Passou-me na altura, mas
… vai sempre a tempo.
Numa interessante (e oportuna) entrevista de Dina Margato a Constança Cunha e Sá no JN de domingo, diz-se isto:
“Maria João Avillez entrevistou a irmã na qualidade de candidata à Câmara de Lisboa e optou por não falar no parentesco“.
Na altura não me apercebi. Mas concordo plenamente com a editora de política da TVI:
“Acho que se impunha que assumisse. Ela era uma candidata, afinal. Já fazer a entrevista poderia ser questionável; mas devia tê-lo dito“.

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