publicado em
8 de Novembro de 2007


por João Paulo Meneses


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Quando credibilidade era sinónimo de jornalismo

Antigamente dizia-se que a credibilidade era o maior património que um jornalista podia ter.

Talvez já não seja assim, tal a facilidade com que alguns jornalistas insistem em transmitir informações falsas, sem que isso tenha qualquer consequência.

Hoje no Record pode ler-se que «Pepe e Makukula ficam de fora»; como se sabe os dois jogadores foram convocados por Scolari.

PS - Estou zangado com o Record há mais de um ano; porquê?

27 opiniões ↓

#1 Miguel em 11.09.07 às

O problema é continuarmos a chamar “jornalistas” a certos jornaleiros e jornais a determinados “pasquins” que se movem numa (falta de) “ética” muito própria, onde a credibilidade pouco interessa.

#2 Miguel em 11.09.07 às

O problema é continuarmos a chamar “jornalistas” a certos jornaleiros e jornais a determinados “pasquins” que se movem numa (falta de) “ética” muito própria, onde a credibilidade pouco interessa.

#3 Miguel em 11.09.07 às

O problema é continuarmos a chamar “jornalistas” a certos jornaleiros e jornais a determinados “pasquins” que se movem numa (falta de) “ética” muito própria, onde a credibilidade pouco interessa.

#4 Miguel em 11.09.07 às

O problema é continuarmos a chamar “jornalistas” a certos jornaleiros e jornais a determinados “pasquins” que se movem numa (falta de) “ética” muito própria, onde a credibilidade pouco interessa.

#5 Miguel em 11.09.07 às

O problema é continuarmos a chamar “jornalistas” a certos jornaleiros e jornais a determinados “pasquins” que se movem numa (falta de) “ética” muito própria, onde a credibilidade pouco interessa.

#6 Miguel em 11.09.07 às

O problema é continuarmos a chamar “jornalistas” a certos jornaleiros e jornais a determinados “pasquins” que se movem numa (falta de) “ética” muito própria, onde a credibilidade pouco interessa.

#7 Miguel em 11.09.07 às

O problema é continuarmos a chamar “jornalistas” a certos jornaleiros e jornais a determinados “pasquins” que se movem numa (falta de) “ética” muito própria, onde a credibilidade pouco interessa.

#8 Miguel em 11.09.07 às

O problema é continuarmos a chamar “jornalistas” a certos jornaleiros e jornais a determinados “pasquins” que se movem numa (falta de) “ética” muito própria, onde a credibilidade pouco interessa.

#9 Miguel em 11.09.07 às

O problema é continuarmos a chamar “jornalistas” a certos jornaleiros e jornais a determinados “pasquins” que se movem numa (falta de) “ética” muito própria, onde a credibilidade pouco interessa.

#10 Miguel em 11.09.07 às

O problema é continuarmos a chamar “jornalistas” a certos jornaleiros e jornais a determinados “pasquins” que se movem numa (falta de) “ética” muito própria, onde a credibilidade pouco interessa.

#11 Miguel em 11.09.07 às

O problema é continuarmos a chamar “jornalistas” a certos jornaleiros e jornais a determinados “pasquins” que se movem numa (falta de) “ética” muito própria, onde a credibilidade pouco interessa.

#12 Miguel em 11.09.07 às

O problema é continuarmos a chamar “jornalistas” a certos jornaleiros e jornais a determinados “pasquins” que se movem numa (falta de) “ética” muito própria, onde a credibilidade pouco interessa.

#13 Miguel em 11.09.07 às

O problema é continuarmos a chamar “jornalistas” a certos jornaleiros e jornais a determinados “pasquins” que se movem numa (falta de) “ética” muito própria, onde a credibilidade pouco interessa.

#14 Miguel em 11.09.07 às

O problema é continuarmos a chamar “jornalistas” a certos jornaleiros e jornais a determinados “pasquins” que se movem numa (falta de) “ética” muito própria, onde a credibilidade pouco interessa.

#15 Miguel em 11.09.07 às

O problema é continuarmos a chamar “jornalistas” a certos jornaleiros e jornais a determinados “pasquins” que se movem numa (falta de) “ética” muito própria, onde a credibilidade pouco interessa.

#16 Miguel em 11.09.07 às

O problema é continuarmos a chamar “jornalistas” a certos jornaleiros e jornais a determinados “pasquins” que se movem numa (falta de) “ética” muito própria, onde a credibilidade pouco interessa.

#17 Miguel em 11.09.07 às

O problema é continuarmos a chamar “jornalistas” a certos jornaleiros e jornais a determinados “pasquins” que se movem numa (falta de) “ética” muito própria, onde a credibilidade pouco interessa.

#18 Miguel em 11.09.07 às

O problema é continuarmos a chamar “jornalistas” a certos jornaleiros e jornais a determinados “pasquins” que se movem numa (falta de) “ética” muito própria, onde a credibilidade pouco interessa.

#19 Miguel em 11.09.07 às

O problema é continuarmos a chamar “jornalistas” a certos jornaleiros e jornais a determinados “pasquins” que se movem numa (falta de) “ética” muito própria, onde a credibilidade pouco interessa.

#20 Miguel em 11.09.07 às

O problema é continuarmos a chamar “jornalistas” a certos jornaleiros e jornais a determinados “pasquins” que se movem numa (falta de) “ética” muito própria, onde a credibilidade pouco interessa.

#21 Miguel em 11.09.07 às

O problema é continuarmos a chamar “jornalistas” a certos jornaleiros e jornais a determinados “pasquins” que se movem numa (falta de) “ética” muito própria, onde a credibilidade pouco interessa.

#22 Miguel em 11.09.07 às

O problema é continuarmos a chamar “jornalistas” a certos jornaleiros e jornais a determinados “pasquins” que se movem numa (falta de) “ética” muito própria, onde a credibilidade pouco interessa.

#23 Miguel em 11.09.07 às

O problema é continuarmos a chamar “jornalistas” a certos jornaleiros e jornais a determinados “pasquins” que se movem numa (falta de) “ética” muito própria, onde a credibilidade pouco interessa.

#24 Miguel em 11.09.07 às

O problema é continuarmos a chamar “jornalistas” a certos jornaleiros e jornais a determinados “pasquins” que se movem numa (falta de) “ética” muito própria, onde a credibilidade pouco interessa.

#25 Miguel em 11.09.07 às

O problema é continuarmos a chamar “jornalistas” a certos jornaleiros e jornais a determinados “pasquins” que se movem numa (falta de) “ética” muito própria, onde a credibilidade pouco interessa.

#26 Miguel em 11.09.07 às

O problema é continuarmos a chamar “jornalistas” a certos jornaleiros e jornais a determinados “pasquins” que se movem numa (falta de) “ética” muito própria, onde a credibilidade pouco interessa.

#27 Miguel em 11.09.07 às

O problema é continuarmos a chamar “jornalistas” a certos jornaleiros e jornais a determinados “pasquins” que se movem numa (falta de) “ética” muito própria, onde a credibilidade pouco interessa.

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