JMF).
Nunca trabalhei com JMF e esta apreciação não tem nada de pessoal (COMO É ÓBVIO) nem sequer é jornalística.
Baseia-se antes na necessidade - imagino eu - de encontrar ânimo novo no Público e JMF, podendo ser o mais motivado da equipa, já não inspirará o mesmo sentimento na redacção. É sobretudo uma questão de excesso de tempo no lugar, associada - admito - à quebra que parece estrutural nas vendas.
Há dois anos previ a saída de JMF. Enganei-me. Dois anos depois, e sem que as alterações tenham resultados (o que não significa que ele seja directamente responsável por isso), faço o meu mea culpa mas suscito de novo a questão.
O Público anda triste e deprimido. Espero que a nova direcção seja uma direcção nova!

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4 opiniões ↓
Pois a mim surpreende-me pouco, para mal do “Público”. Ao longo destes anos, JMF reestruturou o jornal, testou mil e uma fórmulas, mudou grafismo, dispensou pessoal e nada conseguiu fazer para estancar a degradação do jornal. Qualquer outro director, em qualquer outro jornal, já teria sido “reestruturado” duas ou três vezes. A administração do “Público” terá as suas insondáveis razões para manter o director. Destas mudanças, apenas uma nota positiva: a promoção da Dulce Neto, por quem tenho grande estima profissional.
Isto parece-me um ataque cobarde ao director do Público, que é “apenas” o melhor jornal diário português. Dá-me a impressão que há aqui muita inveja e má língua à mistura. O sr. JP Meneses tem como passatempo preferido atacar os mais brilhantes, e mais competentes, colegas de profissão; ainda me lembro dos ataques cobardes ao Rolo Duarte… e a tantos outros.
Porquê cobarde? Não vou perder tempo a discutir se as minhas opiniões são ataques ou não, mas cobardes? Se me quiser explicar, agradeço.
PS - O Luís pode gostar do Público, mas não mais do que eu
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