… sem pôr as coisas em causa?
No Diário Económico de ontem podia ler-se uma notícia com este título:
«A rádio por assinatura é uma das principais tendências para 2006»
Até para mim, esta notícia causou alguma perplexidade: é que das duas formas que existem de pagar para ouvir a rádio apenas uma é um negócio sério (ainda que deficitário), mas limitado aos EStados Unidos (e Canadá) - a rádio por subscrição via satélite. A outra forma, com conteúdos fechados na Internet, é ainda menos do que uma experiência.
Então como se explica uma notícia destas, se ela não tem qualquer adesão à realidade portuguesa ou mesmo europeia? O Diário Económico defende-se, dizendo que são as previsões mundiais da Deloitte, mas eu acho que é um daqueles casos em que a pressa (de publicar) é inimiga dos leitores - mais valia esperar um dia ou dois e perceber - contextualizar, interpretar - o que lá é dito. Caso contrário, a notícia estará sempre incompleta - em Portugal (e na Europa) não vai acontecer, em 2006, nada do que ali é dito, garante o deloitte meneses.

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Se virem a página 14 da revista “Dia D” do Público têm algumas informações.
É uma entrevista de 3 páginas com Bruno Carvalho, é ele que está a liderar o projecto.
Aqui têm esclarecimento sobre o formato (menos moticioso que a NTV) e os objectivo (abranger os sítios por onde passa o Metro do Porto e talvz cativar as pessoas um pouco mais além; dotar a região de televisão à sua medida - seja lá isso o que for).
Parece-me muito interessante que Universidade do Porto seja uma accionista e que Novais Barbosa seja o presidente da Assembleia-Geral.
Se precisarem que passe no scanner as páginas,é só pedir, mas penso que terão acesso fácil a esta publicação.
Abraço
Se virem a página 14 da revista “Dia D” do Público têm algumas informações.
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Aqui têm esclarecimento sobre o formato (menos moticioso que a NTV) e os objectivo (abranger os sítios por onde passa o Metro do Porto e talvz cativar as pessoas um pouco mais além; dotar a região de televisão à sua medida - seja lá isso o que for).
Parece-me muito interessante que Universidade do Porto seja uma accionista e que Novais Barbosa seja o presidente da Assembleia-Geral.
Se precisarem que passe no scanner as páginas,é só pedir, mas penso que terão acesso fácil a esta publicação.
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Aqui têm esclarecimento sobre o formato (menos moticioso que a NTV) e os objectivo (abranger os sítios por onde passa o Metro do Porto e talvz cativar as pessoas um pouco mais além; dotar a região de televisão à sua medida - seja lá isso o que for).
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Se precisarem que passe no scanner as páginas,é só pedir, mas penso que terão acesso fácil a esta publicação.
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É curiosa a forma como todas as pesquisas e previsões sobre o futuro da rádio estão tão distantes do que acontece, neste momento, em Portugal. Estou a escrever um artigo sobre o digital e novos modelos para rádio e, efectivamente, Portugal (e em certa medida a própria Europa) está muito distante das experiências e modelos que estão a emergir do outro lado do Atlântico.
É curiosa a forma como todas as pesquisas e previsões sobre o futuro da rádio estão tão distantes do que acontece, neste momento, em Portugal. Estou a escrever um artigo sobre o digital e novos modelos para rádio e, efectivamente, Portugal (e em certa medida a própria Europa) está muito distante das experiências e modelos que estão a emergir do outro lado do Atlântico.
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É curiosa a forma como todas as pesquisas e previsões sobre o futuro da rádio estão tão distantes do que acontece, neste momento, em Portugal. Estou a escrever um artigo sobre o digital e novos modelos para rádio e, efectivamente, Portugal (e em certa medida a própria Europa) está muito distante das experiências e modelos que estão a emergir do outro lado do Atlântico.
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É curiosa a forma como todas as pesquisas e previsões sobre o futuro da rádio estão tão distantes do que acontece, neste momento, em Portugal. Estou a escrever um artigo sobre o digital e novos modelos para rádio e, efectivamente, Portugal (e em certa medida a própria Europa) está muito distante das experiências e modelos que estão a emergir do outro lado do Atlântico.
É curiosa a forma como todas as pesquisas e previsões sobre o futuro da rádio estão tão distantes do que acontece, neste momento, em Portugal. Estou a escrever um artigo sobre o digital e novos modelos para rádio e, efectivamente, Portugal (e em certa medida a própria Europa) está muito distante das experiências e modelos que estão a emergir do outro lado do Atlântico.
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