Uma denúncia (ou duas…)
O Público até é dos jornais que apresenta melhores suplementos (os dos relógios, por exemplo), mas a revista que acompanha a edição de hoje precisa de ser denunciada: podia ser informação comercial mas não, é política autárquica pura. A pouco mais de um mês das eleições (”Poder local 2005″).
O que é que lá temos?
Textos assinados pelos presidentes de câmara (”muitos projectos transformaram e estão a transformar o rosto e o pulsar do Concelho [de Aveiro]”), press releases publicados acritica e laudatoriamente (Famalicão, “um concelho em desenvolvimento”, “tudo isto foi possível neste mandato”), fotografias dos presidentes e vereadores no poder.
Nada disto é inocente: a empresa (exterior ao Público) sabe que este é o momento certo para fazer a revista - os recandidatos querem promover-se.
Mas também é evidente que uma revista panfletária como esta desequilibra o jogo democrático, porque só tem acesso ao espaço quem está no poder.
Isto, no Público, não pode acontecer! O jornal precisa de receitas-extra, mas estas são de curto-prazo, o jornal - como património de credibilidade - só tem a perder!
(como se não bastasse, acho estrnho que em 120 páginas haja apenas sete de publicidade paga…)
PS - já que falo no Público de hoje, como é possível aceitar textos de opinião do actual portavoz do CDS a elogiar, de alto a baixo, Ribeiro e Castro (pág. 6, “Os desafios de Ribeiro e Castro”)? Está tudo louco? Ou são os disparates do Verão?

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Pelo que sei, a TSF tem um correspondente permanente em Coimbra e, se este estiver em férias ou tiver outro impedomento, não pode avançar o de Aveiro? Ou será que já não há correpondentes nas capitais de distrito?
Pelo que sei, a TSF tem um correspondente permanente em Coimbra e, se este estiver em férias ou tiver outro impedomento, não pode avançar o de Aveiro? Ou será que já não há correpondentes nas capitais de distrito?
Pelo que sei, a TSF tem um correspondente permanente em Coimbra e, se este estiver em férias ou tiver outro impedomento, não pode avançar o de Aveiro? Ou será que já não há correpondentes nas capitais de distrito?
Pelo que sei, a TSF tem um correspondente permanente em Coimbra e, se este estiver em férias ou tiver outro impedomento, não pode avançar o de Aveiro? Ou será que já não há correpondentes nas capitais de distrito?
Pelo que sei, a TSF tem um correspondente permanente em Coimbra e, se este estiver em férias ou tiver outro impedomento, não pode avançar o de Aveiro? Ou será que já não há correpondentes nas capitais de distrito?
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Qual é diferença entre um jornal, seja ele qual for, aceitar publicar uma página de publicidade de uma câmara municipal ou um suplemento pago de várias autarquias? Qual é diferença entre estas duas situações e uma Câmara municipal ou várias colocarem um spot publicitário numa rádio nacional ou numa televisão tipo “na câmara X cuidamos do ambiente não deixe de visitar a nossa feira sobre energias alternativas”; ou “na associação de municípios Y a chouriça está em primeiro lugar”? Qual é a diferença entre estas situações e a de uma empresa ou várias, ou até de centros comerciais, colocarem suplementos em vários jornais e em especial no “Expresso” aos sábados a publicitarem os seus produtos, com entrevistas aos presidentes das referidas empresas e até artigos de opinião. Nenhuma. É publicidade, é paga e não tem qualquer ligação à área editorial do jornal. Ainda por cima o suplemento que sai com o Público é, como muito bem refere, propaganda pura e dura e nisso não engana ninguém. Mais. na capa do dito suplemento (“Fórum Empresarial”) está escrito que a responsabilidade do mesmo é da empresa “Linha Editorial” e não do Público. Por fim, acho que está de acordo que a publicidade, desde que cumpra as regras exigidas pelo livro de estilo dos diversos jornais, rádios e televisões, é importante para qualquer órgão de comunicação social. Há tanta vergonha, tantas ligações perigosas entre o jornalismo e a publicidade, tanta publicidade a fingir que é notícia que não é necessário estar a inventar problemas onde eles parecem não existir. Estou lembrar-me de um spot publicitário que há não muito era apresentado na TSF como notícia de ultima hora, que era lido ao jeito de notícia e que afinal não passada de publicidade a um carro, se não estou em erro. Isto parece-me mais grave.
Não concordar consigo desta vez não significa que não aprecie o trabalho que faz neste blog. Aprecio e muito, eté porque permite o debate o que é muito importante.
Qual é diferença entre um jornal, seja ele qual for, aceitar publicar uma página de publicidade de uma câmara municipal ou um suplemento pago de várias autarquias? Qual é diferença entre estas duas situações e uma Câmara municipal ou várias colocarem um spot publicitário numa rádio nacional ou numa televisão tipo “na câmara X cuidamos do ambiente não deixe de visitar a nossa feira sobre energias alternativas”; ou “na associação de municípios Y a chouriça está em primeiro lugar”? Qual é a diferença entre estas situações e a de uma empresa ou várias, ou até de centros comerciais, colocarem suplementos em vários jornais e em especial no “Expresso” aos sábados a publicitarem os seus produtos, com entrevistas aos presidentes das referidas empresas e até artigos de opinião. Nenhuma. É publicidade, é paga e não tem qualquer ligação à área editorial do jornal. Ainda por cima o suplemento que sai com o Público é, como muito bem refere, propaganda pura e dura e nisso não engana ninguém. Mais. na capa do dito suplemento (“Fórum Empresarial”) está escrito que a responsabilidade do mesmo é da empresa “Linha Editorial” e não do Público. Por fim, acho que está de acordo que a publicidade, desde que cumpra as regras exigidas pelo livro de estilo dos diversos jornais, rádios e televisões, é importante para qualquer órgão de comunicação social. Há tanta vergonha, tantas ligações perigosas entre o jornalismo e a publicidade, tanta publicidade a fingir que é notícia que não é necessário estar a inventar problemas onde eles parecem não existir. Estou lembrar-me de um spot publicitário que há não muito era apresentado na TSF como notícia de ultima hora, que era lido ao jeito de notícia e que afinal não passada de publicidade a um carro, se não estou em erro. Isto parece-me mais grave.
Não concordar consigo desta vez não significa que não aprecie o trabalho que faz neste blog. Aprecio e muito, eté porque permite o debate o que é muito importante.
Qual é diferença entre um jornal, seja ele qual for, aceitar publicar uma página de publicidade de uma câmara municipal ou um suplemento pago de várias autarquias? Qual é diferença entre estas duas situações e uma Câmara municipal ou várias colocarem um spot publicitário numa rádio nacional ou numa televisão tipo “na câmara X cuidamos do ambiente não deixe de visitar a nossa feira sobre energias alternativas”; ou “na associação de municípios Y a chouriça está em primeiro lugar”? Qual é a diferença entre estas situações e a de uma empresa ou várias, ou até de centros comerciais, colocarem suplementos em vários jornais e em especial no “Expresso” aos sábados a publicitarem os seus produtos, com entrevistas aos presidentes das referidas empresas e até artigos de opinião. Nenhuma. É publicidade, é paga e não tem qualquer ligação à área editorial do jornal. Ainda por cima o suplemento que sai com o Público é, como muito bem refere, propaganda pura e dura e nisso não engana ninguém. Mais. na capa do dito suplemento (“Fórum Empresarial”) está escrito que a responsabilidade do mesmo é da empresa “Linha Editorial” e não do Público. Por fim, acho que está de acordo que a publicidade, desde que cumpra as regras exigidas pelo livro de estilo dos diversos jornais, rádios e televisões, é importante para qualquer órgão de comunicação social. Há tanta vergonha, tantas ligações perigosas entre o jornalismo e a publicidade, tanta publicidade a fingir que é notícia que não é necessário estar a inventar problemas onde eles parecem não existir. Estou lembrar-me de um spot publicitário que há não muito era apresentado na TSF como notícia de ultima hora, que era lido ao jeito de notícia e que afinal não passada de publicidade a um carro, se não estou em erro. Isto parece-me mais grave.
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Qual é diferença entre um jornal, seja ele qual for, aceitar publicar uma página de publicidade de uma câmara municipal ou um suplemento pago de várias autarquias? Qual é diferença entre estas duas situações e uma Câmara municipal ou várias colocarem um spot publicitário numa rádio nacional ou numa televisão tipo “na câmara X cuidamos do ambiente não deixe de visitar a nossa feira sobre energias alternativas”; ou “na associação de municípios Y a chouriça está em primeiro lugar”? Qual é a diferença entre estas situações e a de uma empresa ou várias, ou até de centros comerciais, colocarem suplementos em vários jornais e em especial no “Expresso” aos sábados a publicitarem os seus produtos, com entrevistas aos presidentes das referidas empresas e até artigos de opinião. Nenhuma. É publicidade, é paga e não tem qualquer ligação à área editorial do jornal. Ainda por cima o suplemento que sai com o Público é, como muito bem refere, propaganda pura e dura e nisso não engana ninguém. Mais. na capa do dito suplemento (“Fórum Empresarial”) está escrito que a responsabilidade do mesmo é da empresa “Linha Editorial” e não do Público. Por fim, acho que está de acordo que a publicidade, desde que cumpra as regras exigidas pelo livro de estilo dos diversos jornais, rádios e televisões, é importante para qualquer órgão de comunicação social. Há tanta vergonha, tantas ligações perigosas entre o jornalismo e a publicidade, tanta publicidade a fingir que é notícia que não é necessário estar a inventar problemas onde eles parecem não existir. Estou lembrar-me de um spot publicitário que há não muito era apresentado na TSF como notícia de ultima hora, que era lido ao jeito de notícia e que afinal não passada de publicidade a um carro, se não estou em erro. Isto parece-me mais grave.
Não concordar consigo desta vez não significa que não aprecie o trabalho que faz neste blog. Aprecio e muito, eté porque permite o debate o que é muito importante.
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