O JN está mais bonito, mas…
O JN também lavou a cara e, mais do que, isso fez um ‘lifting’ que claramente o pôs mais bonito, mais arrumado, mais interessante.
Mas, sendo importante, é cosmética. Apenas.
Não acredito que a cosmética faça vender jornais - pode contribuir, pode ajudar, mas não será suficiente para fazer vender jornais.
E o JN tem vindo a cair nas vendas.
O JN é hoje um jornal que concorre com o DN ou com o Público no campeonato dos jornais de referência. Tem tudo, lá dentro, para o ser. Mas é isso que interessa ao JN? Obviamente não tenho nem dados suficientes nem fórmulas mágicas mas agora que se fala tanto em jornalismo de proximidade, o JN foi o primeiro a apostar há muitas décadas na proximidade com o leitor. Penso que isso se tem vindo a perder. Mais uma nota: num jornal como JN a informação económica não pode estar antes da informação do Porto e do Norte, afinal a que mais distingue (a que pode distinguir) o JN do Público, do seu irmão DN ou mesmo do Correio da Manhã.
PS - como lembra Manuel Pinto no JN de hoje, se calhar pela última vez, parece claro que o jornal não voltará a ter provedor dos leitores.

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2 opiniões ↓
Parece-me a mim, numa primeira análise, que o novo JN online traz menos artigos da secção Local Porto, remetendo a maioria dos mesmos para a versão impressa. Será mesmo?
Estará a quebra de vendas relacionada com a cada vez maior adesão dos leitores, às respectivas versões electrónicas? Vou estar mais atento.
Concordo. Começa a ficar parecido com “O Primeiro de Janeiro”
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