MIL ideias floresçam?
Aderi ao Movimento Informação é Liberdade (MIL), embora não subscreva todas as posições e não partilhe do dramatismo expresso na sua fundamentação. Mas estou com o essencial: com a ideia de auto-regulação (e de tirar do EStado/governo essas ideias/tarefas).
PS - Joaquim Vieira critica aquilo que considera ser «a indefinida, inexplicada e não fundamentada promessa de auto-regulação». Lá voltámos ao mesmo, Joaquim!

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Podia argumentar contigo que é diferente (porque mais concorrencial) o jornalismo que se faz hoje; mas não. O meu ponto de vista centra-se na ideia de que devem existir sanções para casos graves de violações deontológicas da profissão. quem as aplica? Por outro lado, com um Sindicato cada vez menos atractivo para as novas gerações de jornalistas, haverá cada vez mais gente cujo único vínculo (além da sua consciência) é a entidade patronal. será suficiente?
Podia argumentar contigo que é diferente (porque mais concorrencial) o jornalismo que se faz hoje; mas não. O meu ponto de vista centra-se na ideia de que devem existir sanções para casos graves de violações deontológicas da profissão. quem as aplica? Por outro lado, com um Sindicato cada vez menos atractivo para as novas gerações de jornalistas, haverá cada vez mais gente cujo único vínculo (além da sua consciência) é a entidade patronal. será suficiente?
Podia argumentar contigo que é diferente (porque mais concorrencial) o jornalismo que se faz hoje; mas não. O meu ponto de vista centra-se na ideia de que devem existir sanções para casos graves de violações deontológicas da profissão. quem as aplica? Por outro lado, com um Sindicato cada vez menos atractivo para as novas gerações de jornalistas, haverá cada vez mais gente cujo único vínculo (além da sua consciência) é a entidade patronal. será suficiente?
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